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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Afinal, mulher gosta de scat?

 Autor Parceiro Este texto foi previamente autorizado a ser replicado.
por Leon Scat. 38 anos, hétero, SP.

Pois é... uma pergunta muito difícil de responder. Mas, a julgar pelos 12 anos que tenho de pesquisa na área, arrisco: não gosta tanto quanto os homens. E, se realmente gostam, são exemplares raríssimos da humanidade. 

A reportagem da Natasha Vilarino no site Xplastic mostra isso.

Ela entrevistou uma "atriz pornô" de scat. 
A moça revela que gosta apenas do dinheiro e não da prática. Como 90% das atrizes da MFX. Algumas bem conhecidas até. Latifa, Camila, Leslie, Chris, Sabrina, Jade, Silvia, Josie, Karla, Diana, Dyana, Thatty, Leticia Miller (uma das precursoras), Bel, entre tantas outras que podemos ver nos filmes brasileiros da categoria.

Destas que citei, muitas efetivamente faziam os filmes pelo cachê, que, estima-se, chegava a mil e quinhentos reais por uma diária de gravação. Algumas sempre demonstraram gostar mais de scat como a Bel, Josie, Karla, Jade e Silvia. Estas duas últimas sim, verdadeiras apreciadoras de um bom cocô.

Já os filmes alemães aparentam mais veracidade. As mulheres e homens geralmente gostam da prática, pois é mesmo mais comum em território alemão (gostaria muito de morar lá!). É o que comprova um amigo meu, paranaense, que disse que encontrou uma garota em Santa Catarina, de família alemã. Ela confirmou a esse amigo que os alemães têm esse gosto sexual. Logo, uma prática relativamente frequente na terra do salsichão.

No mais, achar uma mulher que curta mesmo a prática, com todo o tesão, é muito difícil. 
Melhor do que encontrar uma mulher para a prática, é encontrar uma mulher que sinta muito tesão nisso.

Também tive contato com outras duas mulheres que me forneceram e bem. No entanto, nunca, em 12 anos, conheci mais mulheres que gostassem de verdade de scat. E, convenhamos, 2 mulheres em 12 anos é muito pouco!

Evidentemente, ninguém (nem eu!) sai por aí falando que gosta de sexo com cocô, seja dando ou recebendo ou ambos. Mas, se essas pessoas existissem, estariam em comunidades da prática. Ainda que com perfis fakes, poderiam se fazer presentes e, depois, revelarem suas identidades apenas aos parceiros nos encontros.

Mesmo assim, a presença feminina nestas comunidades é raríssima. Praticamente inexistente. O que existem são fakes masculinos, gays disfarçados de mulheres, bissexuais masculinos e homossexuais que ainda não se assumiram. Há também muitos curiosos que aparecem para atrapalhar as conversas e nos chamarem de malucos e débeis mentais. Mulher de verdade mesmo, nada. Até no BDSM o scat é uma prática vista com desconfiança e preconceito. E isso precisa mudar.

Desejo, do fundo do coração, que os amigos que realmente curtem a prática tenham boa sorte na procura. Que não desistam, apesar das inúmeras adversidades. E que perseverem até encontrar um parceiro ou parceira que realmente valha a pena no quesito scat. Força, foco e fé! Um dia, este jogo vira! Um abraço e um cheiro no cu.

skype: amocheirarmerda@hotmail.com


Texto extraído do blog scatsexo.blogspot.com de autoria de Leon Scat.
Escrito em outubro de 2014 - Todos os direitos reservados.

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