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segunda-feira, 3 de agosto de 2020

(GAY) Conto: O novo creme dental.


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Junior, 30 anos, gay, de Palmas-TO. 

Este foi escrito em parceria com o meu amigo pig, o PiGui, há um bom tempo que falamos de nossas putarias, e nosso desejos pigs e isso contribuiu para a criação desse conto. Não moramos perto, mas o fato de curtimos as mesmas coisas, nos faz mais próximos. Se você é scateiro, certamente vai fazer a leitura soltando uns peidos e passando o dedo no cu pra sentir o cheiro do próprio rabo como nós dois fazemos. (Risos)

Vamos ao conto...

Meu nome é Vini, tenho 25 anos, estudo direito, trabalho como estagiário numa empresa de advocacia. Há dias felizes e tristes, mas procuro superar as dificuldades. Sempre que dá saio com os amigos mas prefiro ficar em casa e curtir séries e reality shows e ler um bom livro. Mas quando estou sozinho, no refúgio do meu quarto é que tudo se transforma, realizo sem medo, aquilo que existe no mais íntimo dos meus desejos.

Gosto de cheirar no final do dia minhas cuecas usadas, sentindo o cheiro marcado pelas gotas de mijo deixadas de propósito, do suor expelido pela região do meu pau e das gotas de baba, provocadas pelos pensamentos “sujos” da minha mente pig. E claro, o cheiro de rabo suado e melado que fica na parte de trás da cueca.

Amo passar a mão no meu cu e cheirar os dedos que ficam todos aromatizados com aquele cheiro que em geral não mostramos para ninguém, o aroma da bunda.

Logo, cheio de tesão, começo a chupar os dedos melados, como se ali estivesse o doce mais saboroso. No entanto era o sabor do meu próprio cu.

Com o tempo, tudo foi ficando mais intenso. Andando na rua ou dentro dos ônibus, quando avistava um rabo masculino dentro de um jeans, minha mente logo pensava, qual seria o sabor de cada cuzinho suado daqueles caras, qual seria o cheiro. Então, já tarde da noite, após a faculdade, restava chegar em casa e correr para o banheiro, tirar toda roupa, passar a mão no meu próprio cu suado de todo o dia, e cheirar, imaginando que fosse o rabo de algum dos caras que vi na rua.

Depois de um tempo comecei a sentir o desejo de comer merda. Então comecei a cagar na mão, e saborear a minha própria merda, sonhando que fosse de algum cara

Isso foi virando um vício que se repetia quase todos os dias. Era meu segredo que escondia a sete chaves. E imaginava que jamais aconteceria com outro cara.

Até que comecei a fazer um tratamento odontológico na clínica do dentista. Danilo, coloquei aparelho nos dentes e a cada mês precisava retornar ao consultório.

Danilo é um cara branco, loiro, malhado, de 32 anos. Sempre vestindo uma calça branca, justa no corpo, marcando sua bunda grande e suas pernas grossas. Desde o primeiro dia já fiquei imaginando o cheiro que poderia ter na sua bunda. Se pudesse tirava a roupa e começaria a cheirar ali mesmo no consultório.

Quando estava no terceiro mês, o assistente do dentista Danilo, não pode ir ao consultório trabalhar, então ele teve que fazer todo o trabalho sozinho. Naquele dia eu era o último a ser atendido.

Quando entrei no consultório, Danilo já olhou diferente, mas imaginei que era coisa minha cabeça. Então ele começou a mexer no aparelho, percebi que ele olhava alguns detalhes nas partes que tirava do aparelho.

Do nada ele solta um peido, alto e com um cheiro forte. Ele se faz de surpreso e pede desculpas.

– Nossa Vini, desculpa minha falta de educação. Estou a horas segurando, e devido ao grande movimento e sem o Jorge aqui, nem consegui ir ao banheiro hoje. Saiu sem querer.

– Tudo bem Danilo, acontece. Eu não ligo, se precisar, pode soltar. Prender é pior, você pode passar mal.

– Cara, mas não tá legal, tá com cheirão forte. Peido de quem precisa ir ao banheiro.

– Fica tranquilo Dr. Se quiser pode soltar, sem problemas – insisti pois queria ouvir e sentir o peido do meu dentista gostoso.

– Se você não liga, vou soltar então Vini. Qualquer coisa me fala que eu seguro. – Falou Danilo com um sorriso safado.

E Danilo continuou soltando peidos altos e com cheirão, enquanto continuava a fazer a manutenção no meu aparelho.

Mas aquilo foi me dando um tesão do caralho e meu pau ficou duro. E lógico, do jeito que estava deitado, era impossível que Danilo não percebesse o volume nas minhas calças. Ele então percebeu que eu estava com tesão em seus peidos e cada vez mais soltava perto do meu rosto. E eu fazia questão de respirar mais forte quando era possível.

Quando terminou a manutenção, Danilo pediu para eu continuar na cadeira, pois queria ver uma coisa ainda. Então ele saiu do consultório e voltou depois de alguns segundos. Pediu pra eu mostrar o dentes e pegou no meu rosto ainda com a luva, mas passava a mesma perto do meu nariz, senti então um cheiro não igual, mas parecido com um que apreciava todos os dias. Aquela luva estava com cheiro de cu. Certamente Danilo tinha passado a mão no seu cu e trazido pra eu cheirar.

Mas ele começou a falar:

– Vini, percebi que você não está fazendo a limpeza dos dentes corretamente, há desde o segundo mês vejo vestígios de uma massa entre os dentes e no aparelho. Parece resto de fezes.

– Que é isso Danilo, impossível, eu sempre limpo direitinho, ainda mais quando venho pra manutenção. – Fui me justificando – E fora de lógica ter fezes na minha boca.

– Bom Vini, cada um tem seus desejos. Não vejo mal nenhum.

– Você vai insistir que tô comendo merda. Tá ficando é doido. – Disse isso já me levantando e indo em direção à porta.

– Eu sei que você gosta Vini... Só não sei se você já comeu de outro cara.

Ao mesmo tempo queria sumir dali, sentia que poderia ser a hora de cheirar o cu e comer a merda de outro cara.

E ele insistia:

– Então porque ficou de pau duro, com meus peidos. Eu sei que você ficou com tesão.

– Você está e doido cara, vou embora.

Abri a porta e fui para a recepção, mas ao tentar abrir a porta de saída, ela estava trancada. Quando olhei para trás lá estava Danilo, olhado pra mim, com uma mão coçando a nuca e a outra dentro da calça, com mão passado na bunda. Então eu falei:

– Danilo abre essa porta, eu quero ir embora.

Nesse momento, ele tirou a mão da bunda, levou ela até o nariz e deu uma cheirada nos dedos:

– Tem certeza que você não quer dar uma cheirada no meu rabo?

– Cara você está louco. – Insisti, ainda com medo de dar merda.

E deu, fiquei parado, e meu pau duro igual pedra. Minha cabeça de cima dizia que não, mas a cabeça de baixo dizia que era pra ficar ali.

Ele então abaixou a calça, ainda de frente pra mim, vi seu pau meio duro, com fartos pentelhos loiros envolvendo a base, devia estar com uns 18cm. Mas ele se virou, e curvando um pouco, mostrou seu cu, também peludo, com fartos pelos na região central. E ele sem pudor disse:

– Sei que é isso que você quer. Aproveita e cai de boca, seu comedor de merda.

E com isso não resisti, caminhei em direção ao meu dentista e cheirei aquele cuzão peludo, suado e meio melado. Ele ainda soltou alguns peidos me fazendo agora cheirar de perto.

– Isso, seu puto, sente o cheiro do meu cu, olha só o peidão que sai dele, quentinho e cheiroso só pra você.

E eu calado, só sentindo o aroma daquele macho gostoso que se abria pra eu apreciar.

Devia correr dali, mas não resisti àquele cu suado e melado na minha cara, então comecei a passar a língua naquele cuzinho com pelos loiros, melados por uma pequena camada de merda. Chupava, e enfiava a língua dentro do cu, sentindo pela primeira vez o cheiro e o gosto maravilho do rabo de um outro homem. Como era tesudo sentir aquele sabor.

– É isso que você gosta, né safado? – Perguntou Danilo, quebrando o silêncio.

E eu estava ficando cada vez mais entregue aquela situação, não tinha mais controle sobre minhas ações. Fiquei entrega àquele cu de macho na minha frente.

– Fala do que você gosta, fala cachorro...

– De cheiro de cu, de bosta de macho... – Respondi já totalmente entregue.

– Então pede, perde bosta pro teu macho aqui.

– Quero bosta, me dá bosta desse cu. Tô com fome de merda.

– Quer que eu cague onde filho da puta?

Já não ligava mais pra nada, já tinha virando um putinho pronto pra receber merda do puto do meu dentista.

– Na minha boca, to com fome de merda, da merda de outro macho.

Respirava forte, ia receber merda. Pela primeira vez de outro cara. Comeria uma merda que não era a minha. Então ouvi Danilo soltar mais peidos, e logo seu cu começou a abrir e fazer aquele barulhinho pra merda sair. Abri minha boca e deixei ele cagar um pedação de merda dentro da minha boca. Era a merda do meu dentista. Que tesão saber que o cu dele cagava na minha boca.

O cheirão de merda tomou conta do consultório. Era a merda do meu macho dentista. Isso me deixou maluco de tesão.

Depois que ele deixou minha boca cheia da merda dele, Danilo virou de frente pra mim e me observou mastigar aquela tora que ele tinha liberado.

– Mastiga gostoso seu puto comedor de merda safado. Engole tudinho.

E obedecendo seu pedido, mastiguei e engoli tudo. O sabor era bem melhor que a da minha. Sentia meu pau pulsar de tesão ainda dentro da calça. E vi o dele que pulsava e liberava aquela baba antes da gozada.

Quando terminei de comer, ele disse que tinha mais pra mim. Então ele pediu pra eu tirar a roupa e deitar no chão, vi quanto minha cueca estava melada de baba, e meu pau duro como pedra de tanto tesão. Ele veio abaixando de cocaras deixando seu cuzinho próximo a minha boca pra me dar mais merda. E não demorou a sair uma agora bem mais pastosa, mas com sabor mais gostoso ainda.

Depois que ele acabou de cagar, sentou no chão do consultório deixando minha cabeça ente suas pernas, seu pau encostava na minha cabeça. Então ele começou a alisar meu rosto enquanto eu comia a sua merda. E me falava putarias.

– Isso seu porra, come a merda do seu dentista. Esse é seu novo creme dental. Agora você vai comer merda toda vez que vier fazer manutenção. Vai cuidar dos dentes e encher sua barriga da merda do seu dentista.

Quando ele viu que eu já havia comido a maior parte, levantou um pouco e começou a socar o pau na minha boca. Pediu pra eu não engolir mais, ele queria socar com minha boca ainda tendo merda. Obedeci e deixei ele socar. Comecei a bater punheta, sentido o pau dele que nessa hora já misturava merda e baba.

Ele me fez sentar no chão e continuou socando na minha boca, mas agora de frente. E depois de um tempo acelerou a socadas e gritou anunciando a gozada.

– Caralhoooo porraaaa, tô gozando. Toma porra do seu dentista. Toma seu puto.

E senti as fortes jatadas no fundo da minha garganta. Agora o sabor de merda se misturava ao com o sabor de porra. Que delícia aquele sabor de macho. Engoli tudo, saboreando tudo o que meu dentista tinha me dado. Enquanto isso continuei a bater uma e gozei tão forte como nunca havia gozado.

Então ele me levantou, e me deu um beijo na boca, sentindo ainda o sabor dos seus próprios excrementos com aquele beijo melado.

Ele então me levou até o banheiro do consultório, pediu pra eu abaixar e deu uma mijada na minha cara, pediu pra eu abrir a boca e beber o mijo.

– Abre a boca caralho, tem que beber mijo pra desentalar.

Abri a boca e bebi tudo.

Depois nos limpamos e antes de sair do consultório ele disse:

– Te espero no próximo mês pra gente fazer a manutenção do aparelho. Mas se quiser vir buscar mais creme dental do meu cu, é só me procurar.

Saí do consultório ainda sem acreditar. Mas doido pra chegar a próxima manutenção. Como se eu fosse esperar tudo isso.

Teria de voltar mais cedo naquele consultório. Afinal o uso do creme dental é diário e no mínimo três vezes ao dia...

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