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quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Entrevista Scat nº6 | Especial: Léo Scat

por Gustavo Scat (Loiroomegle)

Ele é provavelmente o pioneiro scater brasileiro pela internet a fora.
Uma referência para muitos amantes da merda,
Léo Scat é conhecido por também ter um blog sobre o fetiche,
e pesquisa sobre o assunto a mais de 15 anos.

Provavelmente você já ouviu falar dele por aí.
Suas entrevistas eram destinadas a sites que
repudiavam o nosso fetiche. Felizmente nós mudamos isso.

Da uma olhada nessa entrevista "do bem" com esse cara
que me inspirou a criar o nosso mundinho de QueroScat.

Entrevista com Léo Scat
entrevista com homem que curte scat
Conhecido pelo seu blog, Léo Scat é um dos primeiros
a pesquisar sobre o fetiche no Brasil.



Leon Scat, 38 anos. É divorciado, hétero e mora em São Caetano do Sul - SP

**Muito obrigado por aceitar responder minhas perguntas, Léo!
Você tem alguma lembrança de como começou a gostar de Scat?  


Alguns filósofos dizem que o ser humano entende melhor o mundo quando passa a olhar para dentro de si mesmo e se compreender. Por isso, antes do breve relato sobre minha primeira vez no scat, é preciso um breve resumo da minha vida scater, até chegar à fase adulta e procurar o sexo na outra pessoa.

Nasci scater. E sempre tive convicção disso. Assim como o BDSMer nasce BDSMer, o gay nasce gay, a lésbica nasce lésbica. Sexualidade é cerebral. É genética. Scat é mais do que uma prática ou um gosto ou um fetiche ou um capricho. Tampouco é cereja do bolo. Scat é sexualidade. Está na alma. Sexualidade é o maior impulso motor que o ser humano pode ter.

Portanto, nasci scater. Aos 7 anos, eu já sabia que isso me excitava. Em toda brincadeira de criança, dava um jeito de colocar aquelas brincadeiras de médico para ver amiguinhos e amiguinhas sem roupa e poder, de alguma forma, tentar cheirar a bunda. Ainda que isso parecesse estranho, criança leva tudo na boa.

Conforme fui chegando à pré-adolescência e adolescência (isso nos anos 90), o desejo foi ficando maior, mas a sexualidade já tendia a se deslocar para outra pessoa. No entanto, para mim, era prática comum e corriqueira passar o dedo no cu e cheirar. Adorava. Meu pau ia à Lua!

Aos 12, 13 anos mais ou menos, avanço um passo. Cago no chão do banheiro e cheiro meu cocô. Gosto. Dá tesão. Vou além. Lambo e sinto o gosto. Orgasmo a mil! Gozo quase mesmo sem encostar no pau. Estava em êxtase. Mas ainda não completo. Esse era apenas meu mundinho. E eu queria isso de outra pessoa, no mundão lá fora.

Só que a adolescência era assim. Limitada. Liberdade quase inexistente. Muitas perguntas, poucas respostas. Então, caminhava como podia. Com meu cu, meu cocô que eu gozava e me divertia. Meu primeiro passo para chegar ao cu e ao cocô alheios foi pelo caminho mais simples. Na escola, colégio. Indo aos banheiros. Tentando achar na privada algum cocô que
não tinha descido. E, no cesto, papeis sujos, com restos do cocô de outro garoto. Ou mesmo com o cheiro do cu. Não me importava se era de menino nessa época (até porque eu só podia entrar em banheiro masculino - escola tinha sempre alguém olhando ou inspetores). Eu queria era sentir o cheiro do cocô e do cu de outra pessoa!

E assim foi mais um bom tempo de vida. Cheirando cocô em privada e em papéis no cesto. Lambia. Nunca peguei uma doença sequer. Nenhuma verminose. Corri riscos? Sim. Mas o tesão foi maior. Sexualidade é sim o maior impulso humano. Batia punheta enquanto fazia isso. Gozava litros.

Na faculdade, já depois dos 20 anos, tive acesso à internet em um dos laboratório de informática. Tinham uns computadores bem reservados, num cantinho da sala. Ali, comecei minha pesquisa de mais de 15 anos sobre scat. Também queria achar vídeos. Porque, até então, tudo que eu tinha vivido, apesar de real, nunca tinha visto acontecer entre duas pessoas. Como parte do ato sexual. Até ali, tudo o que eu pensava de scat era apenas imaginação. Porque eu fazia sozinho e coisas escondidas. Existiriam realmente outras pessoas que curtiriam a prática? Elas se relacionariam sexualmente? Como seria?

Até que achei um vídeo sobre o assunto. Quase nada de material na net sobre isso. Mas fucei e achei. Digitava "sexo com cocô" nas buscas. E encontrei o termo em inglês, scat! Acheiiiiiiii! Um vídeo de menos de 15 segundos. O primeiro que eu via com a pessoa de bunda redonda e lisinha cagando na boca da moça. Gozei ato contínuo. Não coloquei a mão no pau. Não precisou. Minha barriga tinha borboletas. Parecia que ia explodir. Nunca havia sentido nada igual. Orgasmo espontâneo. Sim, existiam scaters no mundo! E era como eu imaginava. Cagando direto na boca... Nossa... foi demais.

Continuei a pesquisar todos os dias depois disso. Cada dia, achava algo novo. Até que o virtual não satisfez mais. E eu precisava de algo real. Estava subindo pelas paredes. O sexo convencional nunca me atraiu. Tinha até dificuldade em fazer, pois faltava tesão. Eu tinha que experimentar o scat! E um dia, aconteceu.


leon scat sexo


** E como foi a fase de “auto aceitação”? Foi difícil admitir que gostava? 

Nunca tive problema em me aceitar. Sempre soube do que gostava. No começo, quando não havia a internet, era difícil falar com isso sobre alguém ou conhecer alguma pessoa que realmente curtisse. Então, era normal que me questionasse se havia mais pessoas que pensavam e sentiam como eu. Mas nunca me achei estranho, deslocado ou algo assim. Sempre encarei como uma forma de prazer diferente, não convencional, porém, totalmente aceitável.


** E sobre os pornôs? Ainda gosta de assistir? 

Assisto sim, bastante. Adoro os vídeos de scat, fart e cheirada de cu (ass sniffing). Vejo alguns da MFX, mas têm poucos diálogos bons, as histórias são fracas e a sensualidade quase não existe, o que é uma pena. Os alemães são mais espontâneos, eles realmente curtem.


** Como você se iniciou em Scat? 

Bem, depois de muito fazer "scat solo" (leia O CyberScater e o AutoScater.)
e ver milhares de vídeos na internet, não aguentava mais a punheta. Precisava partir para a ação e realizar scat. Eu precisava experimentar o cocô de outra pessoa, cheirar, lamber...

Mas onde eu iria encontrar alguém? A primeira saída foi procurar uma garota de programa que fizesse. Achei, uma loira linda. Atriz pornô. Depois de muito pensar se devia ou não, liguei e marquei. E lá fui, ao flat dela. Paguei 200 reais. Não vou dizer que foi ruim, mas aprendi ali que seria a primeira e última vez que pagaria por scat.

Scat não é uma relação fria e comercial. Tem que ter prazer das duas partes. Ambos devem curtir com muito tesão o momento. A moça deixou o cu sem lavar. Mas não estava fedido como eu gosto, pois garota de programa sempre tem que tomar muitos banhos. Ela também não conseguiu cagar muito. Acho que não tinha material suficiente... rsrsrsrs.

Sobrou o anal sujo, que serviu de alguma coisa... mas não foi a melhor das sensações. Não saí daquele encontro satisfeito. Queria alguém que curtisse e não cobrasse. De novo, a pergunta. Onde encontrar alguém?

Comecei a abrir sala de bate-papo no UOL, com o nome de scat, cocô, peido. Consegui alguns contatos. Mas como confiar em pessoas que nunca vi? Levava esses contatos para o skype e tentava fazer chamada de vídeo, para conhecer melhor as pessoas. Até que uma moça, que não morava longe, me pareceu mais disposta e se mostrou uma pessoa legal.

Depois de conversar no skype, ela disse que podia naquele momento. Eu estava de boa, em casa. Era uma tarde de dia de semana. E ela veio até minha casa (olha o risco que corri! rsrsrsrs). A vontade foi maior. Foi tudo muito rápido. Ela passou menos de meia hora comigo. Chegou, tirou a roupa e cagou na minha cara. Nem bem o cocô saía do cu dela, eu gozei, pois esperava aquilo por anos da minha vida.

Não foi uma ejaculação precoce. E sim um orgasmo contido por anos. Tanto é que, quase ato contínuo, gozei uma segunda vez. Ela cagou na minha cara. Apenas isso. Eu me lambuzava com o cheiro e o gosto. Ela se limpou e saiu. Mal trocamos 2 palavras. Mas eu curti! Muito! Considero essa minha primeira vez no scat. Depois, perdemos contato. Acho que ela começou a namorar, eu já era casado, enfim...

O importante é que essa seria minha primeira vez no scat. Se você me perguntar como foi minha primeira transa, juro, nem lembro direito. Agora essa, vou guardar pra sempre. Sexo pra mim é scat. Sem isso, perde completamente a cor, o brilho, o desejo, a excitação.


** O que você gosta de fazer no Scat? 

O que mais excita é o cheiro. Então, amo cheirar cu fedido e cocô. Também curto lamber tanto o cu como o cocô. Gosto de colocar o cocô na boca e esfrego no peito e no pau. Amo colocar no nariz. Também amo cheirar peido se tiver! São essas as coisas que mais curto.


** Você tem mais fetiches no sexo, não necessariamente voltados a Scat? Quais? 

Não. Somente scat.


** Fale um pouco mais sobre experimentar a própria merda...

Depois de adolescente, não curti mais. Só de outra pessoa.
Mas hoje também não tenho namorada. Eu sou apenas receptor no scat. Então, gostaria muito de receber de mulher sempre. Aliás, só namorarei agora (já que estou separado) se for com uma scater. Se não, nem rola. Sexo só existe com scat. Sem isso, game over.


** O que você não faria jamais em Scat? 

Mastigar e engolir cocô não curto. O resto todo amo receber! rsrsrsrs


** Tem algo em Scat que você gostaria muito de fazer, e ainda não fez?

Não. Já me realizei muitas vezes, mas gostaria de poder, atualmente, fazer com mais freqüência.


** Que tipo de merda você mais sente tesão? 

Dura e marrom escura! Amo! É cocô saudável. O cheiro é até mais suave... amo essas.


** Alguém sabe das suas vontades? (ex: amigos, família, etc)

Do meu círculo de amizade, duas amigas. No mais, apenas os scaters que conheço na net e no grupo de Whatsapp.


** Como acha que seus amigos próximos reagiriam se soubessem que você gosta? 

Impossível dizer. Uns se espantariam, outros acho que nem ligariam. Mas, amigo de verdade jamais vai te julgar. No máximo, pode se informar e tentar compreender seu gosto. Julgar, jamais! Porém, não é com todo mundo que se fala sobre sexo... então é mais difícil de contar isso para as pessoas que não sejam do meio.


** Sites de relacionamento Scat... Tem algum pra indicar? 

Desconheço qualquer rede social de scat. Até por isso, fiz meu blog (scatsexo.blogspot.com) para difundir a prática e esclarecer as pessoas que vivem cheias de dúvidas ou culpas por gostarem de scat. Acredito que estou cumprindo com meu propósito.
Mas os conteúdos mudam muito de tempos em tempos e vários saem do ar.
Hoje, os sites que uso mais são o Thisvid e o scat gold.


** Normalmente é muito mais difícil achar mulheres que aderem a prática. Você acredita que possam existir muitas delas outras que curtem, mas tem medo de assumir?

Tudo é possível, mas realmente, mulheres que curtem mesmo, na alma, conheci poucas.
A maioria delas gosta de fazer scat como forma de humilhação e submissão do parceiro.
Ou seja, vinculam a prática ao BDSM. Não gosto assim.
Gosto do scat com delicadeza, dado com amor, como uma grande prova de tesão e intimidade entre as pessoas. Essas, que curtem assim, são mais raras ainda!


CONSIDERAÇÕES FINAIS: 

Quem me acompanha, geralmente acessa meu blog, cujo endereço está duas respostas atrás.
Também mantenho um skype: amocheirarmerda@hotmail.com e meu face scat estou como Leon Scat. Basta dar um alô e vamos nos falar!

Obrigado pelo espaço e pela oportunidade. Um cheiro no cu e no cocô de todos!

2 comentários:

  1. Léo é meu ídolo! Minha maior influência no meio scat quando eu estava começando! Sou muito fã!

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  2. Léo scat,o mentor de merda da galera...rsrs
    Só amor!!!

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