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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Conto: O encontro que fez Pati cagar na calça.


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Eduardo, 35 anos, bissexual, de São Paulo - SP. 

Quando começaram a namorar, a vida de Pati era muito corrida. Trabalhava todos os dias da semana, inclusive os finais de semana. Até para fazer um cocozinho, precisava ter horário na agenda. E esse horário era quando chegava a sua casa depois da faculdade ou depois do trabalho.

Naquele sábado, duas coisas diferentes aconteceriam: O seu namorado desceria para um encontro e seu intestino estava mais animado do que de costume. Esteve segurando o nº 2 durante todo dia, dado o movimento na sorveteria em que trabalhava. Era uma vontade incomodante, mas nada que não pudesse ser adiada.

O dia passou rápido e quando viu já estava noite. Disfarçadamente, soltava alguns punzinhos para aliviar a pressão. Mas não havia brecha para sair, restando ficar segurando algo que inevitavelmente, haveria de sair em algum momento. Quando se deu por conta, seu namorado estava esperando para passarem um pouco de tempo se curtindo.

Saiu com o uniforme da sorveteria, um short legging preto que deixava a sua bundinha e calcinha bem salientes. Andaram de bicicleta até uma casa em construção para se beijarem e se amassarem. Estavam tão ansiosos para se verem que, durante um tempo, ela se esqueceu da sua vontade inexorável de se aliviar.

Ao mesmo tempo, ela estava encharcada de tesão e não queria cortar aquele barato. Começaram a se beijar loucamente. Primeiro ele passa a mão de leve nos seus seios, o que deixa ela mais doida de prazer. Percebendo a sua excitação, Edu começou a apalpar aquele bumbum maravilhoso. Ela começa a rebolar de excitação e de vontade de fazer cocô.

Mas ela estava decidida a aproveitar aquele momento maravilhoso, desejosa por ser chupada e tocada. Edu sentiu a sua buceta toda molhada, quando enfiou nela por dentro do short. Com a sua outra mão, começo a acariciar o seu anelzinho. Mal sabia ele que a pressão lá dentro estava num nível quase insuportável.

Todavia, ela estava entregue a ele... Sentia-se totalmente possuída por aquele homem. Numa brecha, ela sentiu seu cu abrir e foi quando ele enfiou um primeiro dedo... Pati arregalou os olhos, sentindo que não ia aguentar e falou baixinho que precisava ir ao banheiro. Mas ele nem ligou. Continuou a bolinar o seu anel, enquanto ela rebolava de vontade e prazer. Seu cu foi abrindo cada vez mais, até ele enfiar o segundo dedo.

Ela gemia baixinho: “ai, ai, vou fazer cocô, tira, tira....” Contudo, de nada adiantava. Ele continuava enfiando os dedos naquele buraquinho e na xaninha. Ela sentia um desespero cada vez maior, mas também um desejo imenso.

Duas inevitabilidades aconteceriam: De subido começou a gozar e Edu, rapidamente retira os dedos do cuzinho de Pati. Ela não se controlava mais em nada, e enquanto os espasmos do seu gozo aconteciam, ela fazia cocô naquele short, formando um grande volume no seu traseiro. Sua pequena calcinha ficou imersa no meio daquilo tudo. Edu mal podia acreditar que aquilo havia ocorrido. Quando se deu conta do acidente com sua amada, gozou de uma forma que jamais havia tido na vida. O seu maior fetiche estava ali, consumado. Aquela linda garota não tinha conseguido segurar e tinha feito cocô nas calças na sua frente.

6 comentários:

  1. EDUARDO, vc retratou meu fetiche com minha esposa. Por favor, escreva mais. Viajei no seu conto.

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    1. Olá... Vou escrever sim... Mas conta um pouco tb do que vc já fez com a sua esposa me escreva no atmosphere.quantum@gmail.com

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  2. Que tesão, fiquei com o grelo duro e molhada lendo.

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