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segunda-feira, 12 de março de 2018

RELATO: O cheiro do cocô é irresistível.


Retirado do site: Conto Erótico
Escrito por: Léo.

Sou tarado por sexo sujo, bem escatológico.
Para falar o português bem claro, eu adoro cocô!! Adoro cheirar, esfregar em mim, lamber...
Tudo me atrai: o cheiro, o gosto, a consistência, a temperatura.
A história de hoje é uma das que me fizeram gostar tanto de cocô.
Quando era pequeno, já tinha um pouco essa tara. 
Certa vez, fui à casa de um amigo meu chamado Renato.
A gente brincava quando criança.
Brincadeira vai, brincadeira vem, um dia ele peidou na almofada
do sofá da sala e cheirou a almofada e em seguida falou: cheirão!
Aquilo fez meu pau ir ao delírio! Puxa, eu também queria cheirar aquele peido.
Aí eu disse: duvido que você peida e enfia a almofada no meu nariz.
Ele topou e eu cheirei aquele peido maravilhoso. Um peido docinho, uma delícia.

Como quem peida quer cagar, ele acabou indo no banheiro.
Depois de sair, eu fui pra ver se tinha sobrado algum cocô por ali. Na privada, não sobrou. Mas o cesto era aqueles de pazinha, que giram. Acho que quando ele foi colocar o papel borrado no cesto, não viu e encostou na pazinha, na tampa e borrou de cocô. 
Eu, assim que entrei no banheiro, vi aquilo e enfiei o dedão pra pegar aquele cocô no dedo e cheirar. 
O cheiro do cocô ainda quente penetrou minhas narinas e dei uma fungada bem funda.
Que cheiro de merda gostosa. Mesmo não sendo de mulher, me deu muito tesão!! Cheirei tanto…
Tava um fedô maravilhoso!! Marronzinho e fedido! Uma delícia!

Bati uma bem gostosa e peguei o papel do cesto com que ele tinha se limpado.
Cheirei o papel e lambi o dedo sujo do cocô dele. Gozei em cima do papel sujo de bosta dele.
Misturei meu gozo na merda dele. Foi um êxtase!
Fiquei mais uns 10 minutos cheirando meu dedo com o cheirão da merda. Ai, ai.
Então, certa vez entrei escondido num banheiro feminino de restaurante disposto a cheirar o cocô de alguma mulher. Revirei os cestos e encontrei alguns papéis sujos. Aquilo me excitou demais. Meu pau subiu na hora e peguei o papel do cesto para cheirar. Aquele cheirão de cocô invadiu meu nariz e tomou conta do meu ser. Meu pau estava rígido, ereto. Como merda é gostoso… e cheira tão bem…
Cheirei muito o papel, mas não me contive e lambi também. Quando senti o gosto de merda na minha boca não aguentei e gozei. Estava disposto a ir embora quando ainda me veio à mente uma última tentativa: procurar nos vasos se havia alguma merda que não tinha ido pela descarga.
Procurei em vários até que, em um que estava fechado, achei um cocô marronzinho e durinho. Parecia fresco ainda. Meu pau que já havia gozado não resistiu e subiu de novo. Peguei o cocô com as mãos e cheirei muito. Depois ainda lambi. O cheiro do cocô estava tão gostoso que gozei imaginando de que mulher poderia ser.
Depois, peguei um pedacinho do cocô e embrulhei num papel para levar para casa. Consegui sair sem ninguém me ver e em casa me masturbei mais umas duas vezes até me desfazer daquela bosta maravilhosa. 
Um dia ainda realizo minha fantasia de receber cocô, pegar na minha mão, cheirar, lamber e esfregar no corpo. 

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