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terça-feira, 26 de junho de 2018

(GAY) Conto: Comi o rabo sujo de bosta do Lukinha.

Retirado do site: casadoscontos.com.br
Escrito por:  Papaleke

Em uma das minhas viagens para o interior, conheci um novinho da cor do pecado. Numa pousada, resolvi sair para fazer uma trilha no local e o leke, que era filho de um dos empregados resolveu me acompanhar. Ele era moreno cor de jambo, com cabelo bem preto e escorrido, tinha um corpinho bem sarado, provavelmente por trabalhar pesado desde pequeno. Tinha uma bundinha enorme pro tamanho do resto do corpo, e andava na minha frente de bermuda, sacudindo aquela máquina de espancar pinto me deixando alucinado. Ele tinha um sotaque caipira delicioso que me deixou muito louco. Ele falou que se chamava Lukinha e ia me mostrar onde tinha uma cachoeira , e eu o segui. Chegando lá eu achei muito lindo o lugar que era um pouco escondido, e peguei a câmera para tirar algumas fotos . Ele disse que ia um pouco mais a frente porque a "natureza estava chamando". Eu não tinha entendido na hora e continuei tirando fotos, até que enxerguei um tucano nas árvores acima, mas ele voou um pouco mais a frente antes de eu conseguir tirar a foto, e eu tentei seguir . Quando bem à minha frente eu tenho uma visão que dificilmente eu vou esquecer. Lá estava Lukinha de bermuda arriada, de joelho no chão e empinando aquela bunda maravilhosa e fazendo força para cagar. Meu pau virou pedra na hora. Peguei minha câmera, dei todo o zoom que podia, e fotografei sem piedade. Mirei naquela bunda branquelinha e lisissima com marca de sunga, e centralizei naquele cuzinho bem aberto. Ele soltou um peido bem alto e bem demorado que até me arrepiou, eu vi que ele fez uma cara de contente com os olhos fechados, como se estivesse sentindo muito prazer. Eu pensei na hora: Hummmm, passiva...esse transa com o rabo com certeza. E depois de jogar um beijo lindo com o cú, , que eu fotografei, o tolete de bosta começa a botar a carinha para fora, fazendo os beicinhos do cuzinho dele ficarem salientes. Em pouco tempo, o moleque soltou um troção de respeito, inteirinho, bem comprido e bem grosso, que me deixaram de queixo caído. Depois de tirar o máximo de fotos que pude, me aproximei em silêncio enquanto ele estava concentrado para a segunda parte da cagada, e me agachei do lado e disse :

_ Quer que eu te ajude?
Ele se assustou e quase caiu tentando levantar, mas eu o segurei e o coloquei na mesma posição que estava, e ele tentava ficar de pé. Eu disse :

_ Tudo bem, vai eu quero ver! Disse, abrindo vas nádegas com a mão.

Ele meio envergonhado, não estava entendo o que eu estava dizendo, e então eu sussurrei no seu ouvido, entre uma lambida e outra:

_ Eu sei que você gosta de sentir coisas dentro do seu cú. .. e dei um beijo bem devagar nele. Ele amoleceu na hora e ficou de joelhos de novo. Eu segurei a bunda dele aberta e disse que ele podia fazer. Ele respirou fundo e sem parar de me olhar nos olhos, soltou outro tolete, tão perfeito que eu tive que pegar com a mão. Eu mostrei para ele o tolete que ele tinha acabado de parir pela bunda na minha mão e ele ficou muito excitado ao me ver mechendo na bosta dele. Eu coloquei o tolete no chão, e ele abaixei as minhas calças e com pau duro feito pedra, começei a enfiar naquele buraquinho lubrificado de bosta. Ele respirava cada vez mais ofegante quanto mais fundo eu enfiava e quando o meu saco colou na bunda dele, ele gemeu fininho igual uma putinha e modeu os lábios. Eu aproveitei que o rabo já estava sujo e urinei lá dentro. Ele apertou bem as pregas, e nem uma gota de xixi se perdeu. Comecei o vai e vem bem devagar, tirando e colocando o pau inteiro, enquanto ele revirava os olhos. Trocamos para frango assado, e depois ficamos de ladinho, e depois ele cavalgou em mim, de frente e de costas. E devo dizer, que como um bom peão que se preze, cavalgou muito bem. Voltei a comê-lo de quatro, e gozei litros naquele rabo. Ele gozou sem colocar a mão no pau, que aliás era bem grande para o tamanho dele. E numa última embinada do rabo soltou tudo o que tinha dentro do cú. O resto da merda, um rio de xixi e porra.

Parecia uma cachoeira .

2 comentários:

  1. Já li esta história em algum lugar, talvez foi algum blog de contos heróticos gays, que por sinal sou fascinado rss.
    Abraço e adorei esta história bem excitante.

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  2. Delícia queria fazer igual




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