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terça-feira, 27 de março de 2018

SCAT: O prazer que vem de onde você nem imagina.


Talvez o mais extremo e radical de todos os fetiches seja coprofilia, que são as práticas sexuais que mais curiosidade tem despertado nos últimos tempos. Porém existem registros desse tipo de atividade sexual desde os primórdios da civilização humana. Na Roma antiga, por exemplo, existem registros até mesmo de senadores, que ejaculavam intensamente quando prostitutas defecavam sobre seus rostos.
As pessoas que praticam o scat ou coprofilia, que significa brincar ou jogar com fezes, ao contrário do que possa parecer, não relacionam sexo apenas com fezes, mas também com urina, esperma e até mesmo o vômito.
A moderna psicologia, que estuda o fenômeno desde o início do século passado, atribui essa “parafilia” a algum trauma, disfunção, ou ainda a alguma descoberta de prazer ocorrida durante a transição da fase oral para a fase anal do desenvolvimento do indivíduo na tenra infância. Outros pesquisadores dizem ser esse um comportamento natural nos primatas, tais como, orangotangos, chipanzés e gorilas todos parentes muito próximos do homem. Estes mesmos estudiosos, atribuem esse comportamento de certos símios, primeiramente a um mero reaproveitamento alimentar, já outros dizem ser esse é um ato de submissão social ou de puro prazer sexual.
Todavia, existem especificidades dentro do sexo escatológico, também chamado em inglês de “water sports”. Por exemplo, ao desejo em ter contato físico ou até mesmo de beber urina, chamamos de urofilia ou vulgarmente de “Banho Dourado”.
Essencialmente, pessoas adoram urinar nos seus amantes, ou, ainda, adoram que os seu amantes urinem sobre elas. Urinar é algo realmente íntimo: a urina faz parte da pessoa, é quente e molhada, é agradável deixa-la sair, além de vir pelos próprios genitais. Alguns experimentam um arrepio de poder, quando tem alguém imobilizado sob seu controle, que não pode fazer nada, exceto receber a ducha, à medida quem é liberada. Já outros se excitam em ser forçados a urinar, a molhar suas roupas íntimas: “é coisa de criança e, portanto, deve ser punido” o que por sua vez remete ao sadomasoquismo.
Essa “parafilia” em particular, tem uma explicação bastante interessante e deveras convincente, do ponto de vista do comportamento animal dos seres humanos e que vem só confirmar as teses anteriores. Dizem os antropólogos tratar-se de um tipo de comportamento ancestral do homem, que a exemplo da maioria dos animais, usa a própria urina para demarcar seu território. Ou seja, quando urinamos ou defecamos sobre nossos parceiros, na verdade, estamos demarcando-os como nossa propriedade e aqueles que por sua gostam de ser passivos neste tipo de relação estão demonstrando extrema submissão.
Há também o rimming, mais conhecido vulgarmente em português por “cunete”, é considerado uma forma mais branda de coprofilia, uma vez que durante sua realização desse ato há o contato da boca com o ânus; se bem que nesse caso o prazer se dá não pelo contato da boca e da língua com as fezes, e sim pelo contato das mesmas com o sensibilíssimo tecido do orifício externo do ânus que estimula o esfíncter.
Ambas estão estreitamente ligadas, ao que hoje as modernas escolas de psicologia chamam de sexo sensorial, cujo o estímulo ao prazer sexual ou ao orgasmo se dá através dos cinco sentidos, a saber o tato, a visão, a audição, o paladar e o olfato; sendo esse último o mais importante para obtenção desse tipo especifico de prazer sexual. Um bom exemplo disso, ainda que pouco tenha a ver com scat, são os podolatras que gostam de pés cheirando a um leve odor de suor ou até mesmo a chulé forte, e quanto mais forte melhor! Neste grupo de podolatras também se inserem os misofílicos (aqueles gostam de pés sujos). Essas “parafilias” na maior parte das vezes, estão ligadas a outras como por exemplo, a podolatria ou ao rubber.
Apesar de parecerem estranhas à maioria de nós, são modalidades sexuais muito praticadas, não só por sadomasoquistas, como forma de alta dominação e/ou submissão como também por parceiros sexuais ditos “normais”, só que na intimidade de seus quartos. É por isso e por seu caráter dito “repulsivo” que só agora, depois de tanto tempo, ela se manifesta como uma forma real de prazer sexual.
É sempre bom recomendar aos seus participantes todo o cuidado
ao praticar essa modalidade sexual. 
Lembre-se só você é responsável por você mesmo!

Retirado do site facebook.com/encontrodedomesub

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