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domingo, 16 de fevereiro de 2020

(GAY) Conto: Aventura molhada em um banheiro de sampa.

Retirado do site: mundomais.com.br
Escrito por: Renato, o Mineirinho.

Tenho 34 anos, sou um cara do interior e outro dia fui fazer uma entrega especial em São Paulo. Era a minha primeira vez na grande cidade. Além de alguns prédios antigos e bonitos, o que vi mesmo foi muito cinema pornô e como estava sozinho há muito tempo, resolvi entrar em um deles para passar o tempo e bater uma punheta.

Um cheiro forte de mijo invadiu logo o meu nariz, antes mesmo de entrar no cinema. Assim que meus olhos se acostumaram com a escuridão da sala, a primeira coisa que pude perceber foi um cara de terno sentado na cadeira próxima à minha. Não digo que nunca transei com outro cara, mas acho que troca-troca de adolescente não conta muito.

Olhei para o outro lado da fila onde estava e percebi que não era o único a se masturbar no cinema. Um cara de mais ou menos 30 anos já estava sem calças e mandava ver numa bronha, de olhos fechados e também muito à vontade, o que me deu a deixa para fazer o mesmo. Meu pau estava mais do que duro e foi até complicado tirar ele de dentro da calça. Afinal de contas, 21 cm de dureza não saem fácil assim da cueca. Mas, tão logo tirei pra fora me senti bem melhor, mais incorporado ao lugar. Dei uma cuspida na mão, passei na cabeça do meu cacete e fiquei ali esfregando ele, também de olhos fechados. A sensação era boa demais... De repente, no entanto, senti que outra mão além da minha, estava massageando meu saco. Abri os olhos de repente e quem eu vejo sentado ao meu lado? O cara de terno.

Ele me olhava no fundo dos olhos e, sorrindo, tentou me acalmar:

– Não tenha medo, rapaz. Estou aqui para te fazer feliz!

Ainda sem entender bem o que estava acontecendo, tentei tirar a mão dele do meu pau, mas ele segurou a minha mão com força, e disse:

– Deixa eu bater esta punheta para você e não vai se arrepender. Todos aqui vêm para isto mesmo...

Sem saber bem aonde tudo ia parar, o deixei continuar. Não fechei os olhos de novo e vendo aquele cara me punhetando me deu um tesão ainda maior. Ele devia ter uns 25 anos, era moreno claro, tinha bigode e cavanhaques bem feitos e uns olhos negros rasgados que me enfeitiçaram. Enquanto me masturbava, punhetava a si mesmo e a minha vontade de pegar aquele cacetão me fez balbuciar meio tímido:

– Deixa eu pegar tua vara?

O rapaz – ele se chamava Ronaldo – deu uma risadinha safada e falou:

– Deixo sim, mas não aqui. Vamos lá para dentro do banheiro, pois quero dar uma mijada antes.

Subimos os dois para o banheiro. Quando chegamos lá, vimos mais dois caras mijando no coxo. Um acabou logo que chegamos e saiu. Fiquei sem jeito de estar parado ali com um desconhecido, mas Ronaldo me acalmou:

– Fica frio, cara. Vem dar um mijada também e a gente vai resolver seu problema logo.

Dizendo isto, tirou seu pau para fora e começou a mijar. Fiz o mesmo, me colocando entre ele e o outro cara. Parecia que os dois se conheciam, pois o cara deu uma risada para o Ronaldo e ainda disse algo que não entendi direito.

Era uma cena muito interessante e por que não dizer, muito tesuda mesmo, ver três caras mijando forte, um ao lado do outro, e cada um olhando para o pau do outro. A minha vontade era de pegar aqueles dois caralhos que estavam ao meu lado, mas a minha timidez não deixava. Por sorte, Ronaldo pareceu ler meus pensamentos:

– Quer pegar meu pau e balançar?

– O quê? – perguntei no susto.

– Isto mesmo: pega no meu e balança.

Não sei o que me deu, mas não esperei uma segunda ordem. Peguei mesmo naquele cacetão que ainda mijava e pude sentir o mijo quente vir de dentro de Ronaldo, passar por minha mão e cair no mictório com força.

Ele parou de mijar e eu então balancei seu pau. Umas gotas do mijo dele molharam minha mão e enxuguei elas na minha cueca, que usava há uns dois dias por causa da viagem. Ele olhava para mim com prazer e percebi que o outro cara também, pois parou de mijar e começou a se punhetar me vendo naquela situação.

– Vamos para dentro do box, rapaz, pois quero te mostrar mais coisas da cidade grande.

Não pensei duas vezes e entrei atrás dele num dos boxes do banheiro. Já íamos fechar a porta quando o outro cara segurou a porta e pediu para entrar também: queria só ver nós dois juntos. Achei meio estranho o pedido, mas como o Ronaldo parecia conhecer o cara, o deixamos entrar.

Assim que fechamos a porta, o Ronaldo me mandou tirar as calças e ficar só de cuecas. Ele também tirou as dele e o outro cara continuou com o pau para fora, ainda batendo punheta e se esfregando todo. Assim que tirei minhas calças, o Ronaldo disse que ia mijar mais um pouco e que era para eu segurar o pau para ele. Já tinha feito isto lá fora, gostado e aceitei de bom grado.

O cheiro de mijo do banheiro estava me excitando e nem me importei com o pedido. Ronaldo mijava grosso, com força e o cara, que se chamava Alex, resolveu mijar também. Resolvi então tomar coragem e pegar o pau do Alex também. Era demais ficar segurando os dois paus enquanto os caras mijavam. Eles perceberam que fiquei muito excitado com a situação, pois meu pau estava duraço. Foi aí que Ronaldo tomou conta mesmo da situação e me mandou sentar no vaso:

– Senta e fica quieto, cara. Agora tu vai levar um banho de mijo de macho de verdade.

Não deu nem tempo de falar que não ia deixar. Ronaldo me jogou sentado no vaso, segurou um dos meus braços, enquanto Alex segurava o outro. Levantaram minha camisa e miraram no meu pau, mijando forte sobre ele e minha barriga. A sensação foi inexplicável. Aquele líquido quente e dourado me molhando atiçou ainda mais o meu tesão e, sem saber como, soltei meus braços das mãos de Ronaldo e quando percebi, tinha agarrado o seu pau e mirava ele em minha cara, molhando meu rosto com seu mijo de macho safado.

Alex já tinha parado de mijar e esfregou seu pau na minha cara. Era a deixa para uma chupada e não me fiz de difícil. Engoli sua vara com vontade, enquanto Ronaldo –não me pergunte como! – continuava mijando na minha vara. Eu me masturbava sentindo aquele líquido quente na minha vara e aproveitando o gosto de mijo da vara do Alex. Depois foi a vez do Ronaldo me dar sua vara para ser mamada. Que delícia de vara! O cara sabia mesmo me deixar doido de tesão e enquanto eu chupava seu cacete, ele foi enfiando a mão por baixo do meu saco molhado de mijo e indo buscar meu buraquinho. Seus dedos também estavam molhados de mijo e senti quando eles deslizaram pelo meu cu, enquanto eu chupava mais e mais o seu caralho. Alex estava de fora, se masturbando e olhando a cena. O momento era de nós dois e ele respeitava.

Ronaldo ia me deixando cada vez mais doido com seus dedos (devia já ter enfiado uns três em mim!) e eu tentava corresponder, sugando todo o mijo restante em seu cacete, apertando com vontade seu saco raspado e alisando sua bunda durinha.

Nunca tinha passado por uma situação daquelas e não sei porquê, me lembrei que uma vez conversara num chat sobre isto com um cara de Porto Alegre (que como eu, adora cuecas usadas!). Ele tem muita vontade de ser mijado por um cara. Na época, disse a ele que achava nojento, mas acabou que era eu quem tinha alguma coisa para contar para ele num próximo papo. Ele vai morrer de inveja. E eu, de prazer.

Com minha chupação na sua vara, Ronaldo estava prestes a gozar. E eu também, claro, pois o entra e sai de seus dedos no meu cuzinho estavam me levando à loucura. Ronaldo disse que iria gozar e tirei seu pau da boca. Na mesma hora, ele gozou fortemente, despejando sua porra toda na minha barriga. Alex aproveitou e fez o mesmo e eu gozei na mão de Ronaldo. Ele pegou minha porra, esfregou em seu cacete e me deu seu pau para eu lamber. Fechei os olhos, sentindo um cheiro de mijo forte no ar e lambi seu cacete com vontade até deixar ele limpinho.

– Que loucura!, pensei. Mas, porra, ninguém me conhece mesmo nesta cidade grande. Ah, quero mais é ser feliz!

Pensando assim, nos despedimos os três e marcamos um encontro para o dia seguinte. Afinal de contas, ia ficar em São Paulo por uma semana e tinha que fazer algo diferente da minha rotina. E, graças a Ronaldo, como fiz!

Agora, quando ouço "Sampa", posso dizer que tenho boas lembranças da “Ipiranga com Avenida São João”.

2 comentários:

  1. mtobom um sexo sem pudores igual de vocês, quem curtir amizade, pode me chamar no whats (18)98122-0556 me chamo Lucas.

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