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quarta-feira, 3 de junho de 2020

(GAY) Conto: Suruba porca na mata. (Parte 2)


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Heitor, 22 anos, gay, do Interior de SP. 

E aí, putada, beleza?! Sou o Heitor, do twitter @HeiPiggy e vou continuar o relato do conto “Suruba porca na mata (Parte 1)”, se não viu, volta lá e lê pra você ficar contextualizado e garantir mais uma gozada!

Depois dos acontecimentos do primeiro conto, ficamos descansando deitados nas rochas, perto de um rocha onde as ondas quebravam.
Enquanto esvaziávamos os nossos estoques de bebida, o Paulo ficava brincando com os pentelhos do Mateus. Já o Jaime ficava olhando fixamente pro mar, enquanto eu fumava um beck.
Estávamos bem próximos, quando Paulo levanta a perna e solta um peido discreto
Puffft
- eita porra, já vai começar a peidação de novo? – Jaime advertiu rindo!
- mas esse tá fedido mesmo hein? – falei rindo do cheiro que já se espalhava rapidamente.
- tu cheirou o peido do Mateus na cara e quer reclamar do meu? – respondeu rindo pra nós!
- ah mas do meu peido tu gosta né, putinho? – disse Mateus, dando um selinho no Paulo, que se aninhava perto do seu peito.
- claro, concordou o sulista.


O sol já não estava tão forte, já estava indo em direção ao seu caminho rumo ao crepúsculo. Deveriam ser umas cinco e pouco da tarde. Eu e Jaime estávamos olhando o mar, tirando umas fotos pelo celular, conversando sobre a infância dele na casa de praia da família quando somos surpreendidos.
PPPPPFFFFFFTTTT
Aquele peido trompete, sabe? Bem alto e esganiçado interrompeu a conversa. Até viramos e rimos vendo a cara de alívio do Paulo essa hora.
- EITA POMBAAAA, tá brabo mesmo o negócio aí hein? – Mateus gritou rindo e dando um salto para trás, também surpreso com o barulho.
- ah cala a boca – caçoou – acho que to com vontade de cagar.
- caga ué – afirmei, como se não fosse óbvio.
- ah mas não vou cagar aqui, vai cair no mar, cê não tem dó não? – respondeu...
- sobe ali no mato então – apontou Jaime pra uma colina coberta de mata alta e árvores nativas que estava há cerca de um quilômetro de distancia de nós.
- mas sozinho? – disse o sulista, parecendo meio amedrontado.
- leva o Mateus com você – respondi.
- mas eu não conheço esse lugar, se eu for é capaz de me perder – retrucou o baiano.
- ah, vamos todo mundo. Vai que a gente encontra alguma coisa legal pra fotografar, Heitor!? – aconselhou Jaime.
- VAMOS! – todos assentiram.

Colocamos só as cuecas, por medo de nos depararmos com alguma pessoa. Mateus já estava levemente embriagado, tanto que caiu no chão tentando colocar a cueca. Nessa hora Jaime foi na frente, indicando o caminho abraçado ao Mateus, ainda com uma garrafa de vodka na mão , meio tonto e risonho. Logo em seguida ia eu e Paulo, de mãos dadas indo atrás deles.
Subimos o monte de terra que estava entre a praia e a mata, e por detrás de uma grande camada de grama alta, chegamos a um lugar que conseguíamos ver boa parte da praia. Ali estávamos coberto de árvores e parecia um lugar muito desabitado, já que havia uma grande camada de folhas em decomposição pelo chão.
- aí teu banheiro princesa – indicou Jaime rindo, apontando pra uma árvore que tinha o chão livre das folhas.
Nessa hora, Paulo deu um meio sorriso, abaixou a cueca expondo seu pinto já mole e se colocou de cócoras, de frente pra nós. A posição que estávamos fazia com que formássemos um semi circulo no qual o cagão estava no meio.
- caga logo, viado! – apressou Mateus enquanto dava o último gole na bebida e jogava o frasco numa árvore.
- calma , porra! – respondeu Paulo impaciente.
- deixa o muleque cagar , porra. – Jaime respondeu caçoando da situação.
BUUUURP – respondeu Mateus com um arroto, logo em seguida sendo beijado pelo Jaime que riu da situação.
- Ei gente, olha aqui a bosta saindo do cuzinho – alertei os dois, enquanto via a pontinha de merda surgir na bunda grande e branca de Paulo.
- olha que delícia hein- se aproximou Jaime, tentando observar melhor a evacuação.
De repente, o cuzinho se abriu mais ainda, e começou a expelir uma merda comprida, marrom claro e meio dura, que primeiro foi num tolete comprido e depois acompanhada por três bolas de bosta que caíram por cima do tolete comprido, que se estirou que nem uma cobra no meio do mato. Logo as moscas se aproximaram em busca de refeição enquanto Paulo começava a soltar um jato de mijo ainda de cócoras que escorria para a obra de arte recém defecada.
- nossa, que tesão essa bosta hein Paulão – disse Jaime se ajoelhando perto da merda e ficando de frente para a bunda suja de Paulo.

Sem pensar duas vezes, só vi Jaime metendo a boca naquele rabo, se deliciando como se estivesse provando do melhor doce da face da terra.
Paulo, cai sobre seus joelhos e apoia com suas mãos, ficando literalmente de quatro na mata enquanto Jaime se delicia provando daquele cu sujo.
Novamente sem nenhuma cerimônia Jaime se levanta e já encaixa o pau na entrada do sulista, agora já molhada. Rapidamente ele empurra a pica dura de uma vez dentro daquele cuzinho, que é respondido com um gemido surpreso de Paulo.
- a gente não vai ficar só assistindo né? – indagou Mateus, já com o pau duro pra fora da cueca.
Já na expectativa de dar o que ele queria , segurei seu pescoço e o levei até minha bunda, liberando um peido que já estava segurando faz tempo :
PPPPPPPFFFFFFTTTTT
- eita, eu vou querer também, viu?! – afirmou Jaime enquanto fodia o cu de Paulo, que a essa altura já estava duro novamente.
- pra quê quer o dele se aqui tem também? – Replicou o cagão, logo fechando os olhos e fazendo força. Nessa hora, o cu preenchido pela pica começa a expulsar mais toletes de merda fresca, tirando a rola dura e deixando que mais dois toletes de merda caiam no chão.
- aaaaaah, é assim que eu gosto ! – respondeu Jaime todo maravilhado, pegando a bosta que saia do cu de Paulo e esmagando na mão , já que era dura e em seguida esfregando pelo seu pau e dando dois tapas na bunda do passivo deixando a marca de bosta em formato de mãos em cima das duas nádegas.
- Deita no chão! – ordenou Mateus vendo isso, prontamente obedeci.
Ele deu uma cuspida na mão e deu uma sutil esfregada no próprio cu, logo em seguida sentando sobre o meu cabeção que já estava babando vendo a cena do vizinho. Como uma cadela no cio, ele começou a sentar forte, subindo e descendo em alta velocidade logo desde o início, apesar de meio desajeitado por ser mais ativo.

Pela cara dava pra ver que estava sentindo dor , mas o pau exibia o tesão num longo fio de baba que brilhava na ponta do pau ereto.
Seu olhar de tesão, vendo a mim deitado no chão e vendo Paulo e Jaime sujos em plena mata já era suficiente para o encher de desejo, mas isso não era suficiente.
Na última vez que sentou no meu pau, desencaixou seu cu e se levantou acima dele. Nesse momento, começou a fazer força, quase como uma parturiente, e aí deu um longo peido
- PPPPPPPRRRRRRRRRTTTT – o cheiro de peido molhado já anunciava o que viria em seguida: um longo jato de merda pastosa que desceu como uma cobra em espiral sobre meu pau e virilha. Logo peguei uma parte daquela bosta e esfreguei no meu pau, espalhando o forte cheiro de fezes pelo local .

Começou então a sentar novamente, dessa vez entrando mais suave e mais gostoso também, vendo a cabeça do meu pau agora marrom, meus pentelhos cobertos por aquele chocolate humano e a bunda do meu passivo toda melada de bosta.
Quicando novamente no meu pau, sem reclamar de maneira nenhuma, vejo uma mão passar pelos meus pentelhos e puxar um pouco do excremento deixado sobre minha virilha. Jaime tira um pouco da bosta e ao se encaixar novamente no rabo de quatro de Paulo, coloca a mão na sua boca, tapando-a e obrigando a aceitar minha merda na cara enquanto Jaime continua a foder forte seu cu e esfregando a merda no queixo, boca e bochecha de Jaimes.
Vendo essa cena de tesão, Mateus acelera em sua punheta e começa a revirar os olhos, sinalizando uma eminente gozada.
- NÃO GOZA !!! – ordenei – mija em mim!
Me olhou com uma cara de sádico, mas relaxei as pernas, deitando no chão enquanto ele se sentava, ainda com seu pau sobre mim e começou a mijar sobre meu corpo, retirando um pouco daquela merda sobre minha barriga e me batizando com seu líquido.

Copiando nossa ação, Paulo pediu pra parar e sentado com as costas apoiadas numa árvore, recebeu todo o mijo que seu passivo tinha armazenado. Mateus vendo a cena se aproximou, colocando seu traseiro sujo sobre uma coxa de Jaime, permitindo ser atingido pelo mijo . mas ao que parece, essa não era a única intenção. Foi quando vi mais um tolete de merda sair da bunda do baiano, semelhante a que tinha saído sobre mim, sujando a coxa e escorrendo dela. Claro que Jaime, dominando pelo tesão pegou a merda e começou a espalhar pelo próprio peito e pau. Vendo essa cena, não consegui controlar o orgasmo e comecei a gemer, permitindo sair as primeiras gotas de esperma do meu pau, foi quando Jaime abocanhou meu pau, não permitindo que nada fosse desperdiçado.
Caí no chão, estirado sobre a camada de folhas, totalmente sem forças e com os olhos fitos no céu coberto pelo topo das árvores. O céu já não estava tão claro e o sol brilhava alaranjado, deveria estar perto do por do sol. Fechei os olhos por uns segundos, sentindo meu pau latejar , o cheiro de merda vindo de algum lugar do meu corpo que eu já nem sabia identificar, e o som dos gemidos dos leitões que continuavam fodendo.
Quando recuperei-me do êxtase, me deparo com a seguinte cena: Mateus deitado no chão, com Jaime sentado no seu pau, enquanto Paulo inicia uma tentativa de uma dupla penetração.
- aaaaaah, tá doendo porra – gemeu Jaime.
- aguenta vai puto – falou Mateus com uma voz forte.
- pera pera pera – advertiu o passivo.
Foi quando começou a expelir aquela cobra com um marrom quase amarelado do cu, sujando a cabeça do pau de Paulo e caindo sobre a virilha de Mateus.
- agora esfrega.
Foi quando os dois ativos usaram o lubrificante natural e lambuzaram seus paus nele, penetrando ambos ao mesmo tempo, dessa vez recebendo com mais facilidade.
Vendo isso, novamente fiquei duro e me prontifiquei a por Jaime pra me mamar enquanto os dois outros porcos fodiam seu cu, deixando- o totalmente aberto.

Jaime era um puto, tinha seu desejo como de dez adolescentes na puberdade e uma gula de dez putas. Recebeu as duas picas no rabo e a minha na boca, tudo isso enquanto batia uma pra si próprio.
- aaaaaaaaah, eu vou gozar, não aguento mais, eu vou leitar esse cu seu porco – gritou Mateus.
- goza, vai, eu vou gozar também – concordou Paulo.
Os dois gemeram juntos e enterraram a pica um pouco mais fundo dessa vez. Tirei a minha pica da boca do Jaime me juntei aos dois, atrás do rabo. A pica do Paulo amoleceu primeiro, e exibiu um cu arrombado, sujo de merda e com uma boa quantidade de porra dentro dele. Nessa hora bati uma punheta e dei a terceira gozada dentro do cu dele, nessa hora me deitei ao lado dele e comecei a beija-lo.

Estava eu, Mateus e Jaime deitados um ao lado do outro, vendo Paulo debruçado numa árvore respirando ofegante.
Jaime começou a peidar e expelir o restante de merda que tinha em seu cu, junto com os três filhos que fizemos nele.
Peguei meu pau e o apontei para o meu rosto, liberando aquele mijão que só macho dá depois de uma gozada, permitindo que o jato atingisse meu peito, o de Jaime e do Mateus.
Nessa hora me deparo com um jato atingindo meu rosto e entrando no nariz. Ouço a risada do baiano, se juntando à ideia do chafariz de mijo e logo depois sendo acompanhado de Jaime, que também começa a mijar em mim, se aproveitando que eu estou no meio.
- caralho, vão me afogar assim – respondo rindo, aproveitando pra lavar o rosto com o mijo.
Cabe então Paulo igualar o ato, se aproximando e de pé mijando na cara dos outros dois.

Todos rimos e começamos a dar mais um beijo. Provando do sabor de esperma e mijo restante na boca de cada um.
- melhor a gente ir embora né? – alertou Mateus, vendo o sol quase se por no horizonte.
- melhor mesmo! – assentiu Jaime.
Vestimos as cuecas e retornamos a praia, onde demos um ultimo mergulho pra nos limparmos e podermos ir embora.

E aí, curtiram? Espero o feedback de vocês.

PS: Dedico esse conto a eles, somos amigos há um tempo e temos um grupo nosso no snap chat , “Os pigs”. Não deixem de me seguir no twitter, sempre posto vídeo fazendo umas porquices. Até a próxima, porcões!

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5 comentários:

  1. muito bom sexo sem frescura assim, whats pra amizades(18)98122-0556

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  2. Adorei o conto, não sou do tipo que já experimentei isso tudo mas ler isso tudo foi muito bom! Algumas coisas dessas eu já fiz ehehehhe mas parabéns pelo conto muito bom!!!

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  3. Cadê o Twitter pra gente seguir? @bearzao2 segue tbm

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  4. Pô, curti muito! quem curtir essas paradas da um toque! Bora se conhecer. Interior de SP, 21 anos aqui.
    scatdude77@gmail.com

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