| DICA!: Comece a acessar como: QueroScat.com


quinta-feira, 22 de março de 2018

Texto muito inteligente sobre Coprofilia (SCAT)

COPROFILIA E LIBERDADE SEXUAL: COMBATER A IDEOLOGIA DE GÊNERO CONTRA O BULLYING E PELA LIBERDADE INDIVIDUAL

O tabu em relação a sexualidade e gênero se inicia no mundo globalizado através da hegemonia da filosofia judaico-cristã no ocidente ao ponto das práticas não-convencionais serem tidas como doenças e existindo inclusive tratamentos propostos e praticados em diversos países para curar pessoas adeptas.

lambuzada-de-chocolate
Tratar sexo e gênero como dois fatores diferentes portanto só reforça esta padronização que leva a criar regras que facilitem a eliminação dos fatores indesejados (pessoas). Neste caso, o comportamento fora do padrão reprodutivo da sexualidade que se caracterize apenas fora da heteronormatividade mesmo que aparentemente libertário ainda está longe de trazer uma real mudança para este fator, visto que não busca a permissividade completa, mas apenas expandir os níveis de tolerância dentro da cultura.

Dito isto é preciso perceber que mesmo nas comunidades portadoras de valores culturais que promovem a diversidade e a pluralidade algumas práticas movidas pela sexualidade permanecem como alvo de reprovação até mesmos nos setores mais liberais, enquanto que outras práticas também não usuais seguem ocorrendo de maneira aceita permanecendo obscura sua natureza motivadora. Como sexualidade é reflexo do desejo, é possível afirmar que todos os comportamentos humanos estejam sendo utilizados em menor ou maior escala para saciar os desejos, a civilização orquestra meios para transformar sexualidade em produção.

Assim, sentir prazer em comer fezes, ouvir jazz ou ajudar velhinhas a atravessarem a rua é a mesma coisa, nosso juízo de valor baseado em nossa cultura e tradicionalismo é quem nos incita a diferenciar comportamentos visando a padronização. Tal diferenciação é algo necessário para a manutenção da ordem e da hierarquia em todas as culturas conhecidas, mais do que isso, é algo que está ligado ao nosso comportamento tribal, somos mamíferos adaptados para vivermos em pequenos bandos e estes acabam padronizando-se naturalmente pela horizontalidade.

31
Na civilização este comportamento é patológico pois cria a territorialidade e o sectarismo. Não podendo ser suprimido (e não se pode), a própria civilização se torna uma patologia na medida em que busca adaptar conceitos aplicados ao modo de vida natural em uma realidade artificial que demonstra sua ineficiência através da análise de sua implementação.

O conceito de sociedade em humanos se relaciona com o cerceamento de liberdades individuais em nome da ordem e da hierarquia anti-naturais, é um conceito errôneo que parte de uma visão idealista e distorcida da própria natureza humana devendo portanto ser deixado de lado.

A coprofilia, a urofilia entre outras manifestações da sexualidade devem ser respeitadas ao invés de serem colocadas como novos padrões de imoralidade ou loucura. A insanidade nada mais é do que a fuga dos padrões culturais, de fato, uma pessoa considerada demente por uma cultura pode acabar destacando-se positivamente e atuando para o bem estar coletivo em outra onde suas práticas são aceitas pelo senso comum.


A sexualidade assim como o comportamento não merece ser alvo de juízos de valor, visto que tratam-se de aspectos individuais da vida de todos. 

Liberdade sexual é indissociável de liberdade comportamental, sendo esta uma condição primordial no preparo da autogestão. Na criação do debate acerca desta pauta associada com a permissividade e a organicidade ácrata, a coprofilia e outras práticas tabu de manifestação da sexualidade simbolizam através do seu extremismo contra os padrões culturais aceitos pela civilização industrializada um objeto de promoção do diálogo e da desobediência civil.

Portanto aceite a coprofilia, os coprófilos e coprófilas não te fizeram nada, e além disso sofrem de orgasmo quando comem a sua merda.



Retirado de desalinhadapalavra.wordpress.com/

Nenhum comentário:

Postar um comentário