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quarta-feira, 6 de junho de 2018

Conto: Peido da amiga na escola. (Parte 2)

Retirado do site: casadoscontos.com
Escrito por:  YoungKillers

Esse é o segundo conto, uma continuação do primeiro: leia clicando aqui.

Acho que Jessica se empolgou após os acontecimentos do primeiro conto, pois ela começou a exagerar a um ponto que ficava perigoso. Ela passou a me chamar a todo momento que sentia vontade de peidar, e eram peidos fortes e bem cheirosos. Maioria das vezes em sala de aula mesmo, quando não tinha ninguém vendo, ela peidava em sua mão e depois de forma escondida eu cheirava ou até mesmo usava minha própria mão. Eu a achava uma excelente amiga, pois via que ela queria muito me agradar, foi assim que em um dia quando preparávamos para uma atividade em grupo, Jessica, Mirella e eu, decidimos ir até a casa da Mirella fazer todo o trabalho. Mas nesse dia, Jessica, se atrasou.

- Cadê ela? - me perguntava Mirella já preocupada.

Só me restava dizer que não sabia e foi isso que fiz, só que nesse momento recebo uma mensagem no celular, era da Jessica que dizia que ia se atrasar. Ela nunca foi de se atrasar, era uma menina disciplinada e exigente consigo mesma.

Demorou por volta de 1h até que conseguíssemos ver sua imagem aparecer na multidão que era o metrô de onde surgia. Caminhava bem devagar o que nós deixou nervosos.

- O que aconteceu, Jeh? - Perguntei ao finalmente chegar.
- Não acordei bem hoje... - respondeu com uma cara de triste.

Alcançamos um ônibus para partimos para casa da Mirella, e a dificuldade da Jessica andar estava evidente.

- A feijoada não caiu bem, Jeh? - Perguntou Mirella rindo - e correu para achar um lugar no ônibus ao fundo dele.

- Mais ou menos isso! -respondeu passando o bilhete na catraca - então me beliscou - culpa sua! Rum!

Fiquei sem entender porque seria culpado daquilo, mas resolvi ignorar, já tínhamos problemas demais.

Ao chegarmos ao ponto, Mirella teve que ajudar Jessica a descer, pois eu já estava na calçada gesticulando para as duas descerem rápido. Mirella com cara de quem não esta gostando nada daquilo perguntou:

- Que isso Jessica? Ta grávida?
- Pior que isso, minha barriga dói muito! -Respondeu Jessica num esforço ao pular do ônibus.
- Em casa vejo se tenho algo para ti.

Assim partimos. Não foi uma tarefa fácil chegar até o apartamento da Mirella com as constantes reclamações da Jessica que não parava um segundo de gemer.

Já dentro do apartamento, Mirella arrumou o quarto dela de modo que ficássemos em "posição de índio", sem problemas, um virado para o outro em um círculo. Então lá estávamos, colocando nossos materiais no chão para começarmos. Mas não durou muito até que Jessica se vira para trás e coloca a mão na barriga como uma grávida faz quando esta em trabalho de parto.

- Calma Jeh, que droga! Me esqueci de ver se tenho algo pra dor, o problema é se você começar a peidar na gente, tenho certeza que ninguem vai gostar. - disse Mirella que, mal sabia o quanto a ideia me agradava, se levantando e foi até a cozinha.

Jessica fez um olhar estranho, com um gesto e em forma de cochicho disse:

- Venha cá! - Então me aproximei bem perto de maneira que a poderia ouvir sem dificuldades e que não precisasse falar alto, sabia que era algo "secreto" - Isso é sua culpa - voltou a repetir, mas o que será? Me perguntava - Eu fiz uma pesquisa na Internet porque sei que você gosta de pum, certo? Sei que adora cheirar os meus, não é à toa que sempre que sentia alguma vontadinha eu já te procurava com meus olhos para ver se era o momento oportuno para... - olhou para o lado para ouvir alguma movimentação da Mirella na cozinha e se tranquilizou, e continuou - ... peidar perto de você.

- Sim, e por isso sou muito grato, mas o que tenho haver com isso?
- Pois então, dias atrás fiquei pesquisando o que me daria mais gases para poder peidar melhor. Isso faz 3 dias e não peidei nadinha e como hoje é segunda, você não percebeu.
- Meu Deus, Jessica! Não precisa se matar por causa disso também, o que adianta agora? A Mirella não vai deixar que você peide no apartamento dela!

Jessica fez cara de arrependimento, parecia uma criança de 5 anos que fizera alguma besteira. Nesse momento Mirella aparece na porta e nós da um belo pequeno susto:

- O que é que tanto cochicham ai? Procura na minha gaveta se tem um pacotinho de remédio - disse apontando para o criado mudo.

Assim eu o fiz, procurei pelo remédio e disse não encontrar nada. Mirella fez um olhar para a Jessica e disse que precisava ir na farmácia então. Pegou sua blusa com suas chaves e se despediu.

- Agora seria o momento certo - disse Jessica que não tinha visto que eu segurava em mãos o remédio, ao perceber ela deu um baita de um sorriso - Aeeeee, como você é esperto, me deixa tomar logo.

Então estendi para que ela pegasse e corri pra cozinha pegar água para ela. O remédio demoraria para fazer o efeito, mas, após um tempo, pude ver Mirella ainda atravessando a rua, isso daria bastante tempo de sobra. Então me virei e perguntei:

- E ai? - Ela fez que nem grávida olha se o bebê chuta então fez um sinal de negativo - Tenta se levantar, talvez isso ajude.

Então ela ficou de pé com muita dificuldade, e aos poucos foi dando alguns passos enquanto massageava a barriga. Ela foi caminhando e alongando até que teve confiança e deu um salto que fez um som de estralo por que estava descalça, Mirella nós tinha feito tirar os sapatos para não trazer sujeira de fora para dentro do apartamento.

- ai meu pé! Urrghhh - ela parecia bem nervosa - vem logo aqui, acho que vou soltar um - então corri apressadamente e me posicionei ajoelhado, Jessica não saíra da posição que aterrisaria, mas dessa vez foi alarme falso - ah... me dê todo o remédio.

Pós ter tomado todo o remédio, a esperança aumentou. Não fora fácil tomar todo aquele remédio de gosto peculiar, mas ela estava tão decidida que nem exitou. Agora era questão de tempo...

Ela deitou na cama da Mirella e começou esticar as pernas e encolher de modo que seu joelho fosse ao queixo, já estava cansada de massagear a barriga com as mãos. Ela deitada, ficou na pontinha da cama encerrando a parede e com um grande esforço disse:

- Vem agora! - então rapidamente me postei de joelho e encostei meu nariz em sua calça e senti um estouro rápido, um sopro forte porém muito rápido que me fez sentir um cheirinho, mas não era o bastante mas me deixou confiante - agora vai sair mais fácil, fica vendo - Jessica batia na barriga e soltou mais um peido idêntico daquele.

- EITA! Agora vai! - disse quase gritando e se virou de barriga pra cima, segurando os joelhos abertos de modo que pudesse entre eles me espiar cheirando -vai cheirando! - e eu o fazia, eu conseguia sentir sua cavidade anal pela primeira vez, aquela posição o deixava bem exposto, sem contar que minha vontade e minha excitação me fazia com todas as forças empurrar meu nariz ali para dentro, rapidamente lembrei da nossa primeira vez, o jeito que meu coração batia e meu membro ereto dentro das calças que me fazia dor ao empurrar a barguilha da minha calça como que se demorasse mais a estouraria. Todas essas sensações estavam três vezes mais fortes, minha respiração forte o calor que me envolvera e quando Jessica soltou o maior peido que ela já soltará até aquele momento me fez entrar em transe, eu facilmente poderia me ver babando por aquele peido demorado que fez um som tão alto que certamente se alguem estivesse passando pelo corredor do apartamento ouviria, o som do tecido da sua calça lutando para não se romper por tamanha brutalidade que deixou meus pulmões aquecidos que também me jogará nas nuvens, meu corpo perdia forças, me entregava ao extase como se tivesse perto de desmaiar naquele momento, como eu disse: eu poderia me ver babando naquele instante se não fosse a mão da Jessica que me lembrou que não era o fim que mais viria e eu teria que me permanecer firme, então segurei suas coxas e afundei mais meu nariz, nem sabia que isso era mais possível. Então ela me fez outro peido tão extasiante como o primeiro, mas não parou por ai, foi uma sequência divina.

- Pronto, me dê uma pausa - disse ela se virando na cama.

Quando me pus de pé cambaleando, tirei minha camisa que me sufocava, meu nariz ainda sentia o cheiro da Jessica e ficaria impregnado por um bom tempo ainda.

- Nossa, eu sabia que você gostava, mas não dessa forma! Acalmesse se não terá um infarte.
- Você não sabe o quão desejo experimentar novamente isso, Jeh! Tem mais?
- Tem sim, claro. Mas agora você vai ter que me cheirar sem a calcinha... - Mal terminou de falar e jogou sua calça ao meu lado e ficou de joelhos na cama de forma que seus pés ficava perdurados para fora - preparado? - nem pude responder, aquilo era um choque, ainda mais quando desceu a calcinha e me deixando aquela maravilhosa imagem que não sairia da minha cabeça. Jessica tinha uma bunda linda, não era das mais grandes, era pequena mas era muito gostosa a forma que ela empinava para que eu pudesse cheirar ela.

- O que espera? Não vou aguentar segurar por muito hein... - Então me posicionei novamente agachado, eu estava fascinado com aquilo tudo, não conseguia nem mesmo acreditar que aquilo estava acontecendo. - Chega mais perto né? Dai não vai sentir nada - duvidava disso, do jeito que ela estava peidando, até mesmo quem tivesse na sala sentiria seus peidos. Ela percebeu meu receio de encostar, então ela deu duas pinceladas com os dois dedos no cu e apontou para me cheirar e disse - Não tenha medo, pode encostar!

Após cheirar o dedo dela que fedia bastante me deixou motivado, agora eu me encontrava com uma das mãos na sua nádega esquerda e ao mesmo tempo meu nariz se encontrava bem na entrada do seu ânus que era escurinho e bem fechadinho. Então pela primeira vez senti como era cheirar sua bunda nua, o vento que saia era bem mais puro, o calor era maior, e podia sentir sua carne, podia ver o movimento que seu cu fazia ao fazer força, todos esses minimos detalhes deixava a experiência ainda mais prazerosa ainda! Jessica peidava sem piedade alguma, e quando me dei conta eu estava realmente babando, meus olhos estavam pesados também, minha cabeça estava dormente, cada rajada de peido que ela dava eu me derretia, foi então que tirei meu pênis para fora e comecei a me masturbar, meu pau já estava todo melado de excitação. Jessica percebeu o que estava fazendo:

- Quando for gozar me avisa que me esforço pra te dar um pum que você nunca mais se esquecerá! - Nem pude responder, o cheiro daquele cu me fazia ficar perdido, o momento era tão de êxtase e loucura que acabei dando uma lambida forte na bunda dela que a fez arrepiar - Caramba! Era pra cheirar só, mas esteanhamente to gostando - ela riu da situação, e meu corpo foi tomado por caimbra e espasmos que me fez cair no chão.


- Hey, você ainda não gozou e tenho mais! - eu estava estendido no chão, então Jessica montou no meu rosto, de modo que seus pés ficaram ao lado das minhas orelhas. Ela segurava suas nadegas para peidar ainda mais forte deixando seu cu o mais exposto e aberto possivel, eram rajadas assustadoras que acertavam minha cara, em um momento me faltava oxigênio, tudo que sentia eram os peidos - vou contar até 3 e você vai gozar, 3,2,era o golpe final, ela simplismente fez um peido ininterrupto, bem com o cu apontado pra minha cara, sabe quando você se senta na janela de um onibus ou carro em movimento e o vento te faz ficar com uma falta de ar, por entra no seu pulmão tanto ar que parece que vai te afogar? Era dessa maneira que me sentia, mas não pense nem um pouco que aquilo foi torturante, aquilo era o paraiso! Gozei de forma esplêndida, voava goza pra todo lado e escutava a risada da Jessica, que ainda soltou mais um peido demorado após me ver gozar. E então quando me virei vi a imagem de Mirella de espanto, deixando uma sacola cair no chão, provavelmente era o remédio que fora comprar. Jessica ficou muito envergonhada, saiu de cima de mim rapidamente e colocou suas calças em uma habilidade que mais cedo não tinha. Mirella não disse nada, apenas tampou o nariz e abriu a janela do quarto.

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