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segunda-feira, 1 de junho de 2020

Relato de Bianca: Gostava do meu próprio cocô, até descobrir o das minhas amigas...

gosto de olhar o meu proprio coco

 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Bianca Scat, 27 anos, bissexual, de Barueri - SP. 

Ola, me chamo Bianca, tenho 27 anos, bissexual, e sou de Barueri - SP.

Recentemente respondendo a pesquisa do site me deparei com a pergunta de como surgiu seu interesse pelo scat. então passou um filme na minha cabeça de como eu entrei no universo scat e como evolui nele e quero compartilhar com o publico do site!

Bom, tudo começou aos meus 16/17 anos. Lembro que fui acometida por uma prisão de ventre terrível que durou cerca de 5 dias, e quando finalmente consegui fazer cocô fique maravilhada com o tamanho do cocô que havia feito. Eu simplesmente não conseguia puxar a descarga, queria ficar ali apenas admirando. Sem eu saber ali nascia meu interesse pelo scat.

Depois deste episodio sempre que ia ao banheiro antes de puxar a descarga gostava de ficar admirando os meus cocôs. Então comecei a cagar nas minhas próprias mãos, para poder admirar mais de perto. Não sabia se aquilo era certo, pois era uma adolescente, e ainda estava descobrindo minha sexualidade. Então fiz a seguinte pesquisa no Google "gosto de olhar meu próprio cocô", e entre vários tópicos de humor encontrei uma matéria em um blog que listava os fetiches mais inusitados. Neste artigo tive a primeira informação do que era o universo scat, e logo de cara adorei tudo que li. Pesquisei o assunto mais afundo, virava as madrugadas vendo videos e fotos do publico scat, ia para a escola como se fosse um zumbi no outro dia, mas tudo valia a pena, pois havia encontrado um universo novo no qual eu sentia que me encaixava.

Eu adorava ver videos de mulheres que se masturbavam com a própria merda, apesar de não me considerar bissexual na época, mas era esse conteúdo que me atraia. Um certo dia me deparei com um vídeo de um mulher que colocava a própria merda dentro de uma camisinha e depois introduzia na buceta, como se fosse um consolo. Amei aquilo e quis repetir o feito daquela atriz. Foi a minha primeira imersão no scat, no banheiro repeti o feito daquela atriz. Caguei dentro de uma camisinha e depois coloquei dentro da minha buceta ainda virgem. Então sim, eu creio que perdi minha virgindade com minha própria merda, pois lembro-me de sentir uma dor quando introduzi na buceta. Apesar disso eu adorei o que fiz, me senti muito bem, muito realizada comigo mesma.

Repeti esse feito mais algumas vezes, pois morava com meus pais e não podia fazer muita bagunça, então tinha que me limitar as quatro paredes do banheiro do meu quarto, com a merda dentro da camisinha sem fazer bagunça. Mas não aguentava mais ver minha merda confinada naquele pedaço de látex, minha vontade era me lambuzar com minha merda. Então não me aguentei mais, aproveitei um dia em que meus pais haviam saído de viagem e me lambuzei com minha merda!

Aquilo foi maravilhoso, sabia que era aquilo que me fazia bem, que me satisfazia. Me masturbei várias vezes naquele dia e sempre gozava no final de cada masturbação. A partir daquele dia não consegui mais parar, aproveitava cada saída dos meus pais para ter minhas sessões scat, e me certificava de deixar tudo limpinho depois. E assim foram mais alguns meses, eu me deliciando com minha própria merda, mas comecei a sentir que faltava algo ali, na verdade sentia que aquilo poderia melhorar!

Então busquei mais sobre o scat e descobri que o que eu queria era a merda alheia, queria me lambuzar com o cocô de outra pessoa. Mas pensava que aquilo era um tabu, algo errado, então não podia contar para ninguém sobre o meu fetiche secreto. Comecei a pensar em uma maneira de poder me deliciar com a merda de outra pessoa sem me expor.

Então tive a brilhante ideia de convidar uma amiga para posar em minha casa, torcendo para que ela sentisse vontade de fazer cocô em algum momento, para que eu pudesse usar os pedaços de papel que ela usou para se limpar, para me masturbar depois.

Me certifiquei de deixar o cestinho de lixo vazio para ter certeza que o papel sujo de merda ali era dela. Porém, minha primeira tentativa foi frustrada, pois ela não fez cocô. Creio que ela estava com o cú reprimido (kkkkk), não conseguia fazer cocô fora da casa.

Dias depois tentei mais uma vez, convidei ela para posar em minha casa novamente, mas desta vez queria ter certeza que meu plano funcionaria! Então servi para ela um suco com um pouco de laxante que minha mãe tinha em casa. Foi tiro e queda, ela tomou o suco e logo foi para o banheiro e eu pude enfim experimentar a merda alheia naqueles pedações de papel higiênico.

Depois que ela foi embora me masturbei esfregando os papeis sujos na minha buceta e pelo meu corpo, mas logo que acabei eu sabia que queria mais, que não ia me contentar somente com aqueles pedacinhos de papeis sujos.

Eu queria uma merda inteira para poder me lambuzar, mas sabia que aquilo seria quase impossível. Bom era o que eu pensava, até minha mente scat começar a bolar planos no desespero de conseguir uma merda alheia.

E então tive mais uma brilhante ideia. Convidei uma outra amiga para ir em minha casa para fazermos um trabalho do colégio, a qual eu já tinha uma certa intimidade (nós já havíamos feito xixi e cocô uma na frente da outra, quando íamos juntas à festas, na escola, etc., mas antes de eu descobrir meus desejos scat). Novamente servi aquele suco com um pouco de laxante, e logo ela falou “Bi, preciso usar seu banheiro!” e foi ai que meu plano entrou em ação.

Eu falei para ela “Esta bem, pode usar o banheiro social no final do corredor”, mas eu sabia que ela não aceitaria usar aquele pois ela queria fazer cocô, e o banheiro do meu quarto era mais reservado. E foi o que ela me disse “Mas Bi, eu quero fazer o número 2”, e eu com meu plano em pleno funcionamento disse para ela “entendi! Então pode usar o banheiro aqui do quarto, mas não puxe a descarga pois esta estragada, e o encanador ainda não veio arrumar. Deixa que eu puxo pra você, porque tem um ‘jeitinho’ certo!” e ela mais que depressa só me fez um sinal de joia e correu para o banheiro, coitada estava desesperada pra cagar!

Ali eu sabia que meu plano havia funcionado! Depois que ela terminou de fazer o cocô e saiu do banheiro eu pedi para que ela fosse até a sala buscar meu notebook enquanto eu acionava a descarga. Mas eu havia deixado um pote embaixo da pia do banheiro, e enquanto ela foi buscar o notebook eu transferi a merda do vaso para o pote.

E que belo cocô ela fez, parece que estava à dias sem cagar. Mal coube no pote que eu havia prontamente deixado lá. Assim que ela foi embora eu me tranquei em meu banheiro e deliciei com a merda dela, fiquei lá por horas, me masturbando. Foi uma verdadeira masturbação pig. Que delícia! Lembro-me de ter gozado pelo menos 5 vezes naquele dia!

Isso impulsionou meus desejos de scat, eu tive a certeza que era aquilo que eu gostava e queria para a minha vida sexual. Ainda Consegui repetir o feito com outra amiga, usando o mesmo plano. Mas foi só.

Aos meus 18 anos fui morar sozinha em São Paulo para cursar a faculdade. Logo que cheguei em minha casa nova imaginei que ali seria meu templo scat. Ali eu finalmente poderia ter toda a liberdade que eu queria! Ali eu poderia encontrar uma parceira(o) (nesta época já tinha preferência por mulheres) para fazer aquele sexo sujo e lambuzado de merda, e deflorar de vez meu instinto scat!

Que belo engano!

Quem já procurou sabe de dificuldade de encontrar um parceiro que também goste de scat, o que estejam dispostos a se expor, talvez pelo tabu que ainda persiste sobre a pratica. Procurei em blogs, fóruns e até aplicativos. Sempre com esse nome Bianca Scat, já para que bons entendedores soubessem o que eu estava procurando!

Enquanto não encontrava uma parceira me contentava com minhas masturbações pig. Ao menos sozinha em minha casa eu era livre! Podia praticar onde quisesse sem medo de alguém me flagrar ou desconfiar do que estava fazendo.

Eu me lambuzava na cama, no chão, na mesa, no sofá. Aquela liberdade era maravilhosa, mas ainda faltava um parceiro para que eu pudesse enfim realizar todos os meus fetiches scat.

Depois de muita insistência encontrei a Marcela, um menina totalmente liberal, mas que ainda não era adepta a pratica do scat. Começamos a nos relacionar, e nos primeiros meses eu ainda não havia contado pra ela sobre as minhas praticas.

Até que em uma de nossas transas o tesão estava muito forte, eu senti vontade de fazer cocô, então percebi que o momento era aquele, pois como disse eu sabia que era ela muito liberal, que poderia ali mostrar do que eu gostava. Então arrisquei, sem saber se ela ia gostar ou não.

Sentindo aquela vontade de cagar, sentindo que o cocô estava na beira do meu cúsinho pra sair, enfiei o dedo, peguei um pouco de merda e passei no grelinho dela. A princípio ela se espantou e falou ”o que é isso?”, e eu falei para ela isso “só curte o momento, que depois eu te explico!”. E ela aceitou então expulsei aquela merda que estava dentro de mim na cama, esfreguei na minha buceta e depois fiquei me esfregando na buceta dela.

Depois do sexo contei para ela sobre o universo scat, e para minha surpresa ela falou que já conhecia e já havia pesquisado sobre, mas que nunca havia praticado de nenhuma maneira, mas aderiu a pratica depois dessa transa.

Depois disso tivemos alguns anos de sexo scat, realizamos varias outras fantasias, que ficam para um outro conto para não estender mais este!

Infelizmente a vida real não é um conto de fadas e não nos permite ser felizes para sempre! Marcela infelizmente foi embora para outro estado por uma ótima proposta de emprego, e eu fiquei.

Mas sempre que temos a oportunidade de nos encontrar nos matamos todas as nossas saudades! Sempre guardo um cocô especial para ela, fico dias sem cagar esperando a sua vinda!


Este foi um breve relato de como foi a minha evolução no universo scat.

Deixo um recado para aqueles que estão iniciando neste universo: aceitem-se, não tenham medo de se expor. A pratica do scat não precisa ser um TABU, existem vários iguais a você! Quanto antes você perceber isso, mais você poderá aproveitar este universo maravilhoso do scat!

Estou aberta para qualquer dúvida e feedback através do E-mail: bianquinhascat@gmail.com

Beijos e abraços lambuzados de cocô á todos!

Bianca Scat

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5 comentários:

  1. Como sou uma viciada em leitura,já estou esperando o próximo.

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  2. Uau que relato maravilhoso....difícil encontrar mulheres que curtem scat....fiquei interessado demais....desde nova que top...esperando por mais relatos

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  3. que coisa boa hein.
    bom demais um cuzinho cheinho assim.

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