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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

Leon e a vida scater, da infância à fase adulta.

 Autor Parceiro Este texto foi previamente autorizado a ser replicado.
por Leon Scat. 38 anos, hétero, SP.

Alguns filósofos dizem que o ser humano entende melhor o mundo quando passa a olhar para dentro de si mesmo e se compreender. Por isso, antes do breve relato sobre minha primeira vez no scat, é preciso um breve resumo da minha vida scater, até chegar à fase adulta e procurar o sexo na outra pessoa.

Nasci scater. E sempre tive convicção disso. Assim como o BDSM nasce BDSM, o gay nasce gay, a lésbica nasce lésbica. Sexualidade é cerebral. É genética. Scat é mais do que uma prática ou um gosto ou um fetiche ou um capricho. Tampouco é cereja do bolo. Scat é sexualidade. Está na alma. Sexualidade é o maior impulso motor que o ser humano pode ter.

Portanto, nasci scater. Aos 7 anos, eu já sabia que isso me excitava. Em toda brincadeira de criança, dava um jeito de colocar aquelas brincadeiras de médico para ver amiguinhos e amiguinhas sem roupa e poder, de alguma forma, tentar cheirar a bunda. Ainda que isso parecesse estranho, criança leva tudo na boa.

Conforme fui chegando à pré-adolescência e adolescência (isso nos anos 90), o desejo foi ficando maior, mas a sexualidade já tendia a se deslocar para outra pessoa. No entanto, para mim, era prática comum e corriqueira passar o dedo no cu e cheirar. Adorava. Meu pau ia à Lua!

Aos 12, 13 anos mais ou menos, avanço um passo. Cago no chão do banheiro e cheiro meu cocô. Gosto. Dá tesão. Vou além. Lambo e sinto o gosto. Orgasmo a mil! Gozo quase mesmo sem encostar no pau. Estava em êxtase. Mas ainda não completo. Esse era apenas meu mundinho. E eu queria isso de outra pessoa, no mundão lá fora.

Só que a adolescência era assim. Limitada. Liberdade quase inexistente. Muitas perguntas, poucas respostas. Então, caminhava como podia. Com meu cu, meu cocô que eu gozava e me divertia. Meu primeiro passo para chegar ao cu e ao cocô alheios foi pelo caminho mais simples. Na escola, colégio. Indo aos banheiros. Tentando achar na privada algum cocô que não tinha descido. E, no cesto, papeis sujos, com restos do cocô de outro garoto. Ou mesmo com o cheiro do cu. Não me importava se era de menino nessa época (até porque eu só podia entrar em banheiro masculino - escola tinha sempre alguém olhando ou inspetores). Eu queria era sentir o cheiro do cocô e do cu de outra pessoa!

E assim foi mais um bom tempo de vida. Cheirando cocô em privada e em papéis no cesto. Lambia. Nunca peguei uma doença sequer. Nenhuma verminose. Corri riscos? Sim. Mas o tesão foi maior. Sexualidade é sim o maior impulso humano. Batia punheta enquanto fazia isso. Gozava litros.

Na faculdade, já depois dos 20 anos, tive acesso à internet em um dos laboratório de informática. Tinham uns computadores bem reservados, num cantinho da sala. Ali, comecei minha pesquisa de mais de 15 anos sobre scat. Também queria achar vídeos. Porque, até então, tudo que eu tinha vivido, apesar de real, nunca tinha visto acontecer entre duas pessoas. Como parte do ato sexual. Até ali, tudo o que eu pensava de scat era apenas imaginação. Porque eu fazia sozinho e coisas escondidas. Existiriam realmente outras pessoas que curtiriam a prática? Elas se relacionariam sexualmente? Como seria?

Até que achei um vídeo sobre o assunto. Quase nada de material na net sobre isso. Mas fucei e achei. Digitava "sexo com cocô" nas buscas. E encontrei o termo em inglês, scat! Acheiiiiiiii! Um vídeo de menos de 15 segundos. O primeiro que eu via com a pessoa de bunda redonda e lisinha cagando na boca da moça (abaixo). Gozei ato contínuo. Não coloquei a mão no pau. Não precisou. Minha barriga tinha borboletas. Parecia que ia explodir. Nunca havia sentido nada igual. Orgasmo espontâneo. Sim, existiam scaters no mundo! E era como eu imaginava. Cagando direto na boca... Nossa... foi demais.
Continuei a pesquisar todos os dias depois disso. Cada dia, achava algo novo. Até que o virtual não satisfez mais. E eu precisava de algo real. Estava subindo pelas paredes. O sexo convencional nunca me atraiu. Tinha até dificuldade em fazer, pois faltava tesão. Eu tinha que experimentar o scat! 

E um dia, aconteceu.

Texto extraído do blog scatsexo.blogspot.com de autoria de Leon Scat.
Escrito em junho de 2017 - Todos os direitos reservados.

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