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sábado, 13 de junho de 2020

(GAY) Conto: Beijo com bosta na balada.


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Heitor, 22 anos, gay, do Interior de SP. 

E aí galera, Heitor do @HeiPiggy no twitter voltando pra mais um relato.

Vou contar algo que me ocorreu em 2019.
Eu estava mal por ter terminado um relacionamento e estava entediado na minha casa quando me lembrei de um convite feito por uma amiga que reside em Curitiba faz uns anos. A súbita e inesperada ideia, por mais insana que fosse no primeiro momento pareceu muito mais sensata depois de alguns segundos pensando. “ Por quê não?” – me indaguei! Eu havia dinheiro, havia o tempo e estava desimpedido, o que pra mim era suficiente pra ir.

Dito e feito, na semana seguinte já estava eu no ônibus embarcando pro Paraná, completamente sozinho e a fim de curtir bastante.
Como estava indo com o dinheiro das minhas economias, evitei de postar fotos da viagem e não contei a ninguém que iria, pois não queria ouvir um sermão sobre ir pra uma cidade desconhecida usando dinheiro que eu estava economizando.
Cheguei lá na sexta pela tarde, e mesmo cansado das infindáveis horas de viagem, o que eu mais pensava era no quanto eu iria “sextar”.
Infelizmente, minha amiga que me hospedou em sua casa estava dizendo que iria precisar fazer um plantão de última hora e não poderia ir comigo naquele dia. Como eu já havia sido corajoso (ou inconsequente) de viajar pra outro Estado sozinho, não parecia problema sair na night curitibana sozinho também. Combinei com a minha amiga de que iria de Uber e ao término eu ligaria pra ela, onde o noivo dela me buscaria e eu poderia ir pro apartamento dormir.
Me arrumei e já estava ansioso pela noite em uma grande balada LGBT de Curitiba (vou evitar citar nomes, mas é uma BEM famosa).

Chegando no local já fiquei surpreso, tudo bem diferente daquilo que eu conhecia. Um luxuoso prédio, com uma fila que virava o quarteirão, cheio de gays mais bem vestidos que eu jamais vi em toda a minha vida. Meio tímido, fiquei na fila aguardando o momento de entrar.
Como estava sozinho e sóbrio, naquele momento não puxei papo com ninguém na fila, e por medo do celular descarregar evitei de usá-lo também. Já que estava no tédio, ficava somente olhando o comprimento da fila e dando umas secadas em possíveis interesses pra aquela noite.
Enquanto observo, reparo que mais à frente há uma rodinha de uns quatro amigos cochichando e olhando pra mim. Acho curioso, porque não conheço ninguém na cidade e fico inseguro pensando que estou mal vestido ou estão caçoando de mim. Nesse momento, apesar de desconcertado, tento focar bem nos rostos dos comentadores e na medida que a minha miopia permite, comecei a perceber: três meninas e um rapaz. Rapaz branco, por volta de 1.75, cara de novo, cabelo castanho cacheado ...
- “Felipe”? – arrisquei cutucando o ombro dele, enquanto ele fingia que não estava comentando de mim.
- Heitor? Do Instagram? – respondeu ele confirmando meu palpite.
Por grande ironia do destino, demos a sorte de nos encontrarmos. Nos seguíamos faz um tempo e eu nem me lembrava que ele morava ali. Felipe é bem aquele rapaz classe média, bem playboyzinho, cheio de amigos e famoso no instagram. Ao que me lembrava, ele estava no segundo ano de medicina .
Nos cumprimentamos num abraço simpático e trocamos meia dúzia de palavras até que o segurança o reconhecesse e o chamasse pra cortar a fila. Como todo playboy, é obvio que ele tinha as vantagens de um VIP. Fiquei sozinho na fila novamente, lembrando do seu perfume que ficou preso em minha roupa, do seu sorriso angelical reforçado nos cachos e pensando o quanto ele era mais bonito pessoalmente.

Enquanto pagava meu convite, já sendo atendido na entrada me vem um súbito pensamento: o de quando conheci o Felipe, num grupo de scat pelo Snapchat.
- Será? – fiquei matutando a todo instante enquanto entrava na balada e procurava um bar.
- Já faz alguns anos, talvez ele nem lembre disso – me indaguei.
Durante a festa, não tive problema algum em beber, começando pela cerveja, seguida por uma vodka, depois uma cachaça e por fim alguma bebida azul que não parecia ter sabor próprio. E com toda certeza, não tive problemas em beijar MUITO. Ainda não conheci o Brasil todo, mas até o presente momento os paranaenses lideram com o melhor beijo.
Só que apesar de já estar levemente (talvez um pouco mais) alterado do que eu deveria, não foi motivo pra que eu parasse de beber. Como a festa era temática de universitários, a bebida era servida em copos plásticos vermelhos e tinha uma bebida em particular que eu adoro, mas sabia do seu potencial destrutivo, gummy de Yakult.
Sem nem pensar, enchi meu copo de 500 ml de lactobacilos alcoolicos. Tomei um copo, o segundo e o terceiro, até que comecei a sentir aquela tremedeira na barriga.

Sabe a melhor sensação dentro de uma balada? Poder soltar aqueles peidos altos sem nenhum problema, o máximo que pode acontecer é de alguém sentir o cheiro. E foi o que fiz, no meio da balada, todo mundo se sarrando e eu liberando aquela rajada de peidos, tantos que eu conseguia sentir meu cu mexendo .
Foi quando senti que precisava mijar. Indo para o banheiro, vi o Felipe saindo do bar e vindo na mesma direção que eu, até que nos encontramos na fila do banheiro e começamos a trocar uma ideia. Nesse momento, pelo nível que eu estava comecei a falar besteira:
- Nossa, você tomou esse gummy? Tá muito bom – entregando o copo pra ele. Sorrindo maliciosamente, ele pegou o copo da minha mão e se aproximou do meu rosto, eu já estava me preparando para o beijar quando ele diz :
- Bom pra cagar né?
Fiquei surpreso, mas nem tanto. E como o álcool a essa altura já falava por mim eu apenas disse: - Vem então!
Aproveitei uma brecha do segurança que estava na porta do banheiro e entrei em uma cabine, pouco tempo depois ele veio em seguida e começamos a nos beijar ali. Foi tirando meu cinto, abrindo o zíper e enfiando o dedo no meu cu, quando de repente “Pfffttt”, o primeiro peido já escapa direto no dedo dele.
- O cu já tá frouxo né, safado? Que fedor da porra, até parece que vai cagar!
- Mas eu vou, tá preparado?
- Caga, porcão!
Nessa hora comecei a relaxar o cu, e fui sentindo aquele peso escorrendo de dentro de mim. Primeiro senti um tolete bem grande e grosso saindo pelo meu cu, tão grosso que começou a arder. Pensei que seria uma bosta sólida e seca, mas foi só o começo. Senti o Felipe colocando a mão nas minhas nádegas, parecendo como se estivesse fazendo um formato de concha, aguardando ansiosamente pelo meu excremento sendo expelido.
O cheiro já enchia a cabine inteira quando senti que o tolete seria daqueles compridos.
Quando vi que toda a parte sólida saiu completamente, senti uma merda mais pastosa saindo da minha bunda e caindo pesada na água, tanta que sujou toda a cerâmica.
Ao me virar, vejo Felipe fascinado com o pedaço de merda marrom escura na mão, que ele aperta como se fosse massa de modelar. Os olhos brilhando, os dentes mordendo os lábios e o pau totalmente ereto, com um fio de baba escorrendo evidenciando o tanto que ele estava.
Em seguida, ele jogou o pedaço de merda que estava em suas mãos na privada e abaixando a tampa se deitou sobre o vaso, ficando na posição de frango assado e ordenando
- Chupa!
Eu prontamente comecei a chupar aquele cuzinho vermelho, com aqueles pelos castanho-claro, quase loiro, ainda com o cheiro de sabonete quando senti o ar quente e fedido direto na minha narina.
- Peida mais, vai!
Antes que eu falasse, foi saindo aquele monte de merda, bem mole e com o cheiro mais forte que  a minha. Nessa hora eu fui lambendo aquele cuzinho, sentindo o gosto da bosta amarga e forte na minha boca, quando Felipe me puxou e começa a me beijar.
A sensação dos lábios, o sabor da merda, o lugar apertado e fétido enquanto a música alta tocava em um volume muito alto com certeza foi o que fez essa experiência ser ainda mais memorável.

Enquanto ele estava sentado no vaso, quase como se continuasse cagando, eu sentei sobre seu pau e comecei a cavalgar, sentindo aquele enorme pau dentro de mim, enquanto continuávamos trocando saliva, cuspindo um na boca do outro e nos beijando, nos deliciando com o resquício da bosta.
Quando senti a gozada dentro de mim, saímos da cabine como se nada tivesse acontecido, e pra nossa sorte não havia ninguém no banheiro, assim pudemos lavar as mãos e a boca com tranquilidade.

Claro que a noite ainda rendeu muito, mas o mais excitante depois disso foi ver ele beijando várias bocas depois e só eu sabia que aqueles lábios tinham provado um tempero especial antes hehe.
É isso galera, espero que tenham gostado e até o próximo conto!

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2 comentários:

  1. Porra,que inveja, deu tesão de imaginar aqui

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  2. Massa demais!!! Cada conto que leio seu da vontade de ler o próximo e dividir minhas experiências com você ahahha fazer uns contos tbm

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