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sexta-feira, 18 de maio de 2018

Conto: Relatos Mijados

Retirado do site: adoida.com.br
Escrito por:  rimapri

Tenho 26 anos, sou uma executiva, 1,69cm, 65kg, coxas grossas, seios grandes mas bem empinadinhos e pontudos, uma bunda que chama atenção, uma bucetinha ótima para chupar e fuder, e como as pessoas dizem, sou gostosa e chamo a atenção. 

Minhas primeiras experiências quase proibidas do sexo bizarro aconteceram com a descoberta da golden-shower, chuva dourada, urofilia ou os prazeres do mijo.

Posso afirmar com certeza que essa prática me acompanha sempre. Numa masturbação em sessões de brincadeiras com minha xoxota, não sei por que razão, coloquei minhas mãos na coxa e fiz um pouquinho de xixi e, para não derramar aquele mijo no tapete da sala, meu ato reflexivo foi o de beber tudo de uma vez, sem pensar.

Lembro-me perfeitamente do gosto desse primeiro mijo na minha boca. Era bom, quente, forte, intenso, ao mesmo tempo salgado e doce, era, como o ouro que lhe dá a cor, simplesmente majestoso!

Esse episódio, essa brincadeira, foi esquecida e só retornei para o culto ao mijo tempos depois. 
Nos vestiários e/ou banheiros, que secreto prazer eu sentia em ouvir e muitas vezes ver minhas colegas mijando, várias pernas abertas liberando o liquido precioso.

Depois, sozinha e um pouco assustada, eu voltava a esses banheiros, admirava as patentes com o xixi dentro, os resquícios daquela essência, respirava profundamente para sentir o cheiro forte de urina, urinas misturadas que se impregnavam nas minhas narinas e, aparentemente, também no meu ser.

A partir de então, sempre que ia mijar, eu deixava escorrer um pouco do meu mijo pelos dedos e, ávida, os levava à boca para saciar minha sede.

Passei a mijar com a xoxota bem aberta e, algumas vezes, apertando meu clitóris, saía aquela babinha de lubrificação que se juntava às últimas gotas de xixi, e eu chupava os dedos com tesão.

Eu estava me transformando em uma legítima membra do clã dos bebedores de mijo. Essa transformação seria definitiva.

Eu adquiri o hábito de me trancar no banheiro do meu quarto, deitar no chão frio, pegar na minha xoxota e mijar.

Me deliciava ver o jato dourado esguichando, caindo suave e morno sobre o chão, e depois passava minha mão no meus peitos, barriga, no rosto, me deixando com um cheiro meio animal, de mijo e suor misturados. Eu gozava muito em seguida. Eu também, por tesão, mijava vestida, encharcando a calça e a calcinha, que depois eu tinha que dar um jeito de lavar ou esconder.

Descobri absurdas receitas medievais, as capacidades curativas da urina de certos animais e aprendi que Zeus seduziu uma mortal transformando-se em uma chuva dourada que caiu do céu.

Mulher feita, meu doce vício aumentou. Quase sempre eu mijo em um copo e bebo, bebo aos goles fartos, ficando o gosto de mijo na minha boca. O sabor tem suas nuances: às vezes é mais forte, mais concentrado, outras é suave, mas sempre delicioso.



Penso em sacanagem a cada instante e gostaria de relatar uma experiência: estava com amigos em um barzinho, bebendo cerveja. Fui ao banheiro com o copo na mão e me veio a inspiração, joguei a cerveja fora, abri minhas pernas e mijei no copo e voltei para a mesa com um copo de mijo na mão. Eu bebia sacanamente mijo na frente dos meus amigos, sem ninguém saber, enquanto minha xoxota ficava ensopadinha sob a calcinha!

Todos os dias vou a esses banheiros públicos, em shoppings, universidades, clubes e quando não tem ninguém, passo a mão nos restos de mijo das privadas e dou uma cheirada. Depois abaixo minha calcinha, ponho minha mão na minha xoxota, me acabo com uma frenética masturbação.

Ao voltar para casa, o que encontro é a limpeza, o design moderno, os objetos, a elegância discreta de sempre. Certa vez, no banheiro de um shopping, notei uma gatinha saindo de uma cabine e percebi que ela não havia dado descarga.

Mais do que depressa entrei no reservado que ela ocupava e vi a privada repleta com seu mijo, ainda quente e com o melhor cheiro que já senti. Não tive dúvidas, libertei minha xoxota, ajoelhei em cima da privada, e comecei a me masturbar olhando aquele mijo e imaginando aquela gatinha mijando em mim me molhando toda inclusive meus cabelos! Nossa foi uma das minhas maiores gozadas.

Quando fui morar sozinha, a privacidade me permitia criar novas sacanagens e diversões: após beber uma garrafa de champagne, enchi essa mesma garrafa com meu mijo, que eu passava para uma taça e bebia com calma, sentindo o mijo quente descer suave.

Para satisfazer essa tara, parceiros não me faltam.

É relativamente fácil encontrar homens e mulheres que são adeptos dessa prática 

E mijar junto com homem(ns) ou mulher (es), beber o mijo de outro pessoa é muito, muito mais excitante. Assim, já mijei em outros (as) e já recebi verdadeiros banhos de mijo.

Já ensinei a muitos a forma correta de se beber sem desperdiçar uma gota, e sem pressa – e já bebi muito, servindo de banheiro humano a quem quisesse.

Certa vez, com um parceiro, tive o desejo de levar uma mijada dentro da minha buça, então, ele encaixou seu pau na minha xoxota e mijou, mijou, preenchendo minha barriga com seu suco de macho tesudo.

O auge da sacanagem foi quando ele terminou e eu mijei todo o mijo dele, esguichei com força o mijo que ele soltou em mim direto na cara e na boca dele, que eu beijei em agradecimento por aquele prazer.

Creio que a fantasia que me falta ser realizada nessa área é organizar e protagonizar uma Festa do Mijo, com pelo menos umas 20 pessoas que curtem chuva-dourada, eu pelada em uma banheira, os convidados mijando muito e sua anfitriã tomando banho com o mijo de muitas pessoas diferentes. Seria glorioso.

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