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terça-feira, 24 de março de 2020

(GAY) Conto: O favelado peidorreiro e porco.


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Heitor, 22 anos, gay, do Interior de SP. 

E aí galera, sou o Heitor e tenho um perfil no twitter (@HeiPiggy). Sou gay flex ativo, 22 anos, moreno, alto, peludo e vou contar pra vocês de onde surgiu meu tesão nessas paradas porcas.

Tudo começou quando eu era muleque, lá pelos 18 anos no colégio, com um colega de sala chamado “Zé”.

O Zé era aquele cara que tem em toda turma: jogador de futebol, machão, que vivia se gabando que comia todas as meninas e era amigo de toda a galera, ou seja, o Zé era o típico babaca da turma. E como todo babaca, ele tinha que ser brigão e fazer bullying com a galera nerd, a qual eu fazia parte né.

Eu era todo franzino, tímido e nerd, e além disso, naquela época a questão de sexualidade era muito tabu, então quem era gay fazia questão de deixar tudo bem em segredo, que era o que eu fazia.

O Zé aparentava muito mais idade do que seus dezoito anos: ele tinha um cavanhaque daquele de favela, moreno claro, devia ter mais ou menos 1,75 ou 1,80, coxas bem grossas, meio gordinho e uma bunda bem grande, máscula e peluda, que sempre ficava exposta porque ele pagava cofrinho todo dia hehe. Além disso, o Zé era um cara que não se importava com a opinião das pessoas, apesar de inteligente, ele não se preocupava em estudar ou tirar notas e nem se a galera iria falar que ele era burro. Outra prova que ele não ligava pro que o povo pensava era que ele era um baita peidorreiro: todo dia, em todos os horários de aula se a gente sentisse aquele cheiro podre de ovo cozido no ar, era só olhar pra cara do Zé que ele estaria se acabando de rir, isso quando algum desavisado estava dormindo e ele encostava a bunda na cara do dorminhoco e soltava aquela bufa mortal. Já cansaram de xingar, zoar, tanto os alunos, professores e até a direção, ele nunca mudou esse hábito.

Apesar do Zé ter essa fama de comedor, eu sabia que era não era tudo isso porque um outro tempo ele morou na mesma rua que eu enquanto éramos crianças, e uma vez naquelas brincadeiras de muleque ele me mostrou a pica e me fez mamar ele.

Agora vamos a história em si.

Certa vez a professora nos passou um trabalho difícil de história da arte, tão complexo que o prazo seria de um mês para ser resolvido e valeria metade da nota do semestre. Todos assustados com o trabalho, começou-se então a divisão das duplas. Os burros, valentões e atletas já deram um jeito de se juntar com os nerds para não ficarem para trás né. Por vontade do destino, caí com o Zé. Não gostava muito dele porque eu era um dos que sofria na mão dele e não queria fazer o trabalho inteiro sozinho. Quando me juntei com ele já mandei :

- olha, eu não vou fazer tudo isso não. Se você quiser você me ajuda ou eu falo pra professora !

- Não mano, fica de boa, eu ajudo sim. Vamo marcá na sua casa, pode sê? – naquele sotaque favela.

- Pode sim!

Chegou o dia marcado do trabalho. Garanti que ele viesse em casa num momento que ela estivesse vazia...claro que eu tinha minhas segundas intenções e eu iria botar elas em prática na primeira tentativa que tivesse.

Ele chegou com um chinelo de dedo, com aquele shorts de jogar bola e uma camiseta toda molhada de suor. Ele havia voltado de um jogo e veio pra minha casa de um jeito que parecia que nem estava a fim do trabalho.

Fingi demência e fomos pra mesa, apesar do forte cheiro de suor dele já ter sido capaz de deixar minha cueca tomar vida.

Mal havíamos começado quando ele fala :

- Ow mano, posso usar seu banheiro?

-Pode sim...

Quando ele entrou no banheiro eu ouvi que ele não havia sequer fechado a porta, quando de repente ouço os barulhos. O zíper abrindo. Os primeiros jatos de mijo atingindo a água do vaso. O suspiro de alívio. O barulho de um peido bem estrondoso que parecia um trompete.

Naquele momento,sem nem entender o motivo, meu pau estava todo duro, e pelo banheiro ser próximo do meu quarto, o cheiro logo chegou até mim. Era aquele cheiro de quando você tá com a bosta no cu, pronta pra cagar, bem forte e fresco.

Eu, movido pelo tesão já fui logo falando

- nossa mano, o peido chegou até aqui!

- hehe , cê viu? – falou todo orgulhoso da obra.

- nossa mano, você não tem vergonha disso não?

- uai, por quê? Cê num peida também?

- peido, mas não na frente dos outros...

Nessa hora ele olhou e viu que eu tava com a mão no volume que já latejava a essa altura.

- Uai, cê tá de pinto duro por quê mano?

- Por nada mano

-aaaah, cê vai falar agora. Tu gosta de homem, Heitor? – Falou me pressionando...

Todo tímido eu falei – você não lembra de quando você me fez te chupar?

- lembro sim – retrucou meio tímido...

- quer que eu te chupe de novo? – falei todo mal intencionado já...

- cê tu contar pra alguém eu quebro a tua cara viu, viadinho? – falou com o dedo na minha cara

- relaxa, não vou contar não...

Quando abaixei as calças dele, o cheiro de suor já veio direto na minha cara. Um pau mediano, 16 cm, meio grosso, mas bem pentelhudo e com a mata toda molhada de suor estava bem na minha frente... caí de boca sem nem pensar duas vezes. A rola realmente estava com gosto de quem não tinha tomado um banho o dia todo, e ainda bem temperada com gosto de mijo.

Enquanto eu mamava aquela pica suada, ele segurou minha cabeça pelos lados , quase na altura das orelhas e pressionou com força contra a sua rola dura, me fazendo inesperadamente engolir seu pau e me fazendo ter uma súbita ânsia de vômito enquanto ele se divertia com seu prazer sádico.

Quando olhei pra ele após isso, vi aquele favelado com a barriga de chopp pra fora olhando pra mim com uma cara de prazer ao me ver de joelhos dando prazer pra ele.

- Me dá seu cu ! – afirmou ele! Não foi uma pergunta, ele se impôs e já disse o que queria e eu naquele momento não tive nada a fazer a não ser obedecer!

Antes mesmo de esperar a resposta ele já estava tirando minha camiseta, exibindo um magro abdome liso, além de já começar a enfiar a mão na minha bunda, apertando forte como se estivesse analisando a carne que iria devorar...

Prontamente me coloquei de quatro na cama, uma bunda magra mas ansiosa pra receber pica. Eu esperava que ele metesse os dedos, fizesse as preliminares ou qualquer coisa do tipo. O que recebi foi somente uma cuspida quente e volumosa direto no meu anel, aberto com as duas mãos do meu dominador, tão forte quanto aquela que os héteros costumam fazer após pigarrear.

Sem cerimônias já fui sentindo aquele ferro entrando rasgando dentro de mim. Até tentei me soltar e tirar aquele pinto, mas ele prontamente segurou firme pela minha bunda e começou a bombar em mim, apesar dos olhos lacrimejando e dos gemidos doloridos que eu soltava.

Quando enfim senti a dor cessar, pensei que o serviço já estava por encerrado. Foi quando eu vi ele deitando na cama, todo suado, tirando os tênis e exalando aquele chulé de futebolista pelo quarto todo.

- SENTA! – mais uma vez ordenou.

Estava de costas para ele , sentado naquela pica enquanto segurava as pernas dele como apoio. Meu pau permanecia duro, apesar da dor, e babando interruptamente, inclusive caindo sobre a perna dele.

De repente ele começou a dizer “Mais rápido” e foi quando comecei a sentar em um ritmo frenético. Sentia meu cu engolindo toda aquela cabeça, até chegar nos pentelhos que começavam a roçar minha bunda de tão grandes, e foi fazendo isso quando de repente ouço “PFFFFFTTTTTPPPP” . O cara soltou um longo peido de uns cinco segundos e deu aquele suspiro aliviado “aaaaaaaahhhhhh...”. Nessa hora o meu tesão foi ao ápice, e foi quando comecei a sentar com força e ele vendo que eu havia gostado enfim começou a gemer.

- isso, peida de novo Zé ...

- tu gostou viado? Cheira então essa porra ...

Foi quando ele me passou a cueca que ele estava usando. Uma cueca azul, tão surrada que nem elástico tinha mais. Coloquei no rosto pra cheirar , aquele cheiro de macho... aquelas manchas de baba e mijo, até que me surpreendo com a cueca toda freada, uma baita marca de merda no traseiro daquela cueca.

- deixa eu ver sua bunda? – pedi

Ele virou pra mim.Aquela bunda enorme de macho, cheia de pelos e ainda pior no momento que eu abri as nádegas... toda peluda, ainda com algumas bolinhas de papel higiênico e merda enrolada nos pelos. Como se já não fosse suficiente ele ainda peidou um longo peido molhado na minha cara...

Nessa hr, já estava frenético pra gozar, quando ai ele se virou e socou a pica na minha boca de novo. Sem nem perceber, estava mamando o pau dele cagado, sentir o gosto da minha própria bosta naquele pau, realmente foi mt tesao.

Nessa hr, ele deu um tiro de porra na minha cara que melou meu rosto inteiro, sem cerimonias ele só se vestiu e saiu, mas toda vez q ele peidava na sala, meu cu já piscava de tesão...

E foi ali onde começou uma longa vida na porquice, hehe.

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7 comentários:

  1. tesão de conto!!! escreve mais

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  2. Nunca fiquei tão duro lendo um conto

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  3. Que delicia de conto

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  4. delicia sexo assim quem curtir chamar no whats(18)98122-0556

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  5. Que isso em conto massa demais!!! Ser surpreendido com um peido é massa demais! Tô quase fazendo uma conta pra criar meus contos tbm u.u

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  6. Já sigo vc, parabéns pelo conto! @Bearzao2

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