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quinta-feira, 22 de março de 2018

Psicanálise: Fase Anal.

fetiche por fezes

A erotização do estágio anal envolve tanto a sensação de prazer da excreção como posteriormente, a estimulação erótica da mucosa anal por meio da retenção das fezes.

Freud observou a conexão entre impulsos anais e sádicos. Inicialmente, o objeto da atividade anal-sádica é as fezes, e sua eliminação é considerada como um ato sádico. 

À medida que o estágio anal progride, o sadismo assume uma natureza mais impessoal. Nas lutas em desenvolvimento em relação ao treinamento esfincteriano, a criança aprende a exercer poder sobre os pais cedendo ou retendo as fezes. 

A sensação de poder sobre o ambiente que surge com o controle do esfíncter representa outro elemento sádico.

Antes do treinamento esfincteriano, a eliminação e a retenção prazerosa são essencialmente autoeróticas porque elas não exigem a presença ou o auxílio de um objeto externo.

O ato de defecação durante este período está imbuído de um sentimento de onipotência como resultado. As fezes tornam-se libidinizadas porque representam prazer. 

Posteriormente, a criança desenvolve uma visão ambivalente das fezes como conteúdos do corpo que são tanto externos como internos. Em outras palavras, a criança considera as fezes tanto como “eu” quanto como “não eu”.

Por outro lado, as fezes são amadas e retidas ou reinternalizadas; por outro lado, são odiadas e expelidas. 

Retirado do site: portaleducacao.com.br

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