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sexta-feira, 10 de setembro de 2021

Conto: Uma viajem "apertada".


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Eduardo, 35 anos, bissexual, de São Paulo - SP. 

Pati, como era mais conhecida na escola onde trabalha, é uma morena linda. Tem cabelos cacheados, 50 quilinhos bem distribuídos e com uma bundinha redondinha. Numa manhã de quinta-feira tinha um trabalho diferente: levar os seus alunos ao Zoológico na capital, distante mais de duas horas de sua cidade.

Acordou atrasada, para variar. Ainda com a micro calcinha que dormiu na véspera, vestiu uma calça Jeans comum, mas que a deixava com a bundinha mais saliente e sexy. Engoliu uma xícara de café que seu marido havia acabado de passar e saiu em disparada para a escola. No corre-corre com os alunos, pais de alunos e todo o estresse comum desse evento, embarcou com eles no ônibus e acabou por não se precaver de fazer xixi antes de pegar a estrada.

Poucos minutos depois de entrarem na rodovia, Pati sente um leve incômodo na sua bexiga. O café, que é diurético, começa a fazer seu efeito. Sua bexiga está enchendo mais rápido que o normal. Mal passa da metade do caminho, nossa linda professora já está apertada. No seu lugar começa a mover a sua perna, a cruzando e descruzando , apertando levemente a sua xoxota.

Passada uma hora, já dentro da cidade, Pati não consegue mais pensar em nada. Sente como se todos os músculos do seu pequeno corpo trabalhassem para prender o enorme volume de xixi que ocupa a sua pequena bexiga. Mesmo assim, ainda está sob controle, mantendo a descrição. Ninguém consegue notar o seu desespero.

Já muito próximo de chegar ao seu destino, ela calcula que ainda pode se segurar. Mas um golpe do acaso, um pequeno acidente acontece e trava o trânsito. Tudo anda muito lentamente. Eternos 15 minutos se passam e uma onda de calor percorre o seu lindo corpo. A bexiga de Pati está perigosamente no limite e uma contração faz com que uma pequena umidade surja na sua calcinha.

Ela sente que a qualquer momento a vai começar a se mijar e então, já com a mão no meio das pernas, levanta-se e sussurra para o motorista , logo a sua frente , que precisa urgentemente parar para se aliviar. Ela nem conseguiu reparar que já estavam se encaminhando para o estacionamento do Zoológico, e por isso o motorista pede que ela espere mais um pouco, pois já estavam estacionando em breve.

Diante da negativa em parar, nada mais restou para nossa pobre moça senão retornar ao seu ao seu assento, com as mãos ainda tentando prender o xixi. .Segundos de uma tensão intensa e o inevitável acontece!

Uma torrente de xixi sai da sua bucetinha apertada, fazendo aquele barulho chiiiiiii em alto tom, mas abafado pelo tecido de sua calça Jeans . Sente a sua bunda molhando quase que instantaneamente. Grande parte do xixi é absorvida pelo assento do ônibus, mas um pouco ainda escorre pelas suas pernas e molha levemente o seu tênis. Alguns pingos chegam ao chão do ônibus. Durante 30 segundos, seu xixi saiu de forma incontrolável, até ela conseguir tomar o controle da sua bexiga. Mas grande parte já havia saído.

No entanto, enquanto ela se aliviava, Pati sentiu um arrepio percorre toda sua espinha e um espasmo a fez gozar vigorosamente. Um misto de satisfação, alívio, vergonha , deixou nossa gostosa professorinha confusa. Como aquela situação vexatória a fez gozar? Ainda toda molhada, sem saber como esconder o ocorrido estava desfrutando da sensação de prazer que experimentara.

Mas num instante recobrou a sua dignidade e mandou mensagem a para a sua colega do outro ônibus explicando o acidente. Para a sua sorte, sua amiga providenciou uma muda de roupa e desembarcou os alunos, que não perceberam que a sua professora tinha feito XIXI NAS CALÇAS.

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