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segunda-feira, 8 de outubro de 2018

(GAY) Conto: Sexo com bosta no lençol.

Retirado do site: contoerotico.com.br
Escrito por:  Douglas

Eu ainda não havia tido experiências como essa, mas confesso que adorei.
Bem, o caso é que teclei com um carinha de 19 anos que dizia ter a tara de foder cus cheios de merda, não gostava que os caras fizessem lavagem anal antes de serem fodidos. Achei estranho, pois já passei cheque algumas vezes, quando ainda não tinha muita experiência, e já passaram em mim, e não gostei, por causa do cheiro e pela vontade de cagar que dá quando não se faz a duchinha e um pau entra no cu.

Enfim, trocamos foto, fone, o carinha é um tesão, moreninho, não muito magro, meio peludinho, pau de 19cm, segundo ele, e acho que é verdade, pois é um pouco maior que o meu, de 17×5. Tenho 28 anos, magro, branco, sem pêlos, ativo/passivo e muito discreto. No e-mail e no telefone, ele alertou para que eu só lavasse a portinha, que ele havia feito o mesmo. Sim, porque ele também gostava de passar cheque nos caralhos que o penetravam, e disse que a maioria dos caras curte isso.

Passei dias aguardando o fim de semana para o encontro e, no sábado à noite, ele apareceu. Jeito de moleque, que adoro, e foi direto ao ponto. Pediu que eu colocasse um filme para vermos e disse que adorava pesquisar escatofilia na net, mas que há muito pouca coisa. Fomos ao micro e ele entrou em alguns sites, a maioria só tinha umas gordas feias cagando ou comendo bosta, e uma ou outra foto amadora de rapazes sentados no vaso ou cagando no mato, pegos de surpresa. Excitei-me muito com aquilo, ele também, e logo fomos para o quarto. Ele soltou alguns peidos bem fedidos enquanto pesquisávamos, mostrando que seu cu estava cheio, e perguntou se eu já havia cagado naquele dia. Há uma hora, mais ou menos, mas não fiz duchinha – respondi, e ele não gostou, disse que queria amassar um barro legal. Mas começamos a nos beijar, a tirar a roupa e coloquei dois lençóis no colchão no chão, sabendo que teria de inutiliza-los depois.

Beijamo-nos bastante, fizemos um 69 muito bom, ele chupa super bem, e chegou a hora. Eu estava com medo daquele pauzão, maior que o meu, e ele sussurrou: Quero arrancar feijão do seu cu agora. Fiquei de ladinho e ele foi colocando devagar, eu acostumando-me aos poucos, estava há uns 15 dias sem tomar no cu. Meu cu começou a arder um pouco e ele tirou o pau, mas não estava sujo. Ele não gostou e disse: Seu rabo tá muito limpinho. Excitado, falei: Soca até arrancar bosta, então. É isso que vou fazer. Quero que você cague no meu pau, sua puta. E começou a bombar mais forte, meu cu ardendo, aquela vontade de cagar já vindo, e relatei isso a ele, que ficou mais excitado e passou a meter mais forte. Tirou o pau de dentro, estava um pouco suja a ponta da camisinha, ele limpou o pedacinho de merda na minha bunda e disse, ordenando: Coloque um pouco de água com a duchinha no seu cu, mas não tire. Claro que eu estava achando estranho, mas gostando, meu pau estava duraço, se ele continuasse fodendo forte, acho que eu gozaria sem tocar no caralho. Fui ao banheiro, enfiei a mangueirinha na portinha do cu e soltei um pouco de água. A vontade de cagar aumentou. Voltei e ele me mandou ficar de quatro. O quarto estava já com um cheirinho de merda, e ele soltou outro peido bem fedorento. Ele foi enfiando e eu sentia a água querendo sair, até que senti escorrer um pouco nas pernas. Ele gostou e disse: Isso, seu viado, cague no meu pau.

Começou a socar com força, a sensação estava muito boa para mim, aquele ardume e a sensação de estar com um troço no cu estavam excitando, mas ele metia com força, xingava-me de cagão, tirava o pau, agora já com a camisinha mais suja, e me mandou cavalgar. O cheiro de bosta estava grande, e meu pau parecia que ia explodir de tesão. Comecei a cavalgar de frente para ele, que sentou-se e ficamos nos beijando. Comecei a dizer também: Vai, arranque merda do meu cu com esse pauzão. E para baixar o nível mais ainda: Tire os grãos de milho que comi hoje no almoço. To cagando no seu pau. Ele disse que ia gozar e me mandou ficar de quatro. Tirou o pau sujo, meu cu estava ardendo e eu querendo ir dar uma cagada. Enfiou tudo de novo, começou a socar, enquanto eu falava coisas nojentas, e começou a gemer mais alto, mais alto, até que parou de socar e desabou em cima de mim.

Eu só queria me sentar no vaso e descarregar a merda que ele havia ido buscar lá no fundo do meu cu. Saí e ele foi atrás. Fui fechar a porta do banheiro, ele não deixou e ficou me vendo, sentado no vaso e fazendo força. Saíram alguns troços irregulares, bem amarromzados, fedidos pra caralho, e ele quis ver, antes de dar descarga. O pau dele estava meia-bomba. Falei, então: Deixa eu arrancar bosta do seu cu, agora. Claro. Fomos ao quarto, ele soltou outro peido fedorento e se deitou de bruços. Coloquei a camisinha e fui em cima. Como estávamos apenas com a luz da rua, não deu para ver se o cuzinho dele já era arrombado, mas não parecia, pois ele sentiu muita dor enquanto eu enfiava, dizendo-me: Seu pau vai ficar cheio de merda.

Eu dizia: Vai, seu viado, cague no meu pau, seu peidorreiro. Vou tirar de vez em quando pra você peidar. Ele dizia: Isso, soca, arranque feijão do meu cu. Eu estava tão excitado que não iria agüentar muito tempo. Enfiei a mão embaixo da barriga dele e a jeba dele estava dura de novo. Tirei o pau do cu dele e percebi que a camisinha estava imunda, além de que o fedor de merda foi maior que o da minha. Ele ficou fora de si. Enfiei de novo com a mesma camisinha e ele gemia alto, sorte que eu estava no quarto do fundo, no terceiro e último andar, e no segundo não mora ninguém. Continuei socando, bem forte, controlando-me para não gozar e, quando percebi que não seguraria muito tempo, tirei de novo, para mudarmos de posição. Um pedaço de merda caiu do cu dele no lençol. Peguei-o e lancei de lado, enquanto ele já me pedia para socar de novo.

Mandei que ele cavalgasse, de frente para mim, ele sentou com tudo, e fiquei com o pau tri-duro ao sentir o cheiro de bosta e vendo aquele pauzão duro subindo e descendo na minha frente. Ele cavalgou uns cinco minutos, aquela posição estava me incomodando, pois um ossinho dele batia num meu e eu não conseguia gozar, mas, como ele estava curtindo muito, continuei. Mandei que ele fizesse posição de frango assado. Ele levantou-se do meu pau e outro naco de merda caiu no lençol. A bunda dele estava cheia de bosta, não dava para ver a cor. Soquei o pau com tudo no cu, após trocar a camisinha, que estava emplastada. Bombei com violência, enquanto nos beijávamos e eu falava: Tá gostando de cagar no meu pau, seu viado? Ele respondia: Vou pensar em você toda vez que for cagar. Arranque mais merda do meu cu. Aquilo foi me excitando e não pude segurar mais. Gozei muito, não me lembro de ter gozado tão forte e de ter soltado tanta porra como naquele cuzinho sujo. O pau dele estava duro, ele queria me foder mais, mas eu disse que não agüentava e que ele poderia fazer o que quisesse comigo. Posso cagar em você? Não tive como negar. Falei para ele acender a luz, para eu ver tudo. Ele sentou-se sobre a minha barriga e começou a despejar barro, enquanto se masturbava. Aqueles troços marrons e fedidos, alguns maiores, outros bem pequenos, aquele cheiro, excitaram-no e ele logo começou a esporrar sobre meu peito e meu rosto. Ele me abraçou, espremendo aquela merda entre nós, e ficamos um bom tempo abraçados, naquela sujeira e fedor. Fomos tomar banho, ficamos uma meia hora no chuveiro, juntos, e ele ajudou-me a limpar o chão. Os lençóis não ficaram tão sujos, deu para lavar. Iríamos repetir isso outras vezes, mas mudei-me e ele não respondeu aos e-mails. Deve estar cagando em outra freguesia. Mas fiquei fã do escato.

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