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A origem dos meus fetiches.

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ilustração de um sorvete feito de cocô

ESCRITO POR GUSTAVO SCAT.


Por que eu gosto de cocô? E por que gosto de mijo? Qual o motivo? Existe um?

Acredito que todos nós somos influenciados a gostar de algo. Ninguém nasce gostando de "uva", se nunca ouviu falar de uva, nunca viu, experimentou ou conheceu sobre a dita cuja. Tá, eu usei um exemplo meio bobo, mas deu pra entender?


Scat não é popular. Scat, na verdade, é um fetiche escondido, sobre o qual a sociedade nem comenta — e, se comentar, 99% das vezes é para julgar ou falar mal. É um fetiche tabu; acho que o maior deles, e eu não ligo pra isso.

A maioria das pesquisas que fiz mencionam a infância como a principal aliada para a formação de fetiches.


Lembro a primeira vez que vi uma revista pornô na vida ao pegá-la da coleção do meu irmão mais velho. Eu era muito pequeno, estava no banheiro folheando a revista, e cagando. Foi a primeira vez que vi sexo, boceta, pau e putaria na minha vida. O primeiro contato, a descoberta do sexo, e muito provavelmente a primeira vez que eu senti tesão. E, ao mesmo tempo, eu estava fazendo cocô.


(...)


Vou contar sobre a primeira vez que vi uma garota pelada na minha frente, ao vivo. Éramos pequenos, nem conhecíamos sexo ainda... devia ter meus seis anos de idade. E sabe aquela época de curiosidade na infância? Que, mesmo sem saber nada sobre coisas de adulto, "brincamos de médico" e outras coisas do tipo... Apenas crianças sendo crianças: puras, "ingênuas" e curiosas. Eu estava na casa de uma coleguinha minha, filha de uma amiga da minha mãe. Aquelas amizades que vêm de berço, pais com filhos da mesma idade, sabe? Nós estávamos no quarto, eu, ela e mais uma amiga dela, quando de repente ela sentiu vontade de fazer xixi. Aí ela simplesmente foi ao banheiro de porta aberta e começou a se aliviar, ali na minha frente, e da maneira mais natural possível. Ainda me lembro de ela se justificar falando que aquilo era a coisa mais normal do mundo.


Anos depois surgiu um clássico vídeo pornô chamado “2 girls 1 cup”. O divisor de águas na minha vida. Esse é um pornô em que uma mulher dá uma bela cagada em um copo e fica se deliciando com a merda na boca, mastigando e beijando outra garota com a bosta. O ano era 2007 e eu já tinha meus treze anos de idade. Na época, o vídeo se tornou viral e um amigo meu comentou sobre a bizarrice nojenta (apelidada por ele de “Milk Shake”) que se tornou o maior meme daqueles tempos. Eu não assisti junto com o meu amigo, assisti sozinho e confesso que não foi amor à primeira vista (inclusive pela parte do vômito), mas foi a partir desse pornô que conheci de verdade o que era o fetiche scat.


Claro que, na hora e no susto, achei um absurdo. Mas, ao mesmo tempo, intrigante e muito curioso. A partir daí, meus amigos... foram mais vídeos e mais tesão. Cá entre nós? Sempre tive a mania...


(...)


Esta é apenas uma parte do livro "Quero Scat - O sexo com côco, mijo e peidos". Leia o texto completo e sem cortes: saiba mais sobre o livro aqui.

 
 
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Assinatura Gustavo Scat
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