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segunda-feira, 11 de junho de 2018

Conto: Pum da prima - Implorando por peido.

Retirado do site: casadoscontos.com.br
Escrito por:  YoungKillers

Quem nunca imaginou cheirando os peidos de alguma menina? Não é algo fácil de confessar, não é algo que você sai por ai contando para as pessoas! Imagina só se você resolve fazer isso? E ainda mais, resolve sair falando que quer cheirar o pum daquela garota que você gosta? Hahaha acho que não né? Pois é, esse conto é sobre isso, como a coragem, cara de pau pode te ajudar e um pouquinho de loucura pode te ajudar.

Tudo começou quando minha prima mais velha veio aqui em casa, ela era daquelas que chamava atenção pelo seu corpo em forma, ela é alta, tem coxas e bunda bem grandes. Mas até ai tudo bem, não tinha atração sexual por ela, até mesmo por que era minha prima né! Acho que família é complicado e eu estava namorando na época.

Ela começou a morar aqui por causa dos seus estudos, ela saiu da sua cidadizinha no interior para tentar a sorte na cidade grande. Rapidamente nós viramos amigos, parecíamos irmãos pelas frequentes brigas e discussões sem sentido. Até que um momento percebi que ela estava querendo algo mais, ela me dava indiretas que sinalizavam que ela gostava de mim de outra forma, mas eu ignorava, até algumas brincadeiras em que ela tentava me beijar a força eu evitava, amava minha namorada e não queria mais nada além da sua amizade. Em uma das nossas brincadeiras eu fiz cócegas nela até que ela soltou um peide que deixou ela vermelha de vergonha. Eu parei, mas aquilo me acendeu alguma coisa. Dali em diante eu não parava de pensar naquele peido! E percebi depois o quão arrependido eu estava de não ter pelo menos tentado aspira-lo. “Será que estou ficando louco!?”

Teve esse dia que fomos em uma festa em que alguns amigos e familiares, que moravam com ela naquela cidadizinha, organizaram uma festa na casa de uma tia que mora aqui perto de casa. E cada um dos convidados trouxeram algo, um presente, e como eles não eram de ter muito dinheiro, trouxeram em sua maioria comidas. Como a maioria estava lá pela Marlene, esses presentes eram para ela que chorou muito, dizia que sentia falta do seu lugar, da sua terra e que queria voltar!

Claro que ela não podia, estava tudo dando certo aqui. Mas de alguma forma aquela visita a fez mal. Depois desse dia, ela passou andar muito nervosa, ansiosa com tudo, não parava quieta. Ela só melhorava quando pegava aquelas comidas pesadas que ela ganhou e se empanturrava, e quando falo isso acredite! Era montantes de comida e doces que faziam ela ficar calma, ela se jogava no sofá e ficava lá paralisada.

Eu brincava dizendo que a barriga dela estava que nem a do Chaves(seriado de tv do México) quando comia um frango inteiro, e também ia lá ficar cutucando ela só pra encher o saco mesmo. Em uma dessas cutucadas ela perdeu a paciência, ela estava de mal humor, como todos os dias. Ela levantou de uma vez, toda nervosa falando para mim parar até que ela respirou fundo, ficou dá ponta dos pés e com as suas duas mãos tampavam sua bunda com força e de repente ouvi um estralão enorme e ela correu para o quarto. E eu fiquei imóvel na sala por um tempo, sem acreditar no que aconteceu. Eu não sabia se ria, ou se eu morria de tesão, fato era que dessa vez eu não ia deixar escapar e respirei fundo aquele peido que ela tinha deixado no ar. Tive bastante sucesso até, mas não era suficiente. Aquilo me deixou bem instigado de verdade. Era a prova oficial de que eu gostava de peido! Minha vontade era de ir até o quarto dela e arrancar todos os peidos dela! E por que não? O que me impede de ir até lá e pedir para que ela peidasse na minha cara? Respirei fundo até desistir dessa ideia maluca.

Talvez seja pela ansiedade que faz com que ela fique assim, e eu estava disposto a não perder essa chance! No outro dia ela me pediu emprestado meu computador:

- Hey primo, posso fazer uma pesquisa no seu computador?
- Não! Você nem sabe usar, como vou emprestar?
- Você me ensina, anda seu chato! - diz ela se chacoalhando toda
- E de graça assim? - Perguntei já sabendo como iria extorquir alguns peidos dela, só que minha voz até falhou de nervoso.
- É de graça sim! É muito importante!

Olhei para baixo e fiz que estava pensando, dei aquela respirada funda e comecei a falar pausadamente para controlar meu nervosismo, não sabia como ela reagiria:

- Esqueça isso, agora estou ocupado... Ou... talvez você possa... - na hora que ia propor ela abruptamente me interrompeu
- Ta! Eu posso soltar pum na sua cara! Você gosta disso! Então tá bom! eu solto pum na sua cara!

Ela disse aquelas palavras quase gritando, fiquei sem reação! Sua impaciência tomou conta, e tinha uma expressão de raiva, mas após recuperar do abalo, não deixei de zombar da cara dela:

- E por que você acha que eu quero isso? Cheirar esse rabo fedido seu - fiz expressão de nojo
- Acha que eu não percebo? Toda vez que eu tô sozinha passando mal você chegava e ficava parado sentindo aquele cheiro, eu sei que você sente! Seria impossível! Ou não tem olfato né? E te vi com a cara afundada no sofá, tu mal esperou eu levantar direito, seu tarado!

Que bravura!! Encarei ela por alguns segundos até que ela diz um "Deixa pra lá!" e rapidamente sai da sala pisando duro. Gritei o nome dela para que ela voltasse, então desesperadamente corri atrás dela e me ajoelhei agarrando suas pernas por trás. Eu pedia por desculpa e comecei a implorar para que ela peidasse enquanto colocava meu rosto na suas nádegas. Eu estava ofegante e muito excitado com aquilo tudo, porém ela apenas se virou e me empurrou, fazendo que eu caísse e batesse a cabeça na parede, depois a vi bater a porta do quarto.

No outro dia de manhã quando acordei, mais tarde que o usual, encontrei ela se arrumando para sair e logo perguntei "Como você vai sair assim? Poluindo o ar que anda?". Ela fez uma cara de brava e continuou "Sério, eu quero cheirar você... O que eu posso fazer?" Mas ela não respondeu, apenas deu tchau e saiu. Eu sentia que fiz merda, não deveria ter se aberto dessa forma, agora ela se sentia intimidada, só que agora é tarde para se arrepender, eu precisava sentir aquelas bufas nem que precisasse tomar medidas drásticas! E assim foi, dito e feito.

Qualquer coisa que ela viesse pedir algo para mim, eu já jogava na cara dela que ela precisava soltar um peido na minha cara para que eu fizesse o que ela pedisse, mas ela não parecia que iria ceder cedo. O lado bom disso é que eu ficava na espreita sem ter vergonha de ver ela me ver cheirando a cadeira que ela acabou de levantar com a esperança de sentir algo e também de provoca-la, mas eu sentia era mais o calor que ela deixava na cadeira ou sofá pela a sua abundância que me deixava excitado.

Eu estava sim obcecado, não dormia direito e tive até um sonho que mexeu muito comigo, sonhei que ela peidava e me deixava sentir! Quando acordei desse sono, eu estava ofegante, precisava fazer algo e tive uma ideia! Me levantei e escondi as chaves dela, como meus pais trabalhavam pela manhã, ela não teria a quem pedir a chave para abrir o portão e assim ela teria que me fazer esse favorzinho.

Ela estava lavando a louça quando cheguei na cozinha, fui direto na sua bunda e dei uma cheiradona funda e ela me deu um jogo de cintura "Para! Ta me atrapalhando!" E dei mais uma fungada, eu estava muito assanhado. "Você viu suas chaves?" Perguntei com um sorriso.

"O que tem elas? Vai dizer que você pegou!? Tu é muito previsível mesmo! Eu já disse que não vou peidar na sua cara!" Marlene estava mesmo decidida, mas eu não tinha perdido a guerra ainda e iria não desistir facilmente.

Eu me ajoelhei no chão e juntei minhas mão e implorei: "Por favor, eu quero que isso acabe logo! Me dê um só! Que eu paro de te encher". Ela respirou fundo e começou a pensar, pela primeira vez ela estava considerando essa possibilidade, me senti orgulhoso da minha coragem.

"Tá bom! Vou dar um só e chega! E eu não tenho um botão que eu aberto e simplesmente peido. Quando eu tiver vontade vou te procurar, ta bom?"

Eu abri um sorriso bem grande para ela e acenei positivamente " é para chamar!".
Eu não era besta, eu queria aqueles peidos o mais rápido possível e com o aval dela eu conseguiria, e seria mais fácil se eu colocasse algo na comida ou na bebida dela para que fizesse ela peidar. Entrei em um desses fóruns esquisitos na internet e consegui uma resposta que era uma mistura de chás que fazia soltar tudo.

Mais tarde então, eu ofereci essa mistureba de chá, ela nem suspeitou e tomou tudo. "Obrigada, tu até ficou mais legal quando aceitei em soltar um pum na sua cara, deve realmente gostar! Por isso quando eu tiver - interrompeu - ....tiver, tiver com vontade de ... - fez mais outra pausa - minha nossa senhora! O que tinha nessa chá?" Rapidamente ela deitou no sofá "vou peidar,vem!" Joguei meu peso em cima das pernas dela e afundei meu nariz bem na divisa da sua volumosa bunda. Ela estava com um shortinho que ia até o joelho feito de lycra. Envolvi com minhas mãos deu corpo, eu segurava para que ela não escapasse, tinha medo dela correr, eu não estava disposto a cheirar apenas um de seus puns, eu sabia que dali sairia muito mais.

Ela parecia estar sofrendo, eu escutei ela dizer "Aí que dor! Huuummmmmm!!!" E seguido de um longo peido, longo mesmo! Daqueles de arrebatar, fatal! Eu nem podia acreditar que aquilo estava acontecendo! Aquilo mesmo estava acontecendo! Que peido fedido que ela me deu, e não parou ai, após esse longo ela deu mais um estralão de peido e depois mais uma série de outros barulhentos peidos! Aquele ar quente e pesado se formava, chegava até dar um pouco de ardência no meu peito.

"CARACA! O QUE TU ME DEU?? O prometido era só um!" Disse soltando mais um longo peido. Eu segurava ela com muita força, não tirei meu nariz entre as adegas dela nem por um segundo! Ela me deu mais uma outra série de peidos, ela chegava a se contorcer de tanta dor e eu fazia o possível para não sair daquela posição. "Calma, me deixa levantar" eu não queria obedecer, mas eu estava tão extasiado por aquele cheiro, até que senti suas pernas deslizarem por entre meus braços. Então agarrei ela novamente, agora ela estava de quatro no sofá e afundei meu nariz de novo na sua bunda "ai calma ai!! Vou só mudar de posição" e soltou mais um peido na minha cara. Dessa vez ela segurou minha cabeça para que eu não virasse e disse com voz alterada “Tu me fez ficar assim, agora vai cheirar tudo, ah vai!”

Se ajeitando, ela se sentou normal no sofá, deslizou suas costas no assento e levantou suas pernas de tal forma que seus joelhos ficassem no seu rosto enquanto ela segurava suas coxas com a mão "Vai, anda logo! Cheira ai que não tô me aguentando!" Então eu me ajoelhei no chão e novamente enfiei meu nariz na suas calças spandex e senti um forte vendo sair assobiando da sua calça, meu nariz já estava impregnado com aquele cheiro. O chá foi tão sucesso que o barulho daqueles peidos e da minha prima gemendo podia ser escutado até pelos vizinhos. Mas eu não pensava nisso mais, eu lutava para conseguir desfrutar cada segundo daquele estante, a cada pum que ela dava era uma injeção de ânimo e prazer.

Após alguns minutos ela se levantou, segurando a barriga "nossa, que foi isso? Não consigo parar!" Então me levantei também e fiquei atrás dela. Eu estava fora de mim! E ela também não era a mesma, estava tão em choque e querendo se aliviar. Me agachei no chão e percebi que mesmo estando de pé vi que ela se curvou um pouco, aquilo era o sinal de passe livre que eu precisava! Abaixei seu short spandex até sua canela, deixando só de calcinha! Botei novamente meu nariz na sua bunda, agora sentia de forma mais direta e centralizada os gazes poderosos que me deixava nas nuvens.

"Assim, olha" Disse Marlene colocando um de seus pés em cima do braço do sofá após jogar seu short pra longe. Aquela posição deixava seu cu mais exposto e fazia menos barulho, mas em compensação eram bem “fatais.". "Enfia o nariz ai que vem mais!" Dito e feito! Eu segurava sua bunda enquanto cheirava profundamente, eram peidos bem longos, juro ter perdido a consciência por um tempo pelo odor que estava ali!

Depois de tanto pum soltado ela começou se aliviar mais, parecia mais calma e então se vestiu e para na minha frente e perguntou “Gostou!?” disse dando um tapa na minha e foi embora da sala. Eu ainda fiquei lá caído no chão maravilhado com o que tinha acabado de acontecer! Comecei a me tocar e foi o melhor orgasmo que tive na vida. Naquele momento, por que após isso adotamos o chá e fizemos isso outras vezes. Agora quando ela pedia algo ela já sabia que tinha que peidar na minha cara para conseguir, e sempre que tinha uma vontade ela me chamava pra Cheirar! Isso era muito bom. Ela meio que ficava nervosa com a situação e queria descontar a raiva que sentia por mim se esforçando ainda mais para peidar, como se aquilo de alguma forma fosse me machucar.

Inclusive teve uma vez na cozinha, que ela estava lavando louça que nem da primeira vez, só que agora ela deixava eu cafungar na sua bunda, e as x soltava uns peidinhos, mas como era na cozinha ela não gostava, me pedia parar sair e ir esperar por ela na área onde eu ficava deitado no chão e ela se agachava até meu nariz e soltava aqueles estrondosos peidos. Detalhe, alguém na rua podia ver aquela cena, mas eu não dava a mínima! Tinha dias que a gente perdia horas lá fora, ela preferia lá fora por que ela não sentia muito o próprio pum, no quarto fechado era melhor para mim, mas ela acabava sofrendo hahahaha.

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