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terça-feira, 15 de março de 2022

Enviado: Bati uma punheta escondida com o cocô da minha esposa.

 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Murilo, 29 anos, heterossexual de São Paulo - SP. 

Sempre tive tesão em scat, mas por muito tempo eu não me aceitava com esses pensamentos. Eu apenas limitava meus pensamentos a ver mulheres fazendo cocô e ponto, sem contato com nada mais.
E isso é um tabu em meu relacionamento, pois eu só fui contar que tinha desejo em tocar no cocô da minha esposa depois de 5 anos de relacionamento, após consultas no psicólogo, que passou a me encorajar a me abrir.
Infelizmente, a recepção dos meus desejos por Sabrina não foi boa, onde ela deixou bem explícito que não realizaria nenhum desejo meu de contato nem com xixi, nem com cocô dela, o que me deixou bem triste, mas que é uma decisão dela e que devo respeitar. Mas… e se ela não soubesse de algum contato meu com o cocô dela?
Eu já vinha ensaiando há algum tempo esse contato. Todas as vezes que ela cagava, eu entrava no banheiro logo em seguida e me masturbava cheirando seu papel higiênico usado, sentindo o cheiro do cocô e gozando no papel. Mas logo veio a minha oportunidade.
Abri a porta do banheiro e vi Sabrina terminando de cagar, reclamando que saiu muito duro seu cocô. Observei ela se limpando e ela deu descarga. O cocô era enorme mesmo e não desceu! Ela disse que já imaginava que iria acontecer isso por causa do tamanho do que tinha acabado de fazer. Eu fiquei decidido que seria naquele dia que tocaria o cocô de Sabrina pela primeira vez.
Logo após ela sair do banheiro, disse que iria tomar banho.
Ao trancar a porta do banheiro, pensei: é agora ou nunca. Ao abrir a tampa do vaso eu me deparo com aquele cocô, grosso, dividido em 3 partes, que entupiram lindamente o vaso. 
Enfiei a mão e peguei o maior pedaço de cocô com a mão esquerda enquanto com a direita ia tocando uma das melhores punhetas que já bati na vida, sentido aquela merda molhada e grossa na minha mão, com aquele cheiro maravilhoso e inexplicável que uma merda tem.
Claro que gozei bastante em cima daquele cocô enorme, e logo já joguei na privada e dei descarga, desentupindo o vaso.
Foi uma sensação única, uma mistura de adrenalina com um pouco de nojo, confesso, mas creio que é por ser algo novo pra mim. 
Espero que seja a primeira de muitas vezes que eu tenha contato com o cocô de Sabrina e que consiga novas experiências!

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4 comentários:

  1. Nossa me lembra da minha própria história. Já bati punheta para o papel higiênico todo borrado de cocô da minha esposa. Tenho tentado criar coragem pra contar pra ela.

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  2. Que delícia de relato, já bati punheta cheirando o papel cagado da minha ex, que é uma gorda bem gostosa. Eu ficava louco de tesão mas nunca contei pra ela, pq ela é baunilha

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  3. Eu também faço isso :)

    Hoje eu dia eu peguei um “macete”. Eu sei como travar a descarga aqui de casa, com isso, quando minha namorada vai usar ela não consegue dar descarga, e eu fico com o “trabalho sujo”

    Já me masturbei pra várias fezes dela, de diversos tipos e texturas …

    Quando. Eu introduzo o dedo na vagina delA, dá pra saber se tem cocô ou não ..

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