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sexta-feira, 10 de abril de 2020

Enviado: O cocô que eu sinto orgulho.


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Ale, 38 anos, hétero, do Rio de Janeiro. 

Quando  eu tinha uns 27 anos fiz uma viagem de intercâmbio pro Canadá por 9 dias. Naquela época eu raramente cagava, não ligava se precisava fazer cocô uma vez por dia, então naquela época eu fazia cocô uma ou duas vezes por semana. Como tal, minhas merdas eram enormes.

Quando senti a necessidade de fazer cocô pela primeira vez, cerca de 4 dias depois, pensei (e provavelmente com razão) que entupiria o vaso sanitário. Então eu esperei, e esperei, até os 9 dias terminarem e eu mal comi porque estava muito cheio e louco pra dar um cagão, mas nunca tinha a chance de fazer.

Não consigo lembrar por que não usei o banheiro do aeroporto (quando estávamos voltando), mas eu não fiz.

Finalmente cheguei em casa, deixei minhas malas e mijei muito, depois falei pros meus pais que ia dar uma saída.

Na verdade eu estava indo em um pequeno local com alguns arbustos a cerca de 100 metros da minha casa, onde por alguns meses eu costuma cagar ao ar livre.

Eu já sabia que eu tinha fetiche por peido naquele período da minha vida, mas acho que meu fetiche estava só começando a aparecer de verdade, não me lembro muito.

Me escondi entre as plantas, abaixei minhas calças e peguei a merda mais colossal da minha vida, que perdia apenas pra uma ainda maior que caguei naquele mesmo local em menos de 24 horas, no dia seguinte.

Fico orgulhoso dessas duas merdas porque agora eu finalmente consertei minhas entranhas, e com toda certeza não seria capaz de segurar nada por tanto se fosse hoje. Provavelmente a maior sensação de alívio e a maior merda que já fiz.

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