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sábado, 25 de julho de 2020

Conto: Roda de punheta e peido com os amigos héteros.


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Heitor, 22 anos, gay, do Interior de SP. 


E aí, safados! Beleza? Muita punheta nessa quarentena? Vou deixar aqui mais um motivo pra vocês socarem aquela bronha gostosa de madrugada.

Esse é mais um daqueles contos reais, dessa vez é um que já aconteceu faz um tempo mas que eu não esqueci de maneira nenhuma.

Eu tinha por volta dos 17 anos, era o último ano de do ensino médio e estávamos nos momentos finais antes da formatura. Naquele dia a gente tinha retornado de uma viagem que a turma fez em comemoração ao último ano. Éramos todos da mesma sala de uma escola de curso técnico integrado ao ensino médio, bem comum pelo interior paulista. Nossa turma não era a mais unida, mas com o fim do colegial a gente se reaproximou, também... como era cidade pequena, era inevitável a convivência, ainda mais que a maioria eu havia estudado desde o ensino médio e ali estávamos nos separando, alguns para ir para federais, outros pra ir em outros Estados trabalharem, uns se mudando e assim íamos nos separando.

Na primeira semana de dezembro daquele ano, já tínhamos feito a colação e estávamos um pouco chateados de irmos embora, foi aí que alguns caras combinaram de nos reunirmos para fazermos algo. Marcelo quem teve a iniciativa, dizendo que a casa estaria vazia porque o pai e a madrasta iriam visitar um parente fora. Daí fomos pra sua casa, que ficava no final de um bairro novo, ainda sendo construído. A casa era de tijolos, bem simples, tinha um quintal enorme no fundo em que o Marcelo improvisou um gol pra treinar futebol. O Marcelo era aquele cara esquentadinho, que arrumava briga por tudo. Um baita de um negão, cabelo raspado, bem estilo favela, apesar de ser crente, era o que mais trocava de namorada e sempre ficava se gabando de ter traído a namorada porque tinha uma garota melhor interessada nele. Junto dele, chamamos outros três caras: o João Vitor, o Igor e o Lucas. O João era aquele playboyzinho que quer meter o louco bancando ser da favela, mas que na verdade é filhinho da mamãe. Um branco, baixinho, por volta de 1,65, cara coberta de espinhas e cabelo castanho curto, mas que era possível ver as ondulações por debaixo do boné. O Igor fazia parte do time de futebol, bem popular, namorava uma mina desde o fundamental, era um moreno claro, quase branco, bem robusto mas não chegava a ser gordo. O Lucas era um mestiço, meio zuado por ser o mais pobre dali, era branco queimado de sol, sempre com seu óculos fundo de garrafa e ser o mais cheio de manias de mano ali.

Passamos a tarde jogando futebol, até perceber que já era noite. Como a intenção era aproveitar os últimos momentos juntos, combinamos de assistir um filme e pedir uma pizza. Entramos na casa do Marcelo, o João Vitor, como o mais folgado já foi tirando a camiseta que a essa altura já estava molhada de suor e jogando no tapete da sala. Todos estavam suados, aquele cheiro de “cc” de macho já era perceptível a quilômetros.

- Ow, você não vai sentar no sofá assim não né? – alertou Marcelo ao João e ao Igor, que ainda de camiseta, tinha uma pizza gigante debaixo do braço e uma marca de grama na parte de trás da bermuda que usava.

- tomar no cu hein, pode nem aproveitar a casa não? – rebateu Igor.

- tá doido é? Deixa meu pai descobrir que eu trouxe vocês aqui sem ele saber.

Depois da advertência, estávamos todos nós sentados no tapete da sala. O cheiro parecia que estava mais forte conforme a nossa proximidade, Lucas chegava a estar com a testa escorrendo suor ainda. De repente um cheiro se junta ao odor que já estava no ambiente, dessa vez o cheiro era azedo, forte, eu tento entender o que é aquilo, até ver que Lucas tirou as havaianas surradas e Igor estava desamarrando as chuteiras, tirando aquele pé preto e enorme pra fora.

- carai, que “catinga” isso daí – debochou João!

- ah, tu gostou é? – respondeu o Igor, arremessando a meia no colo de João, que num pulo repeliu assim que a meia tocou suas pernas.

Ah, talvez eu não tenha mencionada, mas nessa época eu não havia aceitado minha sexualidade, que ainda nesse momento permanecia em segredo, então, apesar de eu estar gostando muito do que sentia, eu não poderia transparecer de maneira alguma.

- vão parando de viadagem que eu to indo tomar um banho hein, não suja nada não! – alertou Marcelo, pegando a toalha e se dirigindo ao banheiro.

Como qualquer adolescente, a advertência dele era o mesmo que nada. Por isso, todos começamos a fuçar a casa. Primeiro mexendo no controle da TV e vendo todos os canais disponíveis, depois olhado as fotos que estavam expostas na estante e por fim mexendo na caixa de sapatos que estava na prateleira ao lado da televisão.

Vasculhando a caixa encontramos vários filmes piratas que a família via, e pelo desgaste das capas parecia serem constantemente assistidos. “Shrek 2”, “Scooby- doo”, “As branquelas” , “Brasileirinhas” ... epa! Nem preciso dizer o quanto todos nós ficamos espantados ao ver aquele filme pornô ali. Claro que todos ali já conheciam o nome muito bem, de seus longos anos de calejar as mãos vendo aquelas mulheres nuas na nossa frente. Pode parecer meio antiquado, mas la por 2013, a internet ainda tava pegando o embalo aqui no interior, então ainda tinha muita gente com DVD pornô em casa.

Nessa hora o Marcelo saiu do banheiro, bem despudorado usando uma cueca marrom que era de uma tonalidade tão parecida com a da sua pele que chegava a parecer que estava nu.

- que cês tão mexendo ai hein viado?- Marcelo respondeu com voz firme!

- êee Marcelo, só na bronha né? – retrucou Igor em tom de deboche.

- é, pra não ter de comer sua mãe! – respondeu sarcástico, fazendo com que todos ali começassem a rir junto.

- pô, coloca esse filme aí vai. Deixa eu ver se é bom – Lucas se manifestou, já se aproximando do aparelho.

- Coloca ué- concordou Marcelo, fazendo com que todos nos reuníssemos ao redor da TV.

Igor, com seu jeito folgado fez questão de deitar no sofá, se sentindo como o dono da casa e deixando o dono legítimo, Marcelo, sentado no canto no único lugar que sobrou. No chão ficou eu, sentado próximo à TV e um pouco mais distante, enquanto o João e o Lucas sentaram na frente do Igor.

Quando por fim a pizza chegou, já estávamos há cinco minutos vendo o filme. O cheiro da muzzarela derretida perfumava o ambiente, mas logo o cheiro de “cc” e chulé me lembrava que estava rodeado de homens. Por dentro da minha calça eu já sentia que meu pau estava completamente duro, possivelmente babando, talvez o menor estímulo já seria suficiente pra me fazer gozar, mas diferente dos meus amigos, não era a morena com seios fartos, buceta raspada na evidente marquinha de sol que estava na tela mamando um negão enquanto o amigo a fodia por trás, não! Meu tesão era provocado pelo ambiente dominado por homens, o cheiro que deixava evidente quem ocupava o lugar, o calor abafado de uma noite de verão já eram por si só suficientes pra deixar meu coração acelerado e me fazer viajar, e eu não sabia que isso ainda era pouco comparado ao que estava por vir.

Todos estavam vidrados no filme, às vezes percebia-se que algum espiava de canto de olho pra ver o que o do lado estava fazendo. Igor, Marcelo e eu estávamos sem camisa, e a maioria de nós estava com as pernas cruzadas ou com a mão sobre a virilha, numa tentativa de esconder os volumes. Estávamos tão fixados na TV que o anúncio do Igor fez com que todos tomássemos um susto:

- CÊ TÁ DE PAU DURO, É, JÃO !? – berrou apontando pro colega.

- Oxe, e daí? Você tá também!

- pode bater aí pô, vou ligar não ! – Marcelo aconselhou, num tom tão manso que parecia desejar convencê-lo a realmente por o membro pra fora, apesar de toda a plateia.

- cê quer ver minha rola é? – caçoou Joao, retrucando da forma imatura que sempre fazia.

- vocês nunca bateram com os amigos? – perguntou o Lucas.

Todos concordaram que sim, exceto por Igor que ficou quieto.

- ó, eu to de pau duro, to a fim de bater uma, já que a gente vai se separar mesmo, por que a gente não bate uma ? cada um na sua, sem viadagem – me pronunciei.

Claro que no primeiro momento todos discordaram, mas acabou tendo concordância no fim.

- sem viadagem hein, e nada de sair contando pros outros o que vocês viram – Igor rompeu o silencio, expondo uma preocupação suspeita.

- iiiih, tá com medo de alguém contar que seu pau é pequeno ? – provocou Marcelo

- pequeno mas você chora se sentar nele né? Você é o Kid Bengala então – retrucou .

- sou mais negro que você, tá duvidando ainda?

- isso não tem nada a ver – me intrometi na discussão.

- vamo fazer assim, a gente mexe nos paus e quem tiver pau menor vai ter que cumprir um desafio, fechou?

- FECHOU !!! – todos assentiram, exceto por João, que respondeu meio acuado...

- que desafio? – perguntou ele.

- Ah, a gente vê na hora, mas pelo visto já tem um pauzinho aí – respondendo irônico Marcelo de novo.

E começou a sessão de piadas e comparações esdruxulas sobre o pau.

Até que foi a hora de colocar o pau pra fora. Marcelo colocou primeiro, suas comparações era só falação mesmo. Tinha um pau de uns 15 centímetros, bem peludo, preto e com a cabeça tão vermelha que quase chegava a ser roxa, e também bem grosso, tanto que segurava-o com a mão totalmente fechada. O Igor acabou nos surpreendendo, apesar de ser um ano mais velho ele tinha o maior pau: um longo pau que parecia chegar aos 19 centímetros, lisinho, não tão grosso mas com uma cabeça longa que parecia realmente a cabeça de uma cobra. Eu fui em seguida, com meu pau com seus 16 centímetros, mas bem cabeçudo. Em seguida veio Lucas, com seu pau branco, pouca coisa maior que o meu, uma cabeça rosada como morango , veias latentes, grossura mediana e ligeiramente curvo para a direta. Por último veio quem seria o nosso perdedor: João e seu pau de uns 13 centímetros, com fimose e todo raspado que fazia o parecer como um filhote de pássaro recém nascido.

- tá, qual vai ser o desafio? – indagou ao Igor, que parecia ser o ganhador.

- fecha o olho e senta no chão e não pode abrir hein – respondeu todo malicioso. Eu já esperava por uma sacanagem como colocar o pau na boca do João, que foi precavido fechando a boca e colocando os lábios pra dentro. 

Nessa hora Igor se virou de costas, abaixando o calção de futebol e exibindo a bunda torneada e grande de jogador, até que ao expressar um pouco de força, fechando os olhos, só pudemos ouvir “PRRROOOOOONNN” – um longo peido, daqueles estilo trovão, bem alto e grave, como se estivesse tremendo o cu, o cheiro que subiu em seguida só provou que era mais forte ainda. O fedor de ovo, como de alguém que comeu muito subiu e ficou no ar, até que ligamos o ventilador para que o cheiro se dissipasse. Todos estavam rindo de engasgar da cena que acabávamos de presenciar, João com a cara na almofada tentando fugir dos resquícios do “perfume” fazia caretas, enquanto meu pau latejava mais do que nunca, hehe

- ah qual é? Ta com nojinho? Não aguenta mais peido não ? – Igor acusou, ainda engasgando de rir.

- queria ver se fosse o meu – respondeu Joao, meio zangado.

- você nem pau tem, tu é mulherzinha, nem peida igual homem! – desafiou Igor.

- ah é??? – João parecia ter aceitado o desafio. Eu nem acreditaria, até que aconteceu na minha frente. João correu em direção ao Igor que voltou a se deitar no sofá, sentou sobre a cabeça dele e com a mão direita segurou de forma que ele não escapasse. Ele usava uma cueca branca com elástico azul, sua bunda parecia ser bem magra e sem pelos, talvez os outros não repararam, mas eu sim. Só perceberam o barulho  que foi tão rápido quanto o salto de João. Quando encostou a bunda na cara do Igor só ouvi o barulho “PFFFF...PRRR” um peido duplo baixo, rasgado e fino direto na cara, que foi correspondido com um soco no final da coluna do João, que só não atingiu com força total porque ele saiu correndo e rindo antes que Igor conseguisse calcular a mira.

Todos riram, obviamente, até que eu tentei abusar da sorte – Vamo ver quem peida mais podre? – pra minha surpresa eles toparam. As regras eram o seguinte: continuaríamos vendo o filme e quem sentisse vontade de peidar giraria a garrafa de coca cola (que tomamos de uma vez pra ajudar na “fabricação”) e quem fosse apontado teria que cheirar.

Marcelo foi o primeiro a anunciar que ia peidar, deu uns tapas na barriga e fez umas caras engraçadas ao se aproximar da garrafa. Quando girou, eu fui o sortudo pra receber aquela bufa.

“Prruuuunnnn” – aquele peido grave mas extremamente poderoso parecia uma cagada direto na cara.

As risadas continuavam. Meu pau nessa hora já estava tão molhado que sentia que ia gozar a qualquer instante.

- Ei, agora é minha vez de peidar ! – avisei! Quando rodei a garrafa, o sortudo havia sido o Marcelo, até que o João teve uma ideia.

- se vinga dele vai, tira a cueca e peida direto na cara.

Gostei da ideia e lá fui eu , completamente pelado ficar inclinado na beira do sofá. Nessa hora, o Marcelo se colocou de joelhos e agarrou as minhas nádegas. O rosto próximo ao meu cu, apenas aguardando a revanche gasosa que eu iria dar a ele.

Só que na hora, embora minha barriga tivesse cheia as bufas não queriam vir de jeito nenhum. Bati, forcei, e nada, até pensei que não fosse mais peidar.

- Ah então cheira o cu dele pelo menos.

Senti o rosto do Marcelo encostando na minha bunda, seu queixo e nariz posicionados entre as minhas nádegas, até que senti algo rápido que me surpreendeu pela ousadia. Uma lambida tímida rapidamente passou pelo meu rego suado. Nessa hora, instintivamente o peido veio:

“prrrrrrfff” – novamente um peido trompete, alto e fedido, que surpreendeu Marcelo tão rápido que o impulso pra repelir o peido foi o suficiente pra que não suspeitassem da sua linguada no meu cu.

Depois disso, todos continuamos a ver o pornô, e eu com minha tara secreta fui o primeiro a gozar. 4 tiros de porra que caíram pelo chão da casa. Marcelo foi o segundo, com as mãos tão apertadas que a cabeça ficava mais vermelha do que já era. Igor veio logo em seguida, deixando escapar seus gemidos enquanto gozava uma porra tão grossa e branca que constrangeu a todos nós. Lucas gozou no mesmo momento que o Igor, mas a porra rala e transparente, apesar de em grande quantidade não nos fascinou. O João foi o último, demorou uma eternidade por não ficar completamente ereto, e ao gozar, foram apenas umas gotinhas que mal enchiam a mao, o que novamente foi motivo de piada.

Ao fim daquela noite, nos vestimos e fomos cada um para sua casa. Aquela tinha sido nossa despedida, literalmente. Depois daquele dia o destino levou cada um para o seu desígnio: um foi para o casamento, outro para emprego, outro teve que assumir um filho precocemente, outro não teve a sorte de viver essas experiências devido a um trágico acidente...mas aquela tinha sido a melhor experiência da minha juventude. As vezes acontece de encontrar algum deles ou ver alguma novidade em uma rede social, fico pensando se talvez ocorreria novamente. Só sei que valeu a pena as zoações pela minha “ejaculação precoce”, pois ela me fez começar na prática o meu fetiche!

É isso galera, espero que tenham curtido! Espero pra ver seus comentários. Flw, porcada. 

3 comentários:

  1. acompanho o blog desde 2018 e tô curtindo demais os contos desse cara é um nivel de porquice que eu amo bem de macho porco mesmo hehehehehe ja gozei muito com os primeiros contos e estou esperando por mais..... faz um com mijo eu iria gozar mtu!!!! parabens pelo blog gu! continue fazendo esse otimo trabalho e parabens ao heitor pelos contos nunca pare de escrever!! ja sou fã e sempre entro por aqui pra ver se tem mais!!!!

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  2. Pô, curti muito! quem curtir essas paradas da um toque! Bora se conhecer. Interior de SP, 21 anos aqui.
    scatdude77@gmail.com

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  3. Lendo esse conto no dia 21/10/2020, e cagando no exato momento! Tipo achei a história sensacional demais pq foi algo muito natural com várias surpresas maravilhosas ahhaah quem diria que o perdedor ia acabar levando um puta peidão na cara ahahahah! Amei nota 10 de todos os seus que eu li esse foi o que eu mais me identifiquei e gostei pq certamente é algo que sim poderia acontecer comigo ehehehh

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