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domingo, 25 de março de 2018

Conto: Ela fez cocozinho e eu gozei.

Retirado do site: casadoscontos.com.br
Escrito por:  OsegundoCu

 Levei ela pro banheiro, baixei a calça e sentei no vaso. Aí olhei pra ela e falei que tudo bem, que era só ela levantar a camisola e sentar bem na minha frente, calma que tem espaço pra nós dois aqui, eu disse. Na hora pensei que ela não ia topar mas ela sentou comigo. Comecei a tocar de leve no grelinho dela e senti que ela foi relaxando. Brinquei até ela se melar toda aí apertei a barriga dela de leve e falei: faz teu cocozinho, amor, faz. Ela ficou meio tensa aí voltei pra bocetinha. Não quer fazer teu cocozinho? Eu quero fazer o meu – e fui botando e tirando o dedo de dentro da vagina bem devagar, sem pressa. Até que ouvi aquele ploft na água do vaso. Cara, só de lembrar eu já começo a babar a cueca toda. Beijei a nuca dela e comecei a fazer força pra minha merda sair e a gente ficou assim bem colados, eu dando uns selinhos na orelha dela enquanto a merda começou a sair do meu cu, olha, só vivendo pra saber como é, já tava com uma cobra saindo da bunda e aí queria que ela tivesse uma saindo também, aí que eu falei to cagando, linda, to cagando, vamos largar juntinhos no vaso, faz força pra mim agora, vai. Comecei a tocar uma siririca forte e no final dei um apertão na barriga dela. Deu pra ver ela estremecer toda e soltar a bosta. Soltei junto e a minha piroca ficou tão dura que começou a espetar as costas dela, pedi pra ela levantar e levantei junto. No vaso tinha três montinhos, dois dela e um meu, fiquei louco, cara, só sabia dizer olha que lindo, a gente conseguiu, amor, e nessa hora pensei que a minha benga ia explodir, comecei a tocar a bronha olhando pro vaso e gozei por cima de tudo. Ela me olhava sem dizer nada, parecendo que havia gostado. então puxei a descarga, voltei pra cama com ela e transamos com cheiro de de nossos cocôs, que ainda exalava do banheiro
Depois dessa ela meio que entendeu qual é que era a minha e hoje não tem ruim. É aquele negócio que o meu primo falou um dia... De acostumar a mulher e tal. As vezes quando eu chego do serviço ela já chega falando pra mim:
– Vamos cagar de trenzinho hoje, meu amor? 

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