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domingo, 7 de fevereiro de 2021

(GAY) Conto: Iniciando meu primo no mundo Scat.

 

 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Junior, 30 anos, gay, de Palmas-TO. 

Como em toda tarde, durante a semana, eu fico sozinho em casa; meus pais trabalham o dia inteiro e a casa fica livre pra mim. O que facilita realizar minhas mais pervertidas fantasias.

Bom, vamos às apresentações, meu nome é Bernardo, mas todos me chamam de Bê, tenho 19 anos, faço faculdade de enfermagem pela manhã e à tarde, sempre que não estou estudando, ou cuidando de alguma coisa da casa, ou assistindo um filme ou série, estou de olho em um pornozão (de preferência, o mais pig possível) e claro, batendo aquela punheta.

Curto de tudo, mijo, sebo, cheirão de rola, chulé... Mas algo que descobri há uns 3 anos, é sem dúvida o que mais me dá tesão, o SCAT (sim, em caixa alta, pois a merda, em todos os seus detalhes; cheiro, tamanho, cor, textura...; me dão tesão).

Tudo começou quando percebi que curtia o cheiro do peido quando o cu está cheio, não só o meu, mas de outro cara também. Aquele cheiro da merda passou a me dar tesão. Lembro que uma vez um amigo soltou um peido perto de mim; acredito que sem querer, mas aquele cheiro não me deixou mal, pelo contrário ficou na minha cabeça e deixava meu pau duro ao lembrar da ocasião. Uns dias depois me deu uma vontade de passar o dedo no meu cu e cheirar quando estava me punhetando, e ali, encontrei um cheiro que me fez apaixonar mais ainda pelo que um cu pode proporcionar.
Até que um dia, senti uma vontade de cagar na mão, e como estava sozinho em casa, com o tesão falando mais alto, soltei um cagaço comprido, macio, e com uma cor amarelada com a minha mão curvada embaixo do meu cu.
Como foi gostoso sentir ela em meus dedos. Admirei por um instante, cheirei e não aguentando o tesão, gozei na minha merda. Foi o começo de um amor por minha bosta.

Logo comecei a olhar vídeos de scat em sites e encontrei também no Twitter, não demorou muito pra me melar todo com minha merda e socar boas punhetas coberto com a massa liberada pelo meu cu.
Com o tempo, comecei a comer, e não demorou muito pra eu me acostumar com o sabor. Como bater com merda me dá tesão.

Mas, hoje quero relatar o dia que comecei a praticar scat com meu primo Edu. Ele é 2 anos mais velho que eu, e tem um escritório de contabilidade. Somos amigos também, mas nós últimos anos ficamos mais distantes por conta da correria do trabalho dele. Mas sempre que possível saímos pra curtir uma festa, um bar e azarar alguém.
Ele, até então, sabia que eu curtia essas paradas de mijo e cheiros no sexo, mas não sobre o scat. Desde a nossa adolescência, sempre batiamos juntos e isso permitia uma boa relação e intimidade entre nós.

Mas ontem, por uma inusitada ocasião, ele acabou descobrindo esse meu outro fetiche, e no final das contas, o que parecia que ia fazer a coisa ficar ruim entre nós, deu MERDA, na melhor das hipóteses possíveis.

Tinha almoçado e resolvi deitar no sofá da sala, estava tudo tranquilo, mas logo comecei a soltar uns peidos, e o aroma anunciava que haveria muito mais pra sair, não eram só gases, certamente, logo, logo o cu começaria a liberar bosta.
Fui deixando os peidos fazerem seu trabalho e eu deitado só apreciando o cheirão que se espalhava pela sala. Meu pau foi logo ficando duro no short.
Esperei a vontade de cagar aumentar, pois curto sentir a merda fazendo pressão. 

Quando senti que já tava a ponto de sair bosta, corri pro meu quarto e organizei o espaço no chão. Tirei minha roupa e fiquei deitado soltando os peidos de merda e já alisando meu pau. Hora ou outra passava os dedos no meu cu e levava eles até meu nariz pra cheirar.

Senti então que a merda não ficaria mais dentro do meu cu, precisava ser liberada, então fiquei agachado e deixei a merda sair, até a última grama possível do que meu corpo tinha produzido. Como era bom sentir ela siando do meu cu.
Olhei pra minha merda e admirei, como sempre faço, era comprida, um pouco mais dura na parte que saiu primeiro e ficava mais mole conforme tinha saído por último, era no geral toda macia, amarelada, perfeita pra esfregar em todas as partes do meu corpo.

Peguei a bosta nas mãos, recém saída do meu cu, e senti o calor que ela tinha, como era bom pegar naquela merda. Levei até o nariz, traguei o aroma único que ela tinha. Perfeita. Beijei minha merda, demonstrando meu amor por ela, o que fez sujar meus lábios, mas isso não importava, eu a amava, ela era parte de mim.
Aproveitei para sentir o sabor dela que havia ficado na minha boca, passei minha língua em meu lábios e degustei o suave doce amargo da minha merda.

Comecei a passar primeiro no meu pau e espalhei ela pelo meu saco. Punhetei com a merda que havia distribuído. Que sensação maravilhosa sentir a bosta cobrir toda região da minha pica. 
Peguei o excesso de merda que havia e espalhei pela minha virilha e pentelhos acima do pau, passei na barriga e peito, e continuei a bater punheta sentido a testura e o cheiro que exalava pelo quarto. Era o cheiro da minha merda e me dava um tesão sem medidas.

Estava delirando de prazer, quando ouvi o barulho da porta do meu quarto abrindo. E sem ter tempo pra reagir, tentei gritar pra não abrir, mas já era tarde, meu primo Edu já estava me olhando paralisado, com os olhos arregalados e com uma cara de que não sabia o que dizer.
Eu fiquei em silêncio por um instante, pensando no que falar, mas o que eu poderia? Então a primeira coisa que me veio em mente foi dizer:

- Edu, não é nada disso que você está pensando, isso é doce de leite...
- Como assim, Bernardo? E esse cheiro de merda? Não tem nada com cheiro de doce de leite. O que deu em você mano? Você tem tesão em merda? Porque isso aí em você é pura bosta.
- Cara, eu sei que parece estranho, mas há várias pessoas que curtem sexo com merda.

Nessa hora, meu pau já estava mole e eu só queria dá um jeito de sair dessa situação. 

- Eu sei Bê, mas eu nunca imaginei que você curtisse. Se bem que você me mandou o vídeo daquela mulheres comendo merda... - disse, com o olho direito levantado, como se fosse uma investigação. 

Eu realmente tinha mandado o clássico "2 girls 1 Cup", mas porque muita gente compartilhou. Lembro que ele apenas comentou com a frase "quanta merda" seguido de emoticons de gargalhadas.

- Achei que era pra zoar. Mas pelo que tô vendo, você também curte praticar. - ele disse, já com um sorriso levemente torto para a esquerda.

Estranhamente ele não saiu do quarto e me restou continuar a conversa.

- E então, como você entrou aqui? Não sabe chamar não seu mané? - perguntei.
- Uai, bati na porta da sala e ninguém me atendeu, girei a maçaneta e a porta estava aberta. Imaginei que estava no seu quarto e então entrei.
- Caralho, eu esqueci de trancar.
- Seu mané, ainda bem que fui eu que cheguei aqui. Já pensou a tia te ver todo cagado?! - e soltou uma gargalhada.

Precisava dá um ponto final, afinal eu realmente estava todo melado com minha merda.

- Então Edu, agora você já sabe que além dos outros fetiches pigs, eu curto merda também. Mas, cara, eu agora preciso me limpar, já que você cortou o clima com essa chegada inesperada.
- Uai primo, fica tranquilo, eu não sou empata punheta, pode continuar o serviço.
- Mas com você aí só olhando, não vai rolar.
- Então você quer que eu vá embora?
- Não é isso, só que com você apenas me olhando a coisa é diferente, fica chato.
- Não seja por isso, eu bato com você.
- O quê? Com merda?
- Por que não? Sempre batemos juntos, é só mais uma punheta entre primos.

Ele foi tirando os sapatos e a camisa. Eu não estava acreditando naquilo. Meu primo ia bater uma comigo e eu todo melado de merda.

Antes dele  tirar a calça pedi pra ele ir até a porta da sala pra trancar. Afinal, já era surpresa de mais para um único dia. Quando ele retornou para o quarto já estava só de cueca, uma branca. Ao tirá-la, ele percebeu que estava com uma freada boa no fundo. Ele sorriu da situação, mostrou a cueca pra mim e falou sorrindo:

- Parece que era pra dar merda mesmo. Mas com três dias de uso, não tem como não ficar uma marca no fundo.

- Você não vai trabalhar hoje à tarde Edu? - perguntei.
- Vou não, apareceu um imprevisto aqui na casa do meu primo e eu preciso ajudar ele.

Respondeu, como se estivesse falando pra outra pessoa. Mas era justamente a desculpa que ele deu pro colega que trabalha no escritório na ligação que fez quando saiu para a sala.

Ele então, se aproximou de mim e pegou no meu pau melado de bosta, que por sinal, já estava duro novamente. O contato da sua mão só deixou ele mais duro ainda. Ele nem ligou em sujar sua mão com minha merda.

- Pega no meu pau também.
Deixa ele melado, quero saber como é a sensação.

Então, passei a mão onde tinha mais merda no meu corpo e peguei tudo que consegui e levei para o seu pau e espalhei com uma punheta devagar.
Como era gostoso sentir o pau do meu primo ficar duro com a minha merda. 

Ele me abraçou, colando os nossos corpos e começou a se esfregar em mim. Isso fez com que a merda que havia no meu corpo também melasse ele.
A fricção entre nossa pele espalhava a bosta e o cheiro. E ele não se importava, pela sua cara, estava com tanto tesão quanto eu.

Nossos corpos já estavam cobertos com minha merda, então sentamos no chão entrelaçando nossas pernas de modo que os nosso paus ficaram juntos, dava pra sentir os sacos se tocando.
Nos punhetàvamos com uma mão e com a outra espalhavamos a merda sobre  nossos peitorais e barrigas. Por um tempo também tocamos uma para o outro.

Entre os toques e a punheta, trocamos beijos molhados.
Ele não podia negar o tesão que aquela punheta com merda estava dando nele. Dava pra ver nas atitudes dele. Não beijo era forte, havia força em nossos abraços.

- Bê, quero cagar também.
- É sério?
- Cara, tô com vontade, não tem muita, porque eu fiz pela manhã, mas juro que deu vontade.
- Não acredito que isso tá acontecendo. - Eu sorri de alegria. - Então preciso realizar uma coisa que ainda não fiz.
- Mais uma? O que falta ainda rapaz?
- Comer merda de outro cara.
- Sério?
- Sério!
- Então é hoje que você vai realizar primo. Deita aí que eu vou te dar merda na boca.

Eu não minto que aquilo me deixou ansioso, mas o tesão era muito mais alto, meu pau estava duro como pedra e todo babado. Mistura de merda e baba.

Eu deitei e ele veio agachado sobre o meu rosto.
Eu fiquei doido na visão. Ele tem uma bunda linda, grande, muito peluda.
Primeiro vieram os peidos, que precediam a saída do cocô. Como me deu tesão sentir o aroma direto da fonte de outro cara, ainda mais, meu primo.

- Abre a boca, o barro está descendo.

Abri a boca e senti a merda entrando. Ela caiu ficando um pouco dentro e um pouco pra fora da boca. Senti o calor da merda do meu primo. Que delícia era aquilo. Uma sensação inexplicável de êxtase.

Ele então, levantou e se abaixou para com sua mão colocar a toda a merda dele dentro da minha boca.

- Mastiga. - Ele disse.
E assim eu fiz. Que tesão sentir o gosto da merda dele.

- Gostou?
E eu apenas respondi "anram" pois com a boca cheia de merda, e apreciando o sabor e a textura, não dava pra falar outra coisa.

- Engole tudo. Ele disse.
E assim eu fiz.

Quando pensei que tinha acabado ele voltou a abaixar novamente e disse que tinha mais.
Eu então abri a boca pra receber mais merda do meu primo. Pelo visto ele caga mais que o normal. E isso é uma vantagem pra quem curte scat, estou no lucro.

E mais uma vez senti a merda tocar minha língua, menos e mais mole que a primeira vez.
Mas antes que eu começasse a engolir ele disse:

- Quero descobrir o gosto.

E me puxando para ficar em pé, me trouxe para perto dele e me beijou, fazendo que minha língua levasse a merda que ele havia depositado na minha boca para a dele.
Ficamos trocando de uma boca para a outra num beijo forte e melado.
Ele então parou de me beijar e pediu para eu cuspir toda a merda que havia dentro da minha boca na dele, e assim eu fiz. Ele abriu a boca, me mostrando o que tinha dentro e então fechou para engolir tudo, passando a língua nos lábios com um sorriso sacana. 
Eu sorri, pois além de um primo parceiro na punheta, havia encontrado um scateiro dos bons. 
Já era hora de gozar, então nós sentamos no chão, e batemos cada um com seu pau, e enquanto nós beijamos com o sabor de merda, eu gozei primeiro, e logo depois ele gozou. O tesão fez os guinchos de ambos atingirem um ao corpo do outro. E rimos da situação, era a nossa nova safadeza. trocamos um selinho e nos abraçamos exausto após a gozada.
Combinamos que deveríamos fazer com mais frequência.

Após uns minutos deitados no chão era hora de voltar a realidade.

- Punheta com merda é bom, mas agora vem o trabalho de deixar as coisas limpas pra não levar bronca da mãe. - eu disse.
- Eita, é verdade. Fizemos uma boa bagunça. É melhor a gente dá um jeito nisso, antes que a tia e o tio cheguem. 

Limpamos o quarto. E fomos tomar banho. E então tivemos que limpar o banheiro também. 
É a vida de scateiro que não moro sozinho.

- Bora procurar algo pra comer. - chamei meu primo.
- Caramba Bê, não encheu a barriga com minha merda? - Rio.
- Até parece. Só foi prato de entrada - sorri.
- Beleza, da próxima eu vou guardar a merda toda pra você comer. Quero ver meu priminho passando fome não. - deu uma gargalhada.
- Eu vou ficar na espera então Edu, se vira pra segurar sua merda pra soltar só quando estivermos juntos. - rio também.

Nesse dia ele deixou a cueca que estava usando. Aproveitei pra bater uma antes de dormir apreciando o cheiro que estava nela. Sobretudo o da freada.
 
E assim, iniciei meu primo no mundo do scat, e sempre que possível nos encontramos pra bater uma com MERDA.

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