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sábado, 2 de maio de 2020

(GAY) Conto: Suruba porca na mata. (Parte 1)


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Heitor, 22 anos, gay, do Interior de SP. 

E aí galera, beleza? Já que meu último conto foi tão bem recebido (aliás, valeu pelos comentários positivos), resolvi escrever mais um conto, a convite do Gustavo.
Para quem não me conhece ainda, tenho 22 anos, sou moreno claro, 1.90 de altura, magro, um pau de 17 cm médio e pentelhudo. Vou contar um relato que foi muito foda pra mim, ocorrido há uns dias atrás com outros três caras.

Já faz quase três anos que moro no Rio de Janeiro para cursar psicologia em uma universidade pública, e dentro desse período já faz um ano que conheço o Jaime e 9 meses que mantemos um relacionamento aberto.
Jaime é mais velho que eu, já nos seus trinta e poucos anos, pele branca bronzeada do sol (tipicamente carioca), cabelos lisos e um tanto comprido,  já com a cor acinzentada dos anos, mas nada que o faça parecer velho, apenas é seu charme. Ele também flex, tem uma bunda discreta, mas bem redondinha, além de poucos pelos pelo corpo e uma pica mediana e sem prepúcio de uns 16 cm.
Eu nunca fui de me prender em uma pessoa, mas acabou que nos apaixonamos quando eu entrei na faculdade. As coisas foram rolando, ficando sérias e eu não conseguia de maneira nenhuma estar numa relação exclusiva com alguém, por mais que eu o curtisse. Conversamos, e ficou tudo numa boa, ele permitiu que eu saísse com outros caras e eu assenti o mesmo.
Como encontrar pessoas com o mesmo fetiche que a gente é muito difícil, quando conheci o Mateus e o Paulo, dois putos da universidade e também adeptos de uma porquice, não pude deixar de compartilhar com meu parceiro.
Depois de várias surubas, punhetões, bebedeiras e rodas pra fumar um beck, percebemos que curtíamos aquele círculo que estava formada e meio que formamos um poliamor, onde a gente namora entre si, troca carícias, presentes e tudo que um casal normal viveria. É um “namorão”! KKKKK

Certo dia eu fiquei impedido de voltar para a minha terra natal, e entediado em casa, mandei uma mensagem ao Jaime que tava a fim de sair e fumar um. Logo ele veio com a ideia de sairmos pra uma praia bem popular, mas que a essa altura com certeza estaria vazia. Topei de cara, mas falei de chamar o Mateus e o Paulo, já que sabia que eles também estariam no mesmo ócio que eu.
Decidimos isso eram 15hrs da tarde, quando o Jaime chegou em casa já eram 16:15, mas não me importei porque era melhor que o sol não estivesse forte. Entramos em sua ecosport e fomos em direção a república onde o Mateus e Paulo moravam. Ambos eram amigos pela universidade. Paulo era calouro de R.I. , veio do sul pra fazer faculdade. Cabelos pretos, meio encaracolados, um pau discreto com cabeça vermelha e uncut, mas a enorme bunda branca e lisa compensava todo o resto, era bem tímido e um tanto gordinho, mas era o mais desinibido nas porquices que os outros. Já o Mateus veio da Bahia, um baita de um moreno cor de jambo, porte atlético e uma baita pica de 19 cm e uma bunda com poucos pelos castanhos. Mateus era o mais parecido comigo em questão de afinidade, então sempre ficávamos de mãos dadas, mas claro, sem desprezar ninguém.
Antes de irmos ao nosso destino, fomos em uma conveniência e enchemos o porta malas com um cooler de cervejas e vodcas. No meio do caminho já fomos bebendo, rindo e zuando pelo trajeto. Jaime, apesar de ser quem dirigia era o que mais entrava nas brincadeiras, dando gritos pela janela, aumentando a música e enfiando a mão dentro da bermuda do Paulo, que estava no banco do passageiro. Atrás estavam eu e o Mateus, eu recostado em seu peito, enquanto ele com o braço por cima do meu ombro beliscava o meu mamilo, demonstrando suas segundas intenções.
Chegamos na praia e realmente estávamos certo: a localidade estava totalmente vazia. Sem nenhuma alma viva que pudesse nos incomodar.

Tiramos o cooler do porta malas e fomos procurar algum canto que pudéssemos ficar a vontade. Acabamos por encontrar umas rochas perto da mata, onde as ondas quebravam e deixavam que o sol do quase crepúsculo não incomodasse tanto. Paulo tirou a sua toalha e estendeu no chão, enquanto Jaime ficava em cima da rocha mais alta observando a vista. Nesse momento, o Mateus já começou me beijar e a levar minha mão na sua coxa, onde já me deparo com seu membro duro e latejante. Ele começa a vir pra cima de mim, sentando sobre meu colo enquanto as mãos tiram minha regata e beija com suaves mordidas no meu lábio inferior, e é nessa hora que ouvimos o alarde
- Ow casalzinho, não vamos deixar a bebida ficar quente né? – Jaime alerta, dando um pulo de cima da rocha em que estava espreitado...
- Já que estamos sozinhos, porque a gente ainda tá vestido? – disse Mateus, abraçando Jaime com um sorriso malicioso enquanto uma mão desabotoava a bermuda tactel que estava usando.
- Safado – replicou ele – então bora, né!?
Prontamente, eu, Jaime e Mateus abaixamos as bermudas e as cuecas, exibindo os mastros semi eretos ao cardume de peixes do mar e para as poucas aves que sobrevoavam aquele quente e encalorado dia, quase por acabar.
- ah, eu não vou tirar não, depois aparece alguém e dá ruim pra gente. – disse Paulo, com toda sua cautela excessiva.
- vem amor, não vem ficar de fora- Jaime vai até ele, chutando-o levemente enquanto ele está estirado sobre sua toalha e o convencendo a tirar a roupa.


Quando ele enfim tira a camiseta e a bermuda, percebemos uma cueca boxer branca com uma sutil marca de mijo na frente, mas não tão evidente quanto a freada no meio das nádegas que avistamos quando Paulo se debruçou pra pegar a toalha.
- êee... alguém não tá nem limpando a bunda mais- disse Mateus, num tom debochado e se aproximando do sulista. Nesse momento, todo atirado, o baiano enfia um dedo no “cofrinho” de Paulo, que reage com um suspiro e uma olhada maliciosa, enquanto permite que o indicador cutuque seu cuzinho, suspeitamente sujo.
Ao tirar, exibiu uma fina camada marrom-amarelada sobre o dedo, que prontamente aproximou do nariz, fechou o olho e cheirou longamente!
-Aaaaaah, cheirão de cu de macho, cheira aqui Heitor – disse Mateus trazendo o dedo em minha direção com um sorriso de criança quando faz uma nova descoberta.
Ao se aproximar com o dedo perto de mim, o que ele não esperava era que ao ver o dedo sujo de merda na minha frente, eu o engolisse e chupasse desde o começo da unha até o começo do osso, tirando o dedo completamente limpo.
Depois desse “boquete” no dedo, ele olha pra mim com seus olhos castanhos de um profundo tom de safadeza e diz :
- quer chupar, então chupa meu pau caralho!
- é o que eu quero- respondi!
Nessa hora eu abocanho seu membro meia-bomba e começo a chupar ele de forma que a cabeça comece a crescer na minha boca. Ao segurar o pau, já grosso e duro e nesse momento coberto de saliva, percebo que debaixo da cabecinha babona tem um camada branca de queijo, provavelmente resultado das tardes de punheta que ele passou enquanto não teve aula !
- porra, nem avisou que teria queijo hoje – respondi num tom sarcástico, olhando para o macho que eu estava mamando .
- Aaaah, eu vou querer também – disse Paulo, chegando rápido por trás do Mateus e me beijando na boca com tanta voracidade, na esperança de poder sentir o gosto do queijo de macho.
Enquanto ele me beija, Jaime se aproxima de Mateus, já com o pau duro e começa a beijá-lo, assim os dois casais estão ocupados brincando com suas línguas e os paus totalmente duros.
Em seguida, eu e Paulo começamos a fazer um boquete em Mateus, que nesse momento estava com uma gota de baba descendo pela glande e nos deixando ainda mais sedentos. Eu engolia a cabeça daquela pica, num ritmo frenético de vai e vem até sentir os pentelhos grossos e suados na ponta do meu nariz, enquanto Paulo se diverte lambendo as bolas enormes do nordestino. Os únicos barulhos são o som da saliva vindo de nossas bocas, as ânsias de vômito ao sentir a cabeça daquele moreno dentro da minha garganta, e claro, o gemido extasiante do nosso macho leiteiro que só aumenta, juntamente com o ritmo.

Eu e Paulo, inebriados enquanto sugamos um dos nossos namorados, somos surpreendidos com a sensação de um líquido quente e ácido atingindo nossa cabeça, escorrendo pelo nariz e chegando a boca com o inquestionável sabor de mijo. Nessa hora paramos de chupar, enquanto observamos Jaime com o pau apontado pra cima, despejando o líquido dourado sobre a minha cabeça e de Paulo, enquanto com uma mão segura a mangueira e a outra segura um cigarro entre os dedos.
Ao terminar de esvaziar a bexiga, Paulo não pensa duas vezes em abocanhar o pau de Jaime , que geme ainda mais alto que Mateus. Já que ambos estão ocupados, eu volto a chupar o baiano que está com o pau mais duro ainda, sinalizando que está perto de gozar.
Imagino a cena linda que devia ter sido essa. Dois machos com dois putos literalmente de joelhos mamando , todos pelados e em plena luz do dia, sobre as pedras de uma praia abandonada. (Confesso que meu pau endureceu enquanto relembrava o acontecido)
Enquanto eu mamava o Mateus, Paulo gulosamente sugava a rola de Jaime, segurando em seu pau e batendo uma pra ele enquanto engolia, acompanhado dos altos gemidos de Jaime , que segurava firme o cabelo do gordinho, que a essa altura já estava suando.
Já eu, enquanto mamava, começo a mijar de pau duro, atingindo a panturrilha do Mateus, que ao sentir o jato quente dá um grito de reprovação.
- Opa, opa, opa! Espera ai!
Nesse momento todos param suas atividades com surpresa pelo alerta.
Mateus pega uma garrafa de heineken que deixou pela metade, se aproxima de mim, segura meu pau ainda duro e diz – agora mija!
E começo a esvaziar minha bexiga, num jato vertical que parece um bebedouro, que vai se misturando a cerveja e enchendo novamente o frasco quase vazio.
Quando a garrafa está cheia e com espuma novamente, quase uma cerveja de verdade ele posiciona seu pau na minha boca e começa a puxar minha cabeça, retomando as mamadas, enquanto dá umas goladas na “cerveja”.
Enquanto eu e Paulo mamamos, a garrafa passa de mão em mão, cada um tomando um gole: Jaime dá vários goles, deixando a garrafa com menos da metade do conteúdo. Nessa hora, Jaime se aproxima do rosto de Paulo, em algo que parecia ser um beijo, quando somos surpreendidos:
“BUUUUURRRPPT” – um baita arroto direto na cara do sulista, que em resposta, num ritmo frenético acelera sua punheta, que resulta em um três jatos de leite que atingem o pé de Jaime, que sorri maliciosamente vendo a cena.
Nisso, Paulo abruptamente pega a garrafa da mão dele, e vira todo o restante do conteúdo na boca. Nisso, ele se levanta, ainda com o pau latejando e as gotas de esperma escorrendo e segura minha cabeça e cola sua boca na minha no que parece ser um beijo, até que eu sinto ele cuspir metade do líquido na minha boca!
O sabor de cevada misturado com a acidez do mijo de macho, mais espesso agora que misturado na saliva do puto que estava mamando, a língua dele brincando dentro da minha boca como se estivesse nadando, o som das goladas dele enquanto ambos dividimos o conteúdo... meu Deus, a sensação mais doida!

Nessa hora, Mateus vira de costas enquanto estou ocupado “beijando” e cola suas nádegas bem na nossa frente, uma nádega na bochecha de cada um e solta um longo peido
“Prrrrruuuunttt” – aquele peido tremido e alto bem na nossa cara chegou a arder as narinas. O cheiro de ovo podre subindo enquanto eu ainda abro os olhos, extasiado pelas sensações que estou sentindo no paladar, no tato e no olfato, mas a visão ao abrir os olhos era melhor ainda:
Aquela bunda mulata, com poucos pelos, bem na minha frente , com o cu ainda meio sujo de bosta, meio marrom e inclusive com pedaços de bolinha de papel higiênico grudadas. Ao ver essa cena, não consigo ter nenhuma reação a não ser enfiar a cara naquele rabo, lambendo aquela bunda, penetrando o cuzinho com minha língua e mordendo as nádegas, tudo isso enquanto bato uma punheta violenta pro Mateus, que suspira num ritmo muito mais acelerado, enquanto está encurvado na minha frente.
Nesse momento, Paulo puxa minha cabeça, e quase como um animal irracional disputando o alimento, começa a chupar o cuzinho sujo de Mateus, que nesse momento solta mais um peido molhado diretamente na boca de Paulo, saindo um som abafado pelo céu da boca.
Foi quando Jaime enfia a sua pica sem cerimônia na minha boca e começa a foder de uma vez. Não restando nem tempo que eu respire .
- Vai puto, mama essa pica vai seu vagabundo – ordenou, já embriagado de tesão e álcool.
O gosto de seu pau babando, a sensação de ânsia ao penetrar mais fundo na minha garganta só me força a ter mais tesão ainda.

Sou surpreendido com uma cuspida na cara, que antes mesmo de chegar no meu queixo é coberta por um tapa forte no lado direito do rosto, que me obriga a voltar para o pau.
Nessa hora vejo seu pau mais duro que nunca, enquanto Mateus fode a boca de Paulo com tanta força e velocidade que penso que ele está sentindo que está comendo um cu.
Sentamos eu e Paulo de costas um para o outro, de forma que ele segura na minha mão e eu consigo sentir sua bunda quente encostada na minha. Nisso, nossos ativos estão fodendo nossas bocas, enquanto eles mesmos se beijam e gemem, aproveitando a sensação de terem dois passivos mamando seus paus.
É aí que Jaime começa a gemer mais alto ainda :
- aaaaaah, isssssssooooo, porra, vaiiii, aaaaaah, caralho – já sabemos o que isso significa
Começa então, Mateus a entrar no mesmo coro , enquanto Paulo engole com voracidade a pica do baiano:
- ooooh, iiiisso, deliciaaaa, continuaaaa, caralho viado, vou gozar assim...
- Goza ao mesmo tempo vai – eu começo a ordenar aos dois ativos...
Os ativos começam a bater uma punheta desenfreada. Eu olho pra cima e vejo Jaime, com os olhos apertados perdendo todo o controle do tesão, a testa suada , o som das ondas se misturando aos gemidos e por fim, Jaime enterrando a pica dura na minha boca, tocando o fundo da bochecha quando eu sinto a porra salgada em cinco jatos que enchem minha boca ...
- AAAAAAAAAAAAAHHHH – ouço Mateus gritar, enquanto a nuca de Paulo bate na minha, enquanto o nordestino coloca sua rola na boca aberta de Paulo, despejando sua gala .
É aí que me levanto e começo a beijar a boca de Paulo, sentindo seus lábios melados e ao abrir os olhos, me deparo com um batom de porra escorrendo pela sua boca. Nos beijamos, misturando o esperma de nossos dois machos, que logo em seguida começam a nos beijar também num grande beijo quadruplo, em que todos começam a tomar a porra misturada. Nesse momento eu começo a bater uma bem forte e dou um jato de porra tão longe que atinge a barriga de Jaime, que prontamente o esfrega para espalhar.

Nessa hora, já extasiados, melados e gozados, nos deitamos na rocha, ainda sem roupa, aproveitando a êxtase da transa pra fumarmos uma enquanto nos beijávamos.

Achou que terminou? Não, ainda tem mais! Mas pra não ficar demasiadamente longo, vou dividir esse conto em duas partes. Me enviem seus elogios, críticas, fetiches que isso apenas me motiva a continuar.
Meu twitter é: @HeiPiggy
Boa gozada, porcões!

- Leia também: (GAY) Conto: Suruba porca na mata. (Parte 2)

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4 comentários:

  1. Ótimo conto, principalmente a parte do dedo sujo. Já esperando a parte 2.

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  2. amei esse conto, mal posso esperar pela parte 2

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  3. que delicia , adoraria fazer orgia assim moro em presidente prudente-sp, whats(18)98122-0556 quem quiser conversar só chamar, me chamo lucas.

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  4. Pô, curti muito! Pros porcões que curtem essas paradas, da um toque! Bora se conhecer. Interior de SP, 21 anos aqui.
    scatdude77@gmail.com

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