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quarta-feira, 14 de novembro de 2018

O cérebro e a intimidade são os grandes responsáveis por uma pessoa gostar de scat.

 Autor Parceiro Este texto foi previamente autorizado a ser replicado.
por Leon Scat. 38 anos, hétero, SP.

Vamos lá, amigo leitor, a mais um texto sobre a psicologia do scat. 
Um dos motivos para que uma pessoa ame o scat é a intimidade que a prática traz. Muitas vezes, algumas até inconscientes (ou subconscientes), a pessoa que pratica o scat quer mesmo é o contato com a intimidade máxima da pessoa.

E isso se dá por meio do cocô, já que, geralmente, quando vamos defecar, fazemos isso reservadamente. Ou seja, ninguém sente o cheiro e ninguém vê. É o que tem de mais íntimo num ser humano. Muitos, aliás, ainda sentem vergonha de fazer cocô, geralmente as mulheres. Por isso até várias delas apresentam problemas de prisão intestinal. A vergonha de ir ao banheiro é tanta que seguram e fazem com que o intestino fique preguiçoso, podendo causar dores nas costas e até doenças mais graves.

É por querer esta intimidade máxima, algo que ninguém vê, ninguém toca e ninguém cheira, que gostamos do scat. Outra coisa que nos faz amar o scat é nosso cérebro. Explico. De alguma maneira, todos os praticantes de scat gostam do cheiro do cocô. Isso porque é impossível praticar scat sem sentir o cheiro. E por que gostamos do cheiro do scat?

O olfato, um dos cinco sentidos do homem, funciona da seguinte maneira. O ar leva traz até nosso nariz moléculas voláteis das coisas que cheiramos, ou seja, moléculas que se desprendem do pão, de uma flor, de uma cebola ou de uma fruta e flutuam no ar até o nariz da gente. Essas moléculas são chamadas odorantes.

Detalhe importante: tudo o que existe é formado por moléculas, mas nem tudo contém essas moléculas que se soltam e levam um aroma qualquer a ser percebido pelo nosso olfato. Um pedaço de metal como o aço, por exemplo, não tem cheiro, porque nada evapora a partir dele. O aço, então, é um sólido não volátil.

Pois bem, quando entram em nosso nariz, as terminações nervosas recebem estes estímulos (sensações) que são levados até o cérebro por terminações nervosas. No cérebro, estes estímulos são traduzidos e ele identifica o cheiro como bom ou ruim.

Algumas coisas não têm cheiro, outras se destacam pelo bom aroma e outras pelo cheiro ruim, que indicam ao cérebro que algo não está bem no que estamos cheirando. O nariz funciona como um sensor para nos proteger de eventuais perigos. O cheiro de fumaça, por exemplo, é o primeiro sinal que sugere a proximidade de um incêndio. O cheiro de enxofre exalado por um ovo indica que ele está podre, logo não deve ser comido.

Pois bem. A maioria das pessoas processa no cérebro que o cheiro do cocô é ruim. Justamente porque seria aquilo que nosso organismo não usou dos alimentos e nem vai usar mais. Ou seja, não serve para ser ingerido novamente.

Porém, nós, amantes do scat, temos algo em nosso cérebro (não se sabe o quê) que, ao cheirar cocô, processa esse cheiro como bom, excitante e despertam sensações interessantes como o tesão, a libido ou mesmo a vontade de comer o cocô. E, graças a isso, somos doidos por scat. Logo, a intimidade e nosso cérebro são os grandes "culpados" por gostarmos desse fetiche que eu, particularmente, considero o melhor do mundo. Viva o scat! Um abraço e um cheiro no cu!

E não se esqueçam de manter contato comigo.
Skype: amocheirarmerda@hotmail.com


Texto extraído do blog scatsexo.blogspot.com de autoria de Leon Scat.
Escrito em abril de 2014 - Todos os direitos reservados.

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