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quarta-feira, 18 de abril de 2018

Uma madrugada muito louca... e porca

 Autor Amigo Este é um texto escrito por um parceiro do blog.
por Renan Ryuji. 30 anos, gay, RJ.


Uma das coisas mais gostosas em ser scater, é poder dar asas a imaginação, às fantasias mais absurdas envolvendo merda, e melhor, poder tira-las do campo das ideias e concretiza-las ao vivo, exercendo nosso lado hedonista sem amarras. Umas das coisas que me da muito tesão quando se fala em scat é poder ver a merda fora do vaso, local onde ela infelizmente costuma a ser despejada naturalmente. Por isso adoro ver vídeos de caras cagando no mato ou ar livre, da um puta tesão ver a bosta lá, sendo solta em meio a natureza, exalando o perfume tão particular dela. Porém não é sempre que se tem essa chance, e eu morando numa cidade grande como o Rio, essa chance se torna ainda mais complicado. Mas assim como ver a merda sendo largada do mato é excitante, igualmente pra mim é vê-la sendo cagada no chão de casa, indoor mesmo. Eu pelo menos adoro, melhor que ver vídeos de caras cagando numa privada. E foi justamente vendo esses vídeos, foi que cada vez mais crescia o tesão por cagar no meio da casa, experimentar essa sensação. Só que mais uma vez esbarrei num empecilho que era morar com a família e nunca ter espaço para poder fazer isso.

Um dia, numa dessas viagens dos meus pais, fiquei em casa sozinho por volta de uns 8 dias. E aí claro, entre uma cagada e outra eu dava aquela lambuzada no pau e gozava, bebia mijo, etc. Estava fazendo tudo o que me dava vontade. Aí numa madrugada, tava lá de luz apagada tocando aquele punhetão vendo umas cagadas na internet, enquanto segurava a bosta no cu o dia todo, na finalidade de acumular bastante para mais alguma brincadeira, foi quando olhei pro chão da sala e me deu uma puta vontade louca de soltar aquele cagão no meio da sala. Olhei pro janelão da sala, pensei em fechar mas percebi que que não daria para o prédio vizinho ver alguma coisa pela janela porque estava muito escuro. Então abaixei no meio da sala e comecei a cagar, soltei um pedaço  não muito grande da merda e o cheirão podre já começou a se espalhar. Fiquei em pé pra admirar minha obra de arte, e o pau a essa altura já estava duraço. Quando ia abaixar pra soltar todo resto do montão de cocô que eu ainda tava dentro do meu rabo, tive uma ideia repentina: e se eu espalhasse a merda pela casa toda? Qual ia ser o cheiro? Nesse momento minha pica deu uma contraída rápida: era o sinal de que o tesão queria fazer aquilo.

Levantei e primeiro fui no meu quarto, e soltei mais um pedaço de merda lá, depois ao quarto dos meus pais seguido pelo quarto da minha irmã. Caralho aquilo tava dando muito tesão de ver e sentir o cheiro, a mão estava afiada na bronha enquanto eu fazia tudo isso. Então continuei a saga da merda cagando no corredor, na sala de jantar em cima da mesa, e depois no chão dos dois banheiros, e até o banheiro de serviço. Tive o maior cuidado pra não deixar a merda sair toda e assim ter suficiente para outros cômodos da casa. E por fim cheguei à cozinha, o último lugar que faltava, e nesse iria arregaçar. Caguei no chão, dentro daquela gaveta de frutas da geladeira, em cima do balcão da pia e em cima da porta do forno.

Caguei com vontade de cozinha, pra esvaziar o cu. O tesão tava a mil e então eu fui agora contemplar o meu feito: transformei a casa praticamente no museu de merda. Tinha cocô em todo canto e ver aquilo me dava me deixava louco. 

O cheiro era a melhor parte de todas, o cheirão de merda pela casa toda fazia meu babar.
A sorte é que estava quase tudo fechado em casa porque acho que o cheiro poderia vazar para o apartamento de cima, e eu nem sei o que eu iria explicar caso a vizinha interfonasse. Fiquei caminhando pela casa aproveitando o cheiro e aquela visão do paraíso enquanto tocava minha punheta. Aí voltando pra sala, pensei que nada melhor que gozar mastigando um pedaço da minha merda em meio a essa cagada toda. Comecei a forçar pra ver se saia mais um pedaço de bosta do cu, foi quando olhei para o janelão da sala e pensei “E a sacada vai ficar sem?”. Um misto de loucura se uniu ao tesão e decidi que ia dar sim essa cagada na varanda. Eram quase 4h da manhã de uma quinta, quem ia estar acordado e me ver ali na sacada do 9º andar com o meu apartamento todo escuro por dentro? Ninguém! Então passei pela janela nuzão, olhei o prédio da frente, tudo apagando, nem mesmo carros na rua em baixo estavam passando. Abaixei na sacada, apoiei minhas mãos na grande e comecei a fazer força. Até que saiu um pedaço pequeno de merda, deveria ser o ultimo porque tive que forçar para caralho para sair. Pronto! A obra prima estava completa, merda minha por toda casa, caralho! Voltei pra dentro da sala e passei mais um tempo contemplando o cheiro e punhetando enquanto isso.



Já no auge do tesão, não aguentei e catei do chão da sala o primeiro pedaço da cagada, esfreguei no pau e comecei a bater até não demorar muito a gozar. E que goza foi essa! Puta que pariu, a porra voou longe até. Fiquei um tempo ali jogado no sofá curtindo o pós gozo. O fedozão de merda ainda dentro do nariz. A essa altura estava com um puta sono após gozar, então levantei pra ir ao banheiro lavar o pau e peguei um pedaço de papel higiênico só pra recolher a merda da sacada, o resto deixei onde tava mesmo, foda-se!

No outro dia eu dava meu jeito, já tava fudido mesmo tendo que limpar, poderia fazer no dia seguinte, porque naquele momento só queria mesmo dormir depois da gozada dos céus que acabará de ter. Agora,como eu fiz para limpar e tirar o cheiro depois vai ficar para outro dia! rs.

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