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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Conto: Vizinha Safada - A mijada no muro.

conto erotico chuva dourada
Retirado do site: casadoscontos.com
Escrito por: stan

Hoje sou universitário, 24 anos. Essa história começou de brincadeira quando eu tinha 22.

Uma vizinha tinha mudado há poucos dias bem ao lado de casa. Eu tinha ido na casa dela várias vezes só pra olhar com desculpa de pegar coisas emprestadas. Uma vez em cima do muro eu a vi brincando com a água da mangueira no calor, ver ela toda molhada desse jeito marcando seus lindos peitos na camisa me deixava de pau duro. Uma vez ela me viu olhando, mas ao invés de brigar ela só falou:

- Tá de olho né seu safado? 

E não falou mais nada. Eu nunca mais subi no muro. 

Sempre batia umas punhetas bem gozadas lembrando. Um dia eu tava sozinho em casa, andando no quintal sem fazer nada. Deu uma vontade de mijar aí virei pro muro e fiquei lá desenhando no muro com meu mijo. Então ouvi uma risadinha. Olhei pra cima e era a Márcia, minha vizinha. Tava em cima do muro vendo eu mijar. Eu fiquei sem graça e ela falou:

- Viu como é ser espionado seu safado? 

E eu não conseguia parar de mijar, pois tava com muita vontade, aí ela pulou o muro, ajoelhou do meu lado e falou pra eu virar o pinto pra ela e mijar nos peitos e no rosto dela. Eu não tava acreditando naquilo, mas não virei. O mijo saindo mais grosso, eu já tava de pau muito duro quando ela falou. 

- Mija em mim logo antes de acabar, anda, eu tenho tesão por mijo!. 

Eu nunca tinha ouvido falar naquilo. Tesão por mijo? Ela mesma pegou o meu pau e virou pra ela, o mijo molhou os peitões dela na camiseta sem sutiã, como daquele dia que ela se molhava com a mangueira.

Ela aproximou andando de joelhos pra aproveitar mais de perto meu mijo quente e eu vendo que era sério mijei o rosto dela e ela pediu pra chupar o resto engolindo. Abriu bem a boca e o mijo molhou o cabelo dela um pouco, o olho e deu ainda pra encher a boca antes de acabar. Acabou. Eu bati uma punheta com um tesão doido que nunca tinha tido. Ela rindo com a boca cheia de mijo e molhada. Aquela nojeira amarela escorrendo nela me deixava de pau latejando de duro. Ela sentou na terra levantou a saia e meteu os dedos na buceta gargarejando um resto de mijo. Eu peguei os cabelos dela por trás da cabeça e puxei metendo meu pau na boca dela com força. Fodi a boca dela igual uma buceta. O mijo que ela tinha na boca molhou meu pau e misturou com a porra do meu gozo. Ela engoliu tudo e levantou. Ajeitou a saia. Ela não falou nada. Nem eu. Márcia me deu um beijo carinhoso e subiu no muro pra pular pra sua casa, agora toda encharcada como ela gosta em dias de calor.

- Vem em casa amanhã à tarde. Eu disse.

- Toma bastante líquido antes de eu chegar. Ela sorriu. 

Entrei achando tudo aquilo incrível e ansioso pelo dia seguinte.

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