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sexta-feira, 8 de junho de 2018

RELATO: Taras sujas e pesadas.

Retirado do site: langalist.com
Escrito por:  tempratodas

O que passo a contar é o início das minhas taras com minha mulher, e como convivo com elas até hoje. Quando a gente vai dormir ela sempre dorme primeiro, até que uma noite eu estava acordado e ela soltou uma bufa enquanto dormia, e depois outra mais alta. Só de pensar naquele cu rosinha bem no meio daquela bunda soltando todo gás acumulado da minha mulher, fiquei louco de vontade. Daquele dia em diante foi despertada esta outra tara incontrolável, comecei a dormir mais tarde só pra poder escutar ela peidar, sempre enfio a mão embaixo da calcinha e vou com o dedo até o cú e fico esperando e sentindo, até a hora que ele se dilata pra sair aquele arzinho quente de peido pra depois fechar. Já tentei ficar com o nariz perto pra sentir o cheiro, mas nunca consegui. 

A minha vontade é que numa dessa ela cagasse na minha mão só pra eu sentir a merda quentinha saindo direto do seu rabo. Por enquanto, tenho que me contentar em, quando sei que ela foi cagar e não tomou banho logo depois (só limpou com papel), lamber seu cu e enfiar a língua bem fundo pra sentir o gostinho do cocô que vai se acumulando entre as pregas e na parede da saída do reto. Como isto acontece só de vez em quando, comecei a usar a tática de usar o banheiro logo depois das suas cagadas. 


Logo que ela sai eu entro alegando que também preciso fazer o número 2 e me tranco no banheiro. Aí vou para o lixo e abro os papéis que ela acabou de se limpar. Que delícia ficar cheirando aqueles rastros de cocô, depois colocar eles na boca e sentir o gostinho de merda tão bom que só a minha mulher poderia ter. Geralmente são rastros pequenos, pois ela tem o cu com todas as pregas, bem apertado (só deu o cu uma vez, pra mim, e disse que doeu muito), mas um dia a gente estava na praia, hospedados na casa de uma amiga e ela não cagava havia três dias. Então ela tomou um laxante leve e depois de um tempo avisou que iria ao banheiro. Depois que ela saiu eu esperei um pouco pra não dar bandeira e entrei, fui direto ao lixo e comecei a abrir os papeis. O primeiro e o segundo tinham pouco, mas o terceiro que eu abri estava com as folhas grudadas por um rastro de merda bem forte, com certeza o primeiro papel que ela passou na bunda para limpar o resto de merda acumulada de 3 dias que havia sujado a porta do cu na saída. Abri com cuidado as folhas e recolhi com os dentes aquela bosta pastosa marrom-escura e passei a língua para espalhar o gosto pela boca toda, que por sinal estava delicioso. 

Mas o melhor mesmo aconteceu em casa, ela cagou e saiu do banheiro, quando entrei olhei para a privada e vi que tinha sobrado um pedacinho de cocô que não foi junto com e resto na descarga. Não acreditei na sorte que eu tive, peguei aquele pedaço com cuidado, era do tamanho de uma bola de gude, marrom-claro com umas partes mais escuras no meio. Comecei a cheirar e já tirei meu pau pra fora, que estava explodindo de duro, e iniciei uma punheta. Depois de cheirar bastante coloquei o pedaço na boca e fiquei rolando na língua com a boca fechada, depois empurrei pra cima e amassei com a língua de encontro ao céu da boca até ele partir em dois. Repeti isso algumas vezes, amassando a merda e sentindo seu gosto forte e maravilhoso, abri minha boca de frente ao espelho e vi a merda toda espalhada dentro da boca, inteira marrom a estas alturas, que delícia. Então juntei os restos com a língua e fui engolindo tudo enquanto gozava, engolia e gozava sem parar. Sonho com a cena de fazer um 69, com aquela bunda enorme bem aberta em cima da minha cara. Então imagino o cu se abrindo e apontando devagar a ponta do tolete de merda, que vai crescendo e saindo do meio da bunda em direção à minha boca, ir despejando até o cu dar uma piscada forte e o tolete cair duma vez, preenchendo a boca toda… Pena que ela nunca vai fazer isso.

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