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sexta-feira, 8 de outubro de 2021

Conto: Segurando ao máximo o xixi para a esposa assistir.


 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Eduardo, 35 anos, bissexual, de São Paulo - SP. 

A origem
Tudo começou na infância. Fazer xixi ou cocô nas calças era motivo de vergonha, mas naquela escola rígida pedir para usar o sanitário durante as aulas era somente para casos de extrema urgência. Vez ou outra algum coleguinha deixava algo escapar e isso assombrava a sua mente. Tinha pavor de não aguentar. Todavia, por ser tímido tinha uma imensa vergonha de pedir para usar o banheiro também. Restava segurar sua vontade até o limite. 
Além da timidez, sofria bullying por ser pardo numa escola de brancos. Considerado feio e isolado era motivo de chacota entre os seus. Isso o fez alimentar um desejo de punir todos aqueles que o ofendiam. Nada mais humilhante de ver o seu inimigo fazendo xixi na calça, sendo preso e oprimido. Não começou como estímulo sexual, mas sim como uma forma de extravasar mentalmente as agressões vividas. Talvez existam outros motivos ocultos, mas o fato é que essa é a possível raiz de suas fantasias. 
Desde criança, aprendeu que teria que usar o banheiro e que fazer na roupa não era algo normal. Contudo, a noite, sempre imaginava seus algozes em situações vexatórias, confinados sem poder usar um banheiro e tendo que se aliviarem nas suas próprias roupas. Talvez por isso que até hoje, prefere usar termos mais infantilizados para descrever as necessidades. 
Todavia não sabe qual foi o gatilho que transformou isso num impulso sexual. Se é que houve um gatilho propriamente dito. O que ele sabe é que esse fetiche é algo que o tira do seu ponto de equilíbrio.
 O limite, o ponto de extravase, a involuntariedade e a inexorável capacidade da bexiga e do reto. Tudo uma hora há de sair, mas não em qualquer lugar. O importante é a impossibilidade de usar um banheiro, por qualquer motivo: Seja porque se está num lugar onde não há um banheiro, preso no trânsito, por não chegar a tempo ou simplesmente o causar o impedimento de usar o banheiro.  
 Edu é muito feliz por Pati permitir ser dominada ou se colocar em situações quase vexatórias, segurando o seu xixi e cocô ao limite, mesmo tendo ciência que isso não é uma prática saudável. Isso provoca uma profusão de sentimentos de êxtase, tesão, raiva, frustração a depender de cada episódio de aperto dela. Obviamente que na maior parte das vezes a excitação predomina, sobretudo quando ele sabe que ela chegou realmente a seu limite. Por outras vezes, sente raiva quando ela usa o banheiro para não fazer em frente a outras pessoas. Nessas horas, era melhor nem ficar apertada. Mas o que o frustra é a incerteza do tesão dela com essa situação.
 No entanto, uma fantasia não é realidade. Ele sabe o quão raro seria Patricia não aguentar numa situação em que realmente seria vexaminosa. Mas na fantasia, no contexto do casal, ela tem muitos “acidentes” e isso por si só é demasiadamente gostoso dele presenciar.
 O que já não simples, torna-se um pouquinho mais complicado. A partir do final de sua adolescência, Edu também começou a com o costume de segurar a vontade de fazer xixi e cocô. Uma das hipóteses disso se deveu ao fato de, até então, não ter tido a oportunidade de realizar as suas fantasias com outra pessoa. Então, como forma de dar vazão ao sentimento começou a testar os seus próprios limites, o que não ocorre a todo instante.
  O xixi consegue segurar até 550 ml. O tempo de segurar varia em função do quanto está hidratado, porém quando bebe muito talvez não aguente mais do que 30 minutos do início da vontade. Já o número 2, não consegue segurar por muito tempo, dois ou três dias no máximo. Às vezes não consegue segurar por mais de um dia. O fato é que segurar é a primeira parte do seu desejo. Sentir o seu corpo no limite também lhe causa outras sensações interessantes, sobretudo na próstata. Quando a sua bexiga e/ou reto estão repletos, espasmos orgásticos são sentidos diversas vezes. Não é o gozo propriamente dito, mas é quase uma ejaculação. 
 Inexoravelmente, seu corpo tem que liberar o que está contido, seja de forma voluntária ou não. Obviamente, fazer suas necessidades na roupa não é algo higiênico, bem como não é aceito socialmente. Fazer nas calças não é fácil. O cérebro e as travas sociais impedem, porém é o grande indicador que se chegou ao limite.
 Não que goste do constrangimento, muito pelo contrário. Fazer na roupa em público lhe provoca arrepios, sobretudo se isso ocorresse em frente a amigos ou familiares. Os “acidentes” devem acontecer de forma “controlada”, ou seja, dentro de uma situação não vexatória, mas necessariamente deve estar apertado até que espasmos e contrações involuntárias o faça se molhar ou encher a sua cueca. 
 Embora sempre tenha evitado fazer nas calças em público, isso nunca o impediu de fantasiar suas loucuras de incontinência. Por várias vezes, ao longo da sua vida, se molhou e se borrou. 
 Mas algo mudou depois de anos convivendo com sua esposa. Não sabe explicar, mas Edu sente um tesão imenso em se mostrar apertado para sua Pati. Por mais que seja homem e, na maior parte das vezes exerça o papel de controlar as idas ao banheiro dela, por vezes sente o desejo de ser controlado também.
 Na sua cabeça, essa dubiedade o deixa de certa forma fragilizado como homem perante a sua mulher. Ainda mais numa questão que envolve situações consideradas comprometedoras e de extrema fragilidade. Não é considerado normal um adulto que não controla as suas necessidades fisiológicas. Será que Patricia aceitaria essa inversão de papéis?
 Pois bem, eis que Pati incorpora a dama de ferro. Naquele dia, acordou com um desejo inexplicável de ver seu maridinho sofrendo. Trouxe uma grande xícara de café, enquanto ele trabalhava no computador naquela manhã de domingo. Algum tempo depois fez um suco de laranja e colocou no maior copo que tinha no armário da cozinha.
 Edu ainda não desconfiava das intenções de sua amada. No primeiro desejo, levantou-se inocentemente para ir ao banheiro. Ela se pôs em frente a porta e disse: “ negativo! Volta para sua cadeira pois hoje eu vou decidir quando você poderá usar o banheiro”. Nesse momento ficou claro que a brincadeira seria interessante.
 Mal se sentou e viu ser colocado na sua frente uma garrafa de água. “-beba” disse ela. Sem questionar, bebeu rapidamente os 500 ml de água. A essa altura, o diurético 100 ml de café, somado aos outros 600 ml de suco de laranja perfaziam mais de um litro de líquido. Logicamente que tudo isso era muito mais que o limite de bexiga de Edu. 
Em questão de minutos, a sua bexiga se encheu num ponto que causava muito desconforto. Não dava para fazer nada, a não ser se segurar. Em um dado momento, começou a sentir algumas gotas molharem a sua cueca. Olhou para ela e disse: “-estou vazando”
 Ela retruca: “-aguenta neguinho!”
 “-Não estou aguentado, ui”, disse ele com um misto de excitação e desespero.
 Em questão de poucos minutos, um jato maior saiu. Sentiu umedecer a sua virilha. Nesse dia a enorme quantidade de líquido preencheu toda a sua bexiga. Em curtos espaços de tempo, espasmos faziam sair jatinhos de xixi. A essa altura já estava com a bunda toda ensopada e alguns respingos no chão.
 Mesmo assim, continuava com muita vontade. Pati se deliciava em ver a sua angustia e toda aquela cena molhada, que se refletia na sua buceta. Não contente, o fez levantar.
 “-menino mal, eu não disse para você aguentar? Vai para o castigo agora, se mijão. Tira essa blusa e essa calça molhada agora!”
 “só que eu ainda estou apertado” disse ele.
 Somente de cueca, ela o prendeu os seus braços e o levou até o quarto. Amarrou as algemas numa corda que pendia do teto e disse: “ agora quero ver você aguentar até o fim”. Lá ficou ele em pé, se contorcendo. Ela pegou sobre seu pinto molhado e apertou com força e bradou: “ não é isso que você gosta, safado? Aguenta!” Ao soltar a mão, mais um jato sai.
 Maliciosamente abaixou aquela cueca molhada e disse ao pé do ouvido dele: “ agora vou ordenhar essa bexiga”. Pegou um grande pau de silicone, besuntou com lubrificante e foi enfiando no seu cu. 
 Ele gemia de prazer. Embora estivesse de pinto mole, estava no nirvana. Aquele pau no cu, forçando suas entranhas e a bexiga aponto de explodir, não tinha mais como segurar. Conforme ela movia o consolo, jatos e mais jatos eram eliminados. Seu pinto parecia uma torneira de alta pressão.
 Freneticamente, enquanto estocava nele, batia uma pra si mesma, até que gozou loucamente... 
 Edu sabe que Pati é a mulher da sua vida. Nunca amou e desejou ninguém como ela. Nenhuma pessoa o fez sentir tanto desejo e prazer. Eles não são marido e mulher, e sim são cumplices e por isso, devem ter direitos iguais.

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