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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Conto: Peido da amiga na escola.

Retirado do site: casadoscontos.com
Escrito por:  YoungKillers

Final do terceiro ano na escola, atividade em dupla. Dessa vez minha dupla seria com a Jessica uma amiga que demonstrava ter grande afeto por mim. 
Na noite passada, retirei o bloqueio do meu celular para nenhum. Isso foi um erro (ou não). 
Juntamos nossas carteiras uma na outra e ficamos um do lado do outro. Durante a atividade me distraio e quando percebo, Jessica esta com a mão na boca de espanto, ela ria e eu perguntava o que era enquanto tentava tirar meu celular de suas mãos, foi então que ela disse bem baixinho. - Você gosta de peido? - riu novamente. Na hora senti muita vergonha, meu coração acelerou, só me restava dizer que sim e que gostava, mas não antes de checar se todos ao meu redor não poderia ouvir. - Mas como assim, já cheirou? - Não é isso, apenas a ideia me intriga. - Espera... Nesse momento, Jessica que gostava de sentar na cadeira agachada, fez um esforço e se ajeitou abrindo as pernas e fez uma careta, e então sua expressão foi de espanto, com seus olhos arregalados e com as duas mão na minha perna disse "peidei", aquilo me instigou bastante, comecei a rir junto com ela. 

- Hey, agora... pega a caneta que caiu - 
disse procurando uma caneta em sua mesa e jogando no chão em seguinda. 
- Posso? 
- Vai, ta pronto! Rapidamente, mas sem causar muito alarde, para ter cuidado para que ninguém visse aquilo. 

Dessa forma, me abaixei para pegar a caneta com uma das mãos esticava para pegar e ao mesmo tempo o meu queixo erguido, bem próximo entre as pernas da Jessica, ouvi um barulhinho rasgando o tecido de sua calça, no momento meu nariz estava relando sua calça e pude sentir uma corrente de ar quente que encheu meus pulmões para meu êxtase (o volume em minha calças era tão grande que machucava). 
Ela, com suas duas mãos, segurou minha cabeça no intuito de me fazer ficar ali parado para a próxima, foi dai então soltou outro pum ainda mais forte e barulhento, só que mais fino com um barulho agudo e longo. Após pegar a caneta e volta a posição normal, vi o rosto de ansiedade dela para saber minha resposta, com um grande sorriso disse: - E ai? Sentiu, como foi? - Oh se senti! 

Ela caiu na gargalhada, parecia não parar, só pude rir junto.

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