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quinta-feira, 6 de junho de 2019

Conto: Peido da amiga na escola. (Parte 3) - O castigo da professora.

flatofilia
Retirado do site: casadoscontos.com
Escrito por:  YoungKillers

Este é uma continuação. Leia o conto anterior clicando aqui.


Eu sempre odiei português, porém isso não me impedia de ir bem na matéria. Só que nesse ano foi diferente. Não consegui acompanhar direito e eu não gostava da professora que optou por tirar aqueles alunos mais fracos e mandar para sala de outra professora de reforço.

No começo da aula de português, Patrícia, professora de reforço, chegou na sala para comunicar quem faria parte da turma de reforço. Para minha surpresa, ou nem tanto, fui chamado.

A sala não muito grande, era formada por mesas enormes, e o número de alunos ali não passava de 6. A aula se seguiu sendo bem tranquila para mim. Antes de eu ir embora, a professora me perguntou por que eu estava ali, pois para ela era estranho alguém como eu ali.

- Acho que não gosto da matéria e nem da professora - respondi.

- Ah, ta! Vou tentar pensar em algo para você então. Podemos ficar até depois da aula, o que acha? Daí dou um jeito e subo sua nota.

Acabei aceitando, não tinha por que não. No dia seguinte comuniquei a meus amigos, alguns riram e outros acharam apenas estranho. Então ela apareceu de novo no dia seguinte e Jéssica disse:

- Lá vem a professora nojenta!

- Por que você fala isso?

- Ela fala umas coisas sem sentido, uma amiga minha disse que ela arrotou na sala.

- Você viu algo? - perguntei

- Tudo dela é isso daí. Sem contar que vi ela no estacionamento. Ela testava soltando uns peidos escondidos lá

Achei aquilo intrigante, comecei a observar ela de maneira diferente. Passei a aula toda olhando para suas

- Onde você vai?

- Vou beber água e já volto

- Ah, ta bom! - Sorriu.

De volta pra sala ela disse:

- Pensei que tinha esquecido - riu - e ai, alguma sugestão como posso melhor te ensinar?

- Acho que qualquer coisa que você escolher ta bom, se tiver ruim mudamos...

- Certo, eu pensei em fazer um questionário primeiro para ver se você anda bem ou não. Tudo bem?

- Ok, pode ser!

Assim se seguiu, ela fez algumas pequenas perguntas e eu fui errando.

- Você nem está pensando direito para responder, garoto!

- Ah, é que tô com preguiça...

- Tu é cara e pau mesmo hein, vou jogar giz na sua cabeça quando errar.

- Até que seria uma boa ideia - brinquei.

- Algum tipo de punição pra te manter acesso! Mas não posso te machucar.

- Solta um daqueles que você sempre solta quando vai estacionamento - falei com um certo medo.

- O quê? Como sabe disso? - perguntou franzindo a testa.

- Um passarinho por ai me contou...

- Nossa, que vergonha! Estava tão na cara assim? - levantou envergonhada - ah, mas agora não posso fazer mais nada! Que falem, tô nem ai! Vamos para a pergunta.

Acabei errando de novo.

- Ué? Não pensou?

- É que era difícil essa, não sabia mesmo

- Mas agora você vai ter que cheirar um pum meu. Vou tentar peidar devagar, tá? Se for muito ruim a gente pensa em outra coisa.

- É o jeito! Próxima tenho que acertar!

Mal consegui segurar minha exaltação. Eu estava preste a fazer o que não saia da minha cabeça.

Ela deu alguns socos na barriga como se tivesse verificando a quantidade de flatulência guardava e fazia que o gases caminhassem na barriga para depois soltar.

Chegou a calça jeans no meu nariz de tal forma que o tecido batesse na ponta dele. Então aconteceu o momento que eu mais aguardava. Ela soltou um forte peido direto no meu nariz e disse:

- Fica bem pertinho cheirando que vai vim outro porque esse foi fraco.

Fraco? Como ela pode chamar isso de fraco? Eu entendi quando ela soltou um outro bem barulhento e demorado.

- Ops! Esse foi forte, quase exagerei! - disse paralisada - agora mais outra pergunta, acerte!

Agora ela virou-se para se sentar e continuar. Ah como eu queria ter continuado a cheirar a bunda dela! Imaginei o estrago que seria se ela tivesse sem calças.

Eu continuava a errar a maioria das perguntas e ela continuava a soltar terríveis peidos em meu rosto e nariz. Eu estava nas nuvens! Até que …

Ela desconfiou

- Desse jeito vou achar que você gosta. Fala a verdade, você gosta né?

- Impossível gostar disso - não convenci nem a mim mesmo.

- Minha nossa senhora, tu me usou. Mas agora eu te peguei, próxima vez vai ser o contrário então. Vai ser como recompensa, então estude!

Fiquei sem graça por deixar tão na cara, porém ela agiu tão naturalmente que não pesou muito na hora.

- Pois vou estudar bastante! - respondi.

- Muito bem, vou caprichar semana que vem. Estude mesmo porque não quero desperdiçar o "trabalho". - riu - então até semana que vem!

Eu saio incrédulo, eu estava nervoso, única coisa que eu fazia era vivenciar o que acabei de passar. O cheiro estava recente na minha cabeça, até mesmo estava em mim um pouco daquele perfume.

Meu fim de semana não foi fácil, excluindo o fato que não conseguia parar de pensar em outra coisa. Lógico que não fiz outra coisa senão mergulhar nos meus livros de curso e escola. Consultei até a internet na falta de material. Aquilo era chato demais, todas aquelas regras, todas aquelas histórias de literatura... eca! Na véspera do grande dia, estava confiante que conseguiria um bom número deles, não todos, mas alguns. Eu já estaria por satisfeito, porém queria era todos!

Na escola, não tive coragem de contar para Mirella o que tinha acontecido, até porque ela ainda não aceitou muito bem o que viu no apartamento dela. Ela só começara a trocar algumas palavras com Jessica agora! Então melhor deixar esse assunto de lado. A única pessoa que poderia contar seria a própria Jessica que fez cara de espanto e pude notar um certo ciúmes.

- Então você se matou de estudar para hoje?

- Sim, mergulhei de cara no livros. Estou bem confiante!

- Tenho certeza que será fácil para você, mas boa sorte... - senti um sentimento de conformismo em sua voz, mas eu não pensei sobre. Única coisa que eu queria pensar era sobre a aula de reforço.

As horas passaram muito devagar. Eu fazia de tudo para não ficar angustiado. Maioria do tempo conversava com Mirella que conversava muitas coisas para mim só que não conseguia entender é nada. Apenas concordava e fazia cara de que estava entendo, torcendo para que não faça nenhuma pergunta difícil.

Sinal tocou. Poucos minutos depois aparece a professora do reforço chamando os alunos. Hoje ela estava de saia, o motivo eu sabia e aquilo me deixava pirado nas ideias! Hoje o dia vai dar bom, certeza.

Na aula de reforço, mostrei que aquilo era brincadeira de criança. Ela teve que me silenciar na sala para que eu dê oportunidade para os outros refletirem e pensar. Assim fiquei eu, esperando o tempo passar. Até mesmo sai da sala por um tempo, bebi água e estiquei as pernas como se eu tivesse prestes a entrar em um ringue. Eu levaria muitos socos na cara!

Sinal tocou pela última vez, alunos aos montes começam a sair de suas salas e eu caminho em direção a sala de reforço. Me despeço de alguns colegas na porta e então entro na sala. A professora estava de cabeça baixa guardando algumas coisas na sua bolsa e levantou sacudindo a cabeça de modo a tirar seus cabelos do seu rosto e me disse sorrindo:

- Pronto? Espero que estudou por que... - levou as mãos na barriga e fez uma careta. - mal dou aula hoje, tive até que fazer pausa.

Me veio a imagem de Jéssica que mal conseguia se mover, aquilo acabou me animando mais!

Ela então fechou a porta com cuidado, olhou desconfiada para os lados a procura de brechas que por onde alguém poderia ver o que ela estava prestes a faze com um aluno. Veio até mim devagar e disse ao se sentar em minha frente quase sussurrando:

- Bom, eu vou fazer 3 perguntas. Você para receber o prêmio tem que responder as 3 corretamente em sequência. Assim vou anotando quantas sequencias você acertou e no final te dou o prêmio.

- Está certo, acho que posso esperar até o final - respondi ansioso

- Eu vim desse jeito aqui, não dá pra te premiar tão bem assim por causa de uma perguntinha só - me encarou engraçado - vamos devagar né? Vou começar.

A primeiras 3 eu acertei facilmente, ela disse que eram fáceis mesmo e que era só um incentivo que agora iria ficar difícil ali em diante. Mas acertei de novo e as seguintes também.

- Olha..., estou orgulhosa de você - fez uma pausa brusca e gesticulando me mandou me levantar, sacudindo as mãos freneticamente, ela tinha pressa, apontou para baixo, eu já tinha entendido tudo.

Foi sentada de lado mesmo, só que dessa vez, por ela estar de saia, meu nariz encostou diretamente na sua calcinha. Fui chegando e já sentindo o ar forte batendo contra meu nariz e se espalhando por todo o meu rosto. Aquele foi um peido bastante demorado, ela deveria estar bastante cheia. Quando pareceu que tinha terminado ela emendou outro fortíssimo de igual potência e sonoridade. Fiquei ali parado curtindo aquele cheiro, ajoelhado, quando a professora com uma de suas mãos levantou meu rosto. Seus olhos caíram nos meus, ela com a outra mão tampava o nariz, ela estava com um olhar de "está tudo bem?".

- tudo bem? Esse ai eu soltei por necessidade mesmo! Desculpa se peguei pesado, é que não dava mesmo… - disse se acomodando de forma normal na cadeira

- Que isso! Foi ótimo! - disse com toda a sinceridade.

Eu parecia uma criança que acabou de ver doce.

- Bom, você foi muito bem. Já que adiantei um aqui, vou riscar que já ganhou - disse rabiscando a folha que já tinha bastante risco que significavam os acertos e o número de "prêmios". - Ufa, foi bom até pra mim agora - gesticulou como se tirasse o suor da testa - foi bom mesmo?

- Ótimo! - sorri sem esconder a felicidade.

- Perfeito, então continue assim que você terá muito mais que isso. - disse ela agora sacudiu as mãos como se tentasse espantar aquele cheiro que o nariz dela sentia e continuou a fazer mais perguntas.

E por mais vezes acertei. Conseguia perceber o espanto da professora que procurava questões alternativas para me complicar mas sempre a resposta era correta.

- Não acredito! Se você acerta mais essa dou por encerrado.

- Pode mandar a pergunta de 1 milhão! - disse exaltando confiança.

Pergunta feita. Essa eu realmente tive que pensar, envolvia muitos assuntos. Porém tive a certeza que respondi de forma correta. A professora me ouvia atenta, me encarando. Até que quebrou o silencio.

- É você errou... - olhou consultando seu livro.

- O quê!? Olha isso direito, está no livro. Não é possível que eu tenha errado.

- Você errou por ter vindo aqui, agora vou ter que rasgar esse papel, por que a resposta está certa! - disse animada - Parabéns, vejo que estudou muito. Vamos fazer algo legal, algo mais à vontade - dessa vez rasgando o papel das premiações.

- Uhuuul - comemorei - não vejo a hora.

A professora parecia muito feliz, ela não tirava o sorriso do rosto. Ela se levantou, colocou as duas mãos no meu rosto e disse:

- Estou realmente orgulhosa de você. Leve isso como um prêmio especial, vamos logo por que nem eu me aguento.

Ela tirou suas sandálias deixando seus pés descalços e se pôs de pé. Nisso, ela tirou sua calcinha e colocou em cima da mesa. Olhou para mim e disse:

- Fica entre a gente, percebi o quanto você gosta disso e não vou usar calcinha. Não conte para ninguém, pelo amor de Deus! Fez sinal da cruz. A professora era bem religiosa, sempre falava coisas relacionadas a sua crença. Ela acreditava que estava fazendo algo bom agora.

Ela levou a mão direita atrás dela e virou-se de costas segurando uma das nádegas dela com essa mão e, encurvando-se, com a outra (esquerda) se apoiou no encosto da cadeira de tal modo que, pela primeira vez, pudesse ver seu cuzinho. Visualizei por um tempo aquela cena: ela encurvada me esperando. Olhei bem seu cu que tinha ao lado seus dedos que seguravam para sua bunda não fechar e que o peido saísse sem obstáculos.

Coloquei a lateral do meu nariz e da minha bochecha naqueles dedos. Meu nariz estava certinho esperando, ansioso para cheirar mais daquele perfume.

- Lá vai, não vou ter dó! Se você achar que não aguenta mais me avise, por favor.

Eu não disse nada, única coisa que me importava estava diante do meu nariz! Totalmente descoberto, nunca imaginei isso nem no melhor cenário.

Senti uma leve movimentação e senti um ar fedido batendo diretamente no meu nariz que me cobriu de prazer "como é bom estar cheirando o cu dessa professora". Foram mais outros peidos que me fizeram tossir! Aquilo estava forte demais, agora mal conseguia deixar meu nariz ali parado. Seus peidos não eram tão barulhentos mas eram bastante forte. Ela conseguia soltar uma corrente sem interromper.

- Ta tudo bem ai? Quer fazer uma pausa? - disse ela preocupada.

- Acho que sim! Só um pouquinho.

- Não deve ser fácil, não é? - virou de frente para mim.

- Um pouco, mas já quero mais - peguei ela pela cintura e tentando enfiar meu nariz entre a bunda dela. Ela tentou se esquivar me pedindo calma mas acabou cedendo e peidou mais uma vez na minha cara. Fiquei paralisado ali.

- Vou deitar aqui na mesa e você cheira, melhor. - disse subindo na mesa se colocando de lado.

Ela colocou seus joelhos contra o peito e de lado na beirada da mesa soltou um peido muito barulhento, o vento bateu no meu olho esquerdo que se fechou. Foram mais algumas sessões de peidos, todos eram forte e consistentes. Mesmo quando eu tirava meu nariz do cu dela, sentia o odor daqueles puns impregnado em meu rosto.

- Tô cheia ainda! - disse se virando para cima sem tirar os joelhos do peito.

Aquela posição fazia que ela peidasse sem muito barulho, seu cu estava bastante aberto e ela segurava algumas vezes com as duas mãos as coxas dela para deixar ainda mais aberto. Cada peido que ela dava era uma pancada no meu cérebro que fazia festa. No ecstasy do momento, dei uma lambida grande na sua bunda, ela deu um berro:

- ahhhh! Que foi isso? - disse assustada me empurrando com um dos pés meu rosto.

- Me desculpa, não resisti

- Desculpo nada, pode fazer de novo

Eu achei estranho o que tinha acabado de fazer, eu não queria fazer de novo mas obedeci. Alguns peidos iam direto na minha língua e outros dentro da minha boca agora.

- Deita no chão! Vou agachar em você!

Rapidamente deitei, e ela me encobriu com a sua grande bunda. Ela estava se esforçando para peidar, seu cu se projetava mais para frente para poder peidar. O cheiro estava incrível, eu conseguia me sentir anestesiado como da primeira vez.

- Ufa! Vem aqui agora, meu joelho não aguenta mais - disse se levantando de cima de mim. - quer parar?

- De forma alguma.

- Tô com calor - disse tirando sua blusa de cima e ficando de peitos para fora, agora ela apenas usava a saia curtinha.

Era bonitos os seios dela, eu acabei que passando a mão entre eles quando ela se virou para se posicionar na mesa "O que você ta fazendo, garoto?" falou tirando minhas mãos. Eu estava excitado.

Meu pau estava me incomodando, eu precisava me aliviar. Mas não daria agora, pois a professora já estava de joelhos em cima da mesa, de canela apoiada só com os pés de fora. Pés que não era nada pequenos.

- Vamos assim pra terminar, já quase não tenho mais pum pra te dar.

Estávamos a mais de 40 minutos na sala, seria um grande espanto se tivesse com muitos gases nessa altura. Ela empinou e fazia força para peidar e cheirava cada peido como se fosse o último. Ela gemia alto, chegava a quase gritar para peidar. Eu já estava me tocando, aquilo era maravilhoso. Eu precisava urgente de me aliviar daquele tesão. O ar forte ia batendo na minha cara, meus olhos ficavam vermelhos e de relance vi alguém parado na porta. Me virei e me dei com a imagem de Mirella de boca aberta e de olhos arregalados vendo a professora se contorcendo na mesa e aos berros soltando peidos agora barulhentos e dizendo.

- Cheira, vagabundo! Cheira! Você gosta não é!?

Mirella engoliu seco, colocou a mão na boca e saiu correndo.

De alguma maneira aquilo me fez ficar mais excitado e gozei fortemente. A professora levanta e pergunta se alguém estava na porta, digo que não e ela se veste e pede para sairmos.

Isso que dá, não dar a devida atenção, nos "bla bla blas" da Mirella, sem querer, combinei com ela de sairmos e que ela me esperaria após o reforço terminar.

Eu não dei ouvidos, o ar estava pesado com aquele cheiro de pum e me excitava, ver a Mirella na porta vendo me deixou mais excitado ainda, tinha que me aliviar. Escolhi dessa forma.

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