img-responsiva

DICA!: Novidades do blog pelo twitter: @ScatGustavo

terça-feira, 15 de março de 2022

Relato: Os fetiches de Roger e a inversão de papeis, cueca borrada de bosta e mais.

 

 Enviado pelo Leitor Texto enviado por um leitor do blog.
por Roger, 48 anos, heterossexual. 

Meus Fetiches  

Começo e Primeiras Fases:  
Sempre tive vontade de contar um pouco de onde vim e como começaram os meus fetiches, que hoje dominam minha vida sexual.  
O que posso dizer é que o começo foi bem no começo mesmo, embora eu não ainda soubesse. Eu deveria ter uns 5 ou 6 anos e estava no Jardim de Infância. Subitamente, enchi a minha roupa. Eu não senti nada, nenhuma vontade de ir ao banheiro e também não senti o cocô saindo e nem o peso dele na minha roupa. Apenas me lembro da professora me pegando pela mão, me levando ao banheiro, abaixando minhas calças e me sentando no vaso. Só ali, sentado, vi aquele enorme pedaço de cocô amassado.  
Ela chamou uma professora assistente, que me deu banho e me colocou uma muda nova de roupa, que, no Jardim de Infância, toda criança tinha que levar, caso isso acontecesse. Depois desse dia, eu tinha medo de que isto voltasse a acontecer. Sem qualquer aviso ou vontade, eu simplesmente iria perder o controle e me sujar na frente de toda a classe ou da minha família. Chegava até a ter o hábito de colocar minha mão atrás para ver se eu não tinha me sujado.  
Passada a infância, este medo virou uma curiosidade e uma fantasia. E se acontecesse de novo, na frente da minha linda professora de matemática? Será que ela ia me dar banho, me fazer abrir a bunda para ela me limpar? Será que as meninas da sala iam me ver me arreganhando no chuveiro? Minhas primeiras punhetas vieram com esta fantasia. E aí fui sofisticando. Eu tinha uma calça plástica, que era facilmente lavável. Assim, eu ia ao banheiro, cagava nesta calça, gozava e depois lavava tudo, como se nada tivesse acontecido. A família suspeitava da punheta, mas não do que me excitava e do que eu fazia no banheiro. E eu até hoje não sei o que eu preferia: se o gozo, ou se a pressão que a merda fazia junto à minha bunda, enquanto eu não me limpava.  
Chegando a fase de namorar, achei que tivesse superado esta fase. Eu sequer admitia para mim o desejo de ser estimulado no ânus. E muito menos, jamais compartilhei com qualquer uma delas o meu fetiche de scat.  
Nunca tive problema em encontrar mulheres para namorar. Mas também não conseguia manter os namoros por muito tempo. Os namoros duravam alguns meses, mas nunca mais do que um ano. Em algum momento, o desejo de ser penetrado me dominava e me impedia de manter o interesse por muito tempo. Também fantasiava com a ideia de ver a mulher se cagando na cama ou em cima de mim, ou de me sujar na frente ou com os dedos dela me comendo. Perdi vários namoros promissores. Nunca vou saber o que elas pensariam a respeito. Mas o medo de ser ridicularizado na frente da família, trabalho ou amigos sempre foi mais forte do que a vontade de permitir a ser eu mesmo.  
O mais perto que cheguei não foi bem uma namorada, mas uma ficante bem safada. Como ela era mais aberta, não se importava em me comer com um ou mais dedos. Em muitas vezes, ainda mais depois de umas bebidas, nem tentávamos transar. Ela gozava com minha língua e ela me fazia gozar também no oral, mas com um ou dois dedos enfiados dentro de mim. Infelizmente, um dia o entusiasmo acabou e acabamos nos afastando. Mas o motivo eu sei. Foi logo após eu ter comprado um consolo e ter dito para ela que minha fantasia era ser comido de verdade. Ela me comeu umas duas ou três vezes, sempre de quatro mesmo. E assim eu soube que seria passivo dali em diante e confessei isso para ela. Mas ela não gostou. Ficou incomodada de ver que eu tinha mais tesão dando do que comendo. Ela me iniciou, mas não seria minha companheira de vida.  
Experiências Reais e Virtuais:  
As minhas frustrações em encontrar uma namorada que gostasse de ser ativa e o fato de eu não ter interesse em homens, me fizeram desistir de constituir família, namorar ou me casar. Criei uma vida paralela ao meu trabalho, família e amigos e passei a frequentar casas de massagem, sites de acompanhante e redes de sugar babies. Também me interessei muito por sites de namoro virtual, nos quais descobri (ainda mais nos sites estrangeiros), que para elas, mais importante do que achar uma namorada, era a conversa não acabar, pois é assim que o site e a menina ganham dinheiro.
Nesta nova fase, conheci algumas pessoas bem legais e fiz boas amizades. Muitas pessoas com quem saímos e conversamos não nos deixa grandes lembranças. Mas temos que aprender a prestar atenção e a ouvir. Pessoas são sempre pessoas e querem ser tratadas com carinho e com respeito. E nesta linha, fui sendo capaz, de pouco em pouco, de falar a respeito das minhas vontades. E aqui eu posso dizer com toda a tranquilidade. A inversão de papeis não é um fetiche raro. Aliás, pelo contrário. Nestes sites e ambientes, é muito comum encontrar mulheres que fazem inversão, e muitas delas gostam mesmo de comer seus homens, colocar de quatro e meter com vontade! Mas com o fetiche do scat já não é bem assim...  
Decidi me concentrar na inversão mesmo, deixando o scat de lado. E não posso dizer que fui infeliz, muito pelo contrário! Conheci algumas das mulheres mais lindas, inteligentes e instigantes de toda a minha vida. Modelos, atrizes de teatro, profissionais liberais (bem liberais!) e em vários estados e cidades. Porto Alegre, São Paulo e Rio de Janeiro eram as cidades em que eu me alternava mais. Minas Gerais, os três estados do Sul, Bahia e Goiás, por outro lado, me trouxeram meninas lindas e com uma abertura mental espetaculares. Foi nesta época que me convenci que eu nunca teria uma vida normal mesmo, que não me casaria e que não teria filhos. Decidi que ficaria para titio mesmo. E feliz com a minha escolha.  
Neste período, não posso dizer que tive experiência com scat, mas em várias vezes, acontecia de eu me sujar sendo comido. E aí eu prestava atenção na reação das meninas. Algumas reclamavam, mas outras não, achavam normal. Com as que eu saía mais vezes, volta e meia eu perguntava o que ela achava, se elas se incomodavam, etc. Com poucas, eu abri minha vontade, mas o máximo que eu recebia era uma aceitação de que eu já viesse cheio. Elas sabiam que eu iria fazer cocô no vibrador ou na cama, mas não passava disso.
Minhas primeiras experiências com scat foram virtuais, nos sites de namoro. Nestes sites, especialmente os estrangeiros, é impressionante o quanto a mulher se esforça para te deixar a vontade e a te estimular a expor suas fantasias, sem qualquer limite. Com pouco tempo, a coragem de dizer que gostava de inversão de papeis e que só conseguia fazer sexo assim era fácil.
Com o scat era um pouco mais difícil, mas encontrei o meu jeito. Em uma conversa deliciosa com uma lourinha europeia, simplesmente caguei na roupa enquanto falava. Fiz parecer um acidente, que aconteceu em uma crise de tosse que também inventei. Ela achou graça, perguntou se eu queria tomar banho, mas falei que preferia a companhia dela, que a internet estava instável, estas coisas. Aos poucos, vendo como eu estava relaxado, e levando a conversa para um lado mais sexual, ela perguntou se eu estava gostando de estar assim, com a "cueca manchada" (foi a expressão que ela usou). Enrolei um pouco, fingi constrangimento, mas acabei dizendo que sim. Ela deu um sorrisinho maroto e me pediu para ver “estrago”. Como eu estava com uma cueca branca bem apertada e a merda era meio cremosa, a mancha marrom era indisfarçável. Mas o que me deixou louco de tesão foi quando ela pediu para eu abaixar a cueca e ver a minha bunda toda borrada. Gozei antes mesmo de fazer o que ela tinha mandado.... Repetimos várias vezes este chat, e ela já me pedia para usar a cueca branca. Ao longo do chat, ela fazia um olhar para mim e perguntava se eu já estava “pronto” para ela me ver.  
Outra experiência bem legal nestes sites, foi na versão latino-americana. Eu conheci uma mineira muito legal, baixinha e atriz de teatro. Cheguei a pedi-la ela em namoro e planejamos um encontro que nunca aconteceu. Nossas conversas, quando iam para o lado sexual, era bem dividida nos desejos de cada um. Ela aceitou bem que eu fosse passivo e disse que seria 100% ativa para mim na cama. Ela só não abria mão de gozar sempre que quisesse, seja no oral comigo, ou dando para outro homem na minha frente. Este homem poderia ser um amante que ela teria ou em uma casa de swing, mas ela ia fazer questão que eu estivesse junto vendo. Eu confesso que adorei e, mesmo sem ter (ainda), nenhum interesse em homem, passei a gostar da ideia de ver ela sendo comida por um pau bem duro e comecei a aceitar a ideia deste homem saber que eu era passivo e ver ela me comendo. Também me abri sobre o meu fetiche com scat, mas não era a sua praia. Ela sabia que eu fazia cocô na roupa durante a conversa, mas nunca quis ver. Dizia não se importar que acontecesse no chat, mas ela ainda não estava pronta para que rolasse na frente dela e nem se imaginava usando o banheiro na frente de outra pessoa.
Infelizmente, um sua ela saiu do site, antes que tivéssemos trocado e-mail e telefone. Nunca mais a vi e ainda morro de saudades da namorada ou esposa que não tive...  
Por fim aconteceu:  
Segundo um ditado, não há bem que sempre dure nem mal que nunca acabe. E assim foi comigo também. Tive até agora, três experiências com scat que nunca vou esquecer.  
A primeira foi com "a amiga de uma amiga". A minha amiga era muito safada e adorava me comer de todo o jeito. Conversávamos muito, falávamos sobre vida, assuntos gerais, família e oportunidades de trabalho. Não havia assunto proibido... Um dia contei para ela sobre meus fetiches de scat e que eu tinha vontade de vê-la deixando um “presentinho” para mim. Ela foi muito simpática, mas deixou claro que isto não a excitava. Mas depois de um tempo, me ligou, dizendo que tinha encontrado a “mulher dos meus sonhos”.
Não era tão bonita e nem tão interessante intelectualmente, mas era uma pessoa legal, gostosa de passar o tempo juntos. E era doida com inversão, anal e scat. Fazia por gosto mesmo. Várias vezes, cagamos no pau um do outro e terminávamos de esvaziar na perna. Em outras vezes, cagávamos na roupa e comíamos o cu um do outro completamente sujos. Foram poucas vezes em que fui ativo com minha garota na inversão e a única vez em que eu comi uma mulher suja do próprio cocô.  
A segunda grande lembrança veio como uma indicação de uma agência de modelos. Linda, musa de time e com uma mente muito aberta. Só estive com ela uma única vez e ela sabia tudo o que eu queria. Me comeu de quatro e falava que estava sentindo a bosta dentro de mim. Tirava um pouco, passava a consolo sujo na minha bunda e metia mais, sem deixar ficar muito tempo fora, para não sair antes da hora. E depois, quando eu gozei, ela tirou tudo e mandou eu me soltar. Adorei! Mas não parou aí. Ainda meio sujo e melado de gozo, ela me levou até o banheiro e, dentro do box. Me deitei, ela se ajoelhou na minha perna e soltou uma enorme massa de cocô meio mole. Por sorte, estávamos no chuveiro. O cheiro era muito forte e tomamos um banho ali mesmo.  
E por fim (agora de verdade), a musa que até hoje me faz acordar de madrugada com fortes lembranças.  
Nosso relacionamento nunca foi motivado pelo scat. Ela não gosta muito. Mas posso dizer que nunca explorei tanto o meu corpo, quanto nas vezes em que estive com ela. Vibradores ultrapoderosos, inversão clássica e experiências com fisting que eu ainda não tinha confiança para tentar. O ânus humano é impressionante e uma vez, tive metade de seu pé enfiado no meu cu. Eu nem precisei falar com ela sobre meu fetiche. Ela mesmo intuiu e um dia me perguntou de forma aberta. Imagine o meu tesão e excitação, quando ela, em um restaurante, bebendo uma garrafa de vinho, perguntou se eu me excitava com cocô. Meu batimento cardíaco foi a mil e quase gozei nas calças, ali no restaurante. E se ela tivesse pedido para eu me cagar ali mesmo, é possível que eu obedecesse...  Mas não pediu e subimos para o quarto.
Ela me comeu com uma intensidade mais forte que a média. Ao final, ela se comportou como uma professora ou babá de criança pequena e disse que eu tinha feito me sujado todo. Me enrolou na toalha que forrava a cama, como se fosse uma fralda e me mandou tomar banho, vendo do lado de fora do box. Ao final do banho, ainda ganhei umas palmadas. Mas a partir deste dia, não me segurei e comecei a pedir um encontro, no qual ela também fizesse cocô em mim. E este dia finalmente chegou.  
Nos encontramos em um belo e amplo quarto de motel, com piscina, hidromassagem e teto retrátil. Todas estas facilidades acabaram sendo necessárias para o que aconteceu neste dia. A primeira parte foi minha vez. Me caguei do jeito que eu gosto mais, nas calças, com uma cueca branca apertada. Ela me comeu de bruços, com a cueca abaixada até o meio das pernas. Não demorei a gozar. Daí fui para o banho e só quando eu estava pronto, ela veio me encontrar no chuveiro. Ela não estava pronta, mas ainda assim fez um xixi bem farto no meu rosto. Banho tomado, relaxamos, comemos alguma coisa e dividimos uma garrafa de vinho. Mais relaxada, ela finalmente disse que estava pronta para me oferecer o que queria.  
Fomos até a banheira vazia. Ela de pé, com a bunda empinada e virada para mim. E eu sentado, com o rosto na altura de seu ânus. Não me fiz de rogado e comecei a lamber furiosamente, inserindo a língua enquanto ela se abria para mim. No começo não veio o que eu queria, apenas mais um xixi farto, que a garrafa de vinho ajudou a fazer. Passados poucos minutos, alguns peidos anunciavam o que viria a seguir. E finalmente eu vi. Uma bosta grande, dura, escura, que saiu sem dificuldade direto no meu rosto. Não comi. Este é um limite que eu tenho. Mas a merda passou pelo meu rosto e pela minha língua. O cheiro era intenso, mas não muito forte e nem desagradável como se poderia imaginar. Não gozei de novo, mas não precisava. Tinha realizado uma fantasia de sempre. Eu só não sabia que o dia estava longe de terminar.
Com banho tomado e mais vinho, ela me disse que também tinha uma fantasia e queria que eu a realizasse, em retribuição ao meu sonho. Sua fantasia era ver dois homens transando. E ela não queria nada mecânico. Queria ver intensidade mesmo... Não pensei muito tempo e concordei. Depois de ela ter satisfeito minha fantasia, com tanta dedicação, eu não podia dizer não. Logo depois, chegou o amigo dela. Um rapaz bonito, muito falante e relaxado. Como já estávamos “a vontade”, ele se despiu logo que chegou. Corpo delicado, mas definido e um lindo e pequeno pinto. Minha musa não foi para a cama. Queria só assistir e comandar.  
Começamos nos beijando e um buscando o pinto do outro com a mão. Daí, coloquei ele deitado e chupei seu pau ainda mole. Seu pau se enrijeceu, mas não o suficiente para me penetrar. Éramos dois passivos... Nos beijamos, nos chupamos e comemos um ao outro apenas com os dedos. Ele gozou primeiro, comigo deitado e ele por cima com o pau na minha boca. Eu sentia o cocô dele nos meus dedos. Depois de ele ter gozado, tirei minha mão e ele se soltou. Por coincidência, o cheiro e a consistência de sua merda eram muito parecidos com o da minha musa... Fomos tomar banho juntos. Também gozei na boquinha dele, mas com a minha musa me comendo de cinta, enquanto ele me chupava.
Depois deste encontro, viagens e pandemia nos afastaram e não nos vimos de novo. Não vejo a hora de ver minha musa de novo e não deixo de fantasiar com a minha atriz mineira, com a minha lourinha europeia e com outras mulheres que trago nas minhas lembranças. E quem sabe, talvez seja a hora de eu aprender novos truques, conhecer novos fetiches e me abrir para ideias que não sejam minhas. Vamos ver o que vem por aí...  

 Enviado pelo Leitor Clique aqui para ter acesso a todo conteúdo produzido por leitores.
Mande o seu texto, experiências, fotos e/ou vídeos para: tavolinder@hotmail.com
Você pode aparecer por aqui. Para validar o seu material, importante se identificar com:
Nome/APELIDO FICTÍCIO, Idade, Orientação Sexual e Localização. Se desejar divulgar
algum contato, especifique-o no e-mail com a frase "Quero divulgar o meu contato".

Nenhum comentário:

Postar um comentário