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sexta-feira, 1 de junho de 2018

Conto: Tesão do mijo.

Retirado do site: adoida.com.br
Escrito por:  carlosme

Acordo todas as manhãs com uma deliciosa ereção provocada pela vontade de mijar. É uma ereção diferente das que tenho quando estou com tesão, essa faz minha pica ficar com a cabeça bem grande e latejando, quando estou com vontade de mijar ao acordar ela fica dura a partir da base e a cabeça fica normal, mas é uma ereção tão forte que mesmo ao caminhar em direção ao banheiro ela nem balança de tão dura, eu seguro o máximo que posso e só então começo a mijar. Dou uma longa e prazerosa mijada no box do banheiro, pois no vaso não dá, gosto de mijar sem segurar na pica, deixo ela livre e o jato vai pra cima, por isso não da pra acertar no vaso, é quase uma gozada de tão gostoso que é. Essa é a minha curtição de todas as manhãs, mas um dia desses aconteceu um fato que me deu muito prazer. 

Minha mulher comentou comigo que achava linda a maneira como eu acordava, com a pica dura e empinada, eu respondi que era o famoso tesão do mijo, que ela ficava daquele jeito por que eu sempre acordava com vontade de mijar e que aquilo me dava muito tesão, ela então disse que também acordava com muito tesão todas as manhãs e sugeriu que na manhã seguinte, ao acordarmos a gente aproveitasse o tesão de ambos pra transar antes de mijar, eu adorei a idéia e no dia seguinte eu acordei com ela mais dura ainda, chegava até a doer de tão dura, eu acordei minha mulher e fomos pra o banheiro, eu sentei no vaso com a pica apontando pra cima e ela sentou nas minhas pernas, de frente pra mim e encaixou minha pica na buceta dela que estava bem meladinha e com um cheiro muito bom, ficamos abraçados, nos beijando e fazendo movimentos bem lentos de quadril fazendo com que minha pica escorregasse bem gostoso pra dentro e pra fora, mas sem sair toda, quando eu sentia meu gozo se aproximando eu a fazia parar e nesse momento ela contraía compassadamente os músculos da buceta fazendo-a apertar meu pau com uma suavidade incrível até diminuir minha vontade gozar e então a gente começava a mexer de novo e assim ficamos quase vinte minutos naquela deliciosa tortura de quase gozar e parar até que não resistindo mais, gozamos simultaneamente numa deliciosa explosão de prazer, nossos corpos colados, nossas bocas unidas, nossas línguas entrelaçadas, meu dedo estava no cuzinho dela e eu senti as contrações da gozada que faziam ele piscar a cada contração.


Terminamos de gozar e ficamos imóveis, apenas nos beijando e aí me veio a vontade de mijar, minha pica mesmo depois de gozar ainda estava dura como pedra e eu deixei o mijo sair com a pica toda enfiada na buceta dela e ela sentindo que eu estava mijando, começou a mijar também, gente, foi a coisa mais deliciosa que já fiz em toda a minha vida, sentir o mijo quente escorrendo, aquela cumplicidade era quase tão bom quanto a gozada. Minha pica depois da mijada começou a amolecer e aos poucos foi escorregando pra fora até sair toda da buceta dela, quando ela levantou a buceta pingava uma mistura de porra com mijo e o cheiro estava ótimo, eu não resisti, deitei-a no chão do banheiro abri bem suas pernas, acomodei-me entre elas e chupei aquela buceta toda molhada e esporrada sentindo o gosto de porra e mijo e o cheiro maravilhoso que ela exalava e fiz ela dar outra gozada na minha boca, bebendo todo o suco que escorria abundantemente da buceta, mas depois que ela gozou, meu pau endureceu de novo e ela agradecida pelas duas gozadas que tinha dado, resolveu me presentear com o cuzinho que ela sabe que adoro e ficou de quatro no chão, abriu bem a bunda e me pediu pra enfiar a pica, o que eu fiz lentamente, esperando o cu se acostumar com a rola até que ela entrou toda, eu tava com tanto tesão que não deu tempo pra curtir, com umas três ou quatro mexidas gozei de novo enchendo o cu dela de porra. 

Terminei de goza e deixei a pica dentro até ela amolecer e escorregar pra fora e aí eu fiz uma coisa que eu sempre tive vontade de fazer, mas nunca tinha feito, eu tinha muita vontade de ver a porra escorrendo do cu dela e nesse dia eu pedi pra ela botar pra fora toda a porra que eu tinha despejado dentro e ela na mesma posição em que estava, começou a se espremer e a peidar, a cada espremida ela soltava um peido e em pouco tempo o cu dela começou a borbulhar e a porra começou a sair, a cada peido saía uma porção de porra e aquilo me deu tanto tesão que a pica endureceu de novo e eu bati uma punheta olhando a porra saindo e ouvindo o barulho dos peidos vendo o cu dela abrindo e fechando, a porra pingando, puta merda, eu dei uma gozada doida lambuzando ainda mais a bunda e as costas dela com os jatos de porra que esguichava forte. Descansamos uns dez minutos e fomos tomar banho, felizes e muito satisfeitos combinando uma próxima vez. 

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